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Publicado: 14/08/2007 | 14:43
Líderes pedem votação de PEC sobre servidor, diz Chinaglia
Agência Câmara
O presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia, reafirmou que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 54/99, que prevê a efetivação de servidores contratados sem concurso público, não está na pauta do Plenário. Ele informou, no entanto, que há pedidos de líderes partidários para que ela seja incluída nas votações.
Chinaglia lembrou que, em abril de 2006, vários partidos apresentaram requerimento para incluir a PEC na pauta do Plenário. Ele ressaltou que, na época, era líder do governo e não assinou o documento. Em entrevista à TV Câmara, em julho, Chinaglia disse acreditar que essa matéria dificilmente será aprovada pelo Plenário.
Tema polêmico
O presidente da Câmara afirmou que a PEC pode ser colocada em pauta para dar uma resposta aos possíveis beneficiários da proposta, que há muito tempo reivindicam nos corredores da Câmara essa votação. "Não pode haver temas proibidos para a Câmara", disse Chinaglia. Ele ressaltou, no entanto, que o fato de a proposta ir a Plenário não garante a sua votação, pois há diversos itens que compõem a pauta.
A reforma política foi citada por Chinaglia como um tema polêmico, que tramita há dez anos e foi incluída na pauta pelos líderes para que os partidos se posicionassem.
As declarações de Chinaglia foram feitas no Clube do Exército, após cerimônia em que recebeu a medalha Defesa Civil Nacional.
Agência Câmara
O presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia, reafirmou que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 54/99, que prevê a efetivação de servidores contratados sem concurso público, não está na pauta do Plenário. Ele informou, no entanto, que há pedidos de líderes partidários para que ela seja incluída nas votações.
Chinaglia lembrou que, em abril de 2006, vários partidos apresentaram requerimento para incluir a PEC na pauta do Plenário. Ele ressaltou que, na época, era líder do governo e não assinou o documento. Em entrevista à TV Câmara, em julho, Chinaglia disse acreditar que essa matéria dificilmente será aprovada pelo Plenário.
Tema polêmico
O presidente da Câmara afirmou que a PEC pode ser colocada em pauta para dar uma resposta aos possíveis beneficiários da proposta, que há muito tempo reivindicam nos corredores da Câmara essa votação. "Não pode haver temas proibidos para a Câmara", disse Chinaglia. Ele ressaltou, no entanto, que o fato de a proposta ir a Plenário não garante a sua votação, pois há diversos itens que compõem a pauta.
A reforma política foi citada por Chinaglia como um tema polêmico, que tramita há dez anos e foi incluída na pauta pelos líderes para que os partidos se posicionassem.
As declarações de Chinaglia foram feitas no Clube do Exército, após cerimônia em que recebeu a medalha Defesa Civil Nacional.