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Publicado: 27/07/2007 | 09:31
Arrecadação do INSS sobe 8,9% em junho
Correio Braziliense
A Previdência Social fechou o primeiro semestre com um déficit de R$ 20,9 bilhões, resultado 5,9% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Apesar do incremento de 10% na arrecadação, que atingiu recordes R$ 63,2 bilhões no período, as despesas com o pagamento de benefícios cresceram 9%, para R$ 84,2 bilhões, o que explica o aumento do rombo. Segundo o governo, o aumento dos gastos se deve ao reajuste do salário mínimo e ao pagamento de ações judiciais, que este ano está 25,3% maior.
Em junho, o déficit foi de R$ 3,3 bilhões, valor 3,2% superior ao registrado no mesmo período de 2006. Sobre maio, o aumento foi de apenas 0,8%. Em função do aquecimento do mercado de trabalho, a arrecadação do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) cresceu 8,9% no mês, atingindo inéditos R$ 10,9 bilhões. As despesas deram um salto um pouco menor, de 7,5%, para R$ 14,3 bilhões.
Fenômeno
De acordo com o secretário de Políticas de Previdência Social, Helmut Schwarzer, desde o início do ano a arrecadação vem crescendo em ritmo mais intenso que os gastos, o que ajuda a controlar o crescimento do déficit . “É um fenômeno diferente dos outros anos”, afirmou. Em valores corrigidos pela inflação, o rombo de junho é inferior ao dos meses de janeiro, março e maio deste ano, além de janeiro, maio, julho e setembro de 2006, por exemplo. “Em valores corrigidos, já estivemos pior na fotografia”, disse Schwarzer.
Apesar do crescimento do déficit, o governo manteve em R$ 44,8 bilhões sua estimativa para este ano. As projeções apontam para uma arrecadação de R$ 137 bilhões frente a despesas de R$ 181,9 bilhões. Nesse cálculo, foi levado em conta um pagamento de sentenças judiciais no valor total de R$ 4,7 bilhões. No entanto, até junho os processos perdidos pelo INSS já consumiram R$ 3,5 bilhões.
Correio Braziliense
A Previdência Social fechou o primeiro semestre com um déficit de R$ 20,9 bilhões, resultado 5,9% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Apesar do incremento de 10% na arrecadação, que atingiu recordes R$ 63,2 bilhões no período, as despesas com o pagamento de benefícios cresceram 9%, para R$ 84,2 bilhões, o que explica o aumento do rombo. Segundo o governo, o aumento dos gastos se deve ao reajuste do salário mínimo e ao pagamento de ações judiciais, que este ano está 25,3% maior.
Em junho, o déficit foi de R$ 3,3 bilhões, valor 3,2% superior ao registrado no mesmo período de 2006. Sobre maio, o aumento foi de apenas 0,8%. Em função do aquecimento do mercado de trabalho, a arrecadação do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) cresceu 8,9% no mês, atingindo inéditos R$ 10,9 bilhões. As despesas deram um salto um pouco menor, de 7,5%, para R$ 14,3 bilhões.
Fenômeno
De acordo com o secretário de Políticas de Previdência Social, Helmut Schwarzer, desde o início do ano a arrecadação vem crescendo em ritmo mais intenso que os gastos, o que ajuda a controlar o crescimento do déficit . “É um fenômeno diferente dos outros anos”, afirmou. Em valores corrigidos pela inflação, o rombo de junho é inferior ao dos meses de janeiro, março e maio deste ano, além de janeiro, maio, julho e setembro de 2006, por exemplo. “Em valores corrigidos, já estivemos pior na fotografia”, disse Schwarzer.
Apesar do crescimento do déficit, o governo manteve em R$ 44,8 bilhões sua estimativa para este ano. As projeções apontam para uma arrecadação de R$ 137 bilhões frente a despesas de R$ 181,9 bilhões. Nesse cálculo, foi levado em conta um pagamento de sentenças judiciais no valor total de R$ 4,7 bilhões. No entanto, até junho os processos perdidos pelo INSS já consumiram R$ 3,5 bilhões.