antigas Publicado: 17/08/2007 | 11:11

Câmara dos Deputados licita folha de pagamentos

Thiago Vitale Jayme
Valor Econômico

A Câmara dos Deputados vai licitar a folha de pagamentos de funcionários e parlamentares. Com o objetivo de arrecadar recursos para a realização de uma série de obras pendentes, a Mesa Diretora da Casa decidiu ontem abrir leilão para os bancos fazerem ofertas para terem o direito de hospedar a conta-salário de milhares de servidores públicos. A licitação vai ser feita por pregão eletrônico. O edital deverá sair em um mês. 

O presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), não revela qual é a expectativa de recursos a serem arrecadados. "Só posso dizer que vamos jogar muito duro para obtermos o máximo", diz o petista. Houve uma consulta informal da Câmara ao Tribunal de Contas da União (TCU) sobre como proceder. "É legal e é melhor para a Câmara", afirma Chinaglia. 

O presidente da Casa pretende ampliar o anexo 4 da Câmara, onde fica a maioria dos gabinetes dos parlamentares, obra estima em R$ 150 milhões. Além disso, há a previsão de construção do anexo 5, para onde seria remanejada a biblioteca e abrigaria um museu e um novo estacionamento. O projeto da obra é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer e custaria R$ 90 milhões. Também haveria reformas nos apartamentos funcionais que pertencem à Casa. A Câmara possui 18 blocos e a reforma de cada um pode custar R$ 9 milhões. "Eu estou achando caro. Mas vamos fazer licitação. Parte do dinheiro nós já temos", diz o Primeiro Secretário da Câmara, deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR). 

Hoje, os funcionários da Câmara recebem os salários por meio do Banco do Brasil (BB) e da Caixa Econômica Federal (CEF). A folha de pagamento, descontados os encargos sociais, é de R$ 136 milhões por mês. O contrato teria vigência de cinco anos. 

Serraglio e Chinaglia não informam o valor que pretendem conseguir. A prefeitura de Curitiba, informam, fez licitação semelhante no dia 30 de julho. Para receber a folha de pagamento da cidade - R$ 60 milhões mensais - o Santander desembolsou R$ 140 milhões por cinco anos. 

Thiago Vitale Jayme
Valor Econômico

A Câmara dos Deputados vai licitar a folha de pagamentos de funcionários e parlamentares. Com o objetivo de arrecadar recursos para a realização de uma série de obras pendentes, a Mesa Diretora da Casa decidiu ontem abrir leilão para os bancos fazerem ofertas para terem o direito de hospedar a conta-salário de milhares de servidores públicos. A licitação vai ser feita por pregão eletrônico. O edital deverá sair em um mês. 

O presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), não revela qual é a expectativa de recursos a serem arrecadados. "Só posso dizer que vamos jogar muito duro para obtermos o máximo", diz o petista. Houve uma consulta informal da Câmara ao Tribunal de Contas da União (TCU) sobre como proceder. "É legal e é melhor para a Câmara", afirma Chinaglia. 

O presidente da Casa pretende ampliar o anexo 4 da Câmara, onde fica a maioria dos gabinetes dos parlamentares, obra estima em R$ 150 milhões. Além disso, há a previsão de construção do anexo 5, para onde seria remanejada a biblioteca e abrigaria um museu e um novo estacionamento. O projeto da obra é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer e custaria R$ 90 milhões. Também haveria reformas nos apartamentos funcionais que pertencem à Casa. A Câmara possui 18 blocos e a reforma de cada um pode custar R$ 9 milhões. "Eu estou achando caro. Mas vamos fazer licitação. Parte do dinheiro nós já temos", diz o Primeiro Secretário da Câmara, deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR). 

Hoje, os funcionários da Câmara recebem os salários por meio do Banco do Brasil (BB) e da Caixa Econômica Federal (CEF). A folha de pagamento, descontados os encargos sociais, é de R$ 136 milhões por mês. O contrato teria vigência de cinco anos. 

Serraglio e Chinaglia não informam o valor que pretendem conseguir. A prefeitura de Curitiba, informam, fez licitação semelhante no dia 30 de julho. Para receber a folha de pagamento da cidade - R$ 60 milhões mensais - o Santander desembolsou R$ 140 milhões por cinco anos.