antigas Publicado: 22/08/2007 | 09:31

Pressão para votar ?trem da alegria?

Correio Braziliense

Manifestantes vão à Câmara pedir a Chinaglia e a líderes a aprovação da proposta que incorpora funcionários temporários ao serviço público. Discussão da matéria é adiada para a semana que vem


 


Um grupo de defensores da proposta de emenda constitucional que efetiva servidores temporários esteve ontem na Câmara dos Deputados para pressionar pela votação do projeto. No Salão Verde, manifestantes cercaram o presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), e líderes partidários para pedir a aprovação da proposta. Os manifestantes argumentavam que recebiam baixos salários e que a aprovação dos projetos não significava um “trem da alegria”. Mais cedo, eles se posicionaram próximo ao corredor das comissões com faixas e cartazes.

Estão em discussão três propostas: a que dá estabilidade a funcionários que entraram sem concurso público no período de 5 de outubro de 1983 a 5 de outubro de 1988 e nas empresas estatais até 1990, a que efetiva servidores temporários e a que permite aos requisitados por outros órgãos a opção de serem efetivados na função que exercem atualmente. Estima-se que as propostas, se aprovadas, efetivarão ao menos 260 mil funcionários que entraram no serviço público sem concurso.

Apesar de manifestação promovida ontem, Arlindo Chinaglia e os líderes partidários deixaram para a próxima semana a definição sobre o assunto. A intenção de grande parte dos deputados é enfrentar a votação para dar uma resposta aos funcionários que reivindicam a aprovação dos projetos.

Correio Braziliense

Manifestantes vão à Câmara pedir a Chinaglia e a líderes a aprovação da proposta que incorpora funcionários temporários ao serviço público. Discussão da matéria é adiada para a semana que vem


 


Um grupo de defensores da proposta de emenda constitucional que efetiva servidores temporários esteve ontem na Câmara dos Deputados para pressionar pela votação do projeto. No Salão Verde, manifestantes cercaram o presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), e líderes partidários para pedir a aprovação da proposta. Os manifestantes argumentavam que recebiam baixos salários e que a aprovação dos projetos não significava um “trem da alegria”. Mais cedo, eles se posicionaram próximo ao corredor das comissões com faixas e cartazes.

Estão em discussão três propostas: a que dá estabilidade a funcionários que entraram sem concurso público no período de 5 de outubro de 1983 a 5 de outubro de 1988 e nas empresas estatais até 1990, a que efetiva servidores temporários e a que permite aos requisitados por outros órgãos a opção de serem efetivados na função que exercem atualmente. Estima-se que as propostas, se aprovadas, efetivarão ao menos 260 mil funcionários que entraram no serviço público sem concurso.

Apesar de manifestação promovida ontem, Arlindo Chinaglia e os líderes partidários deixaram para a próxima semana a definição sobre o assunto. A intenção de grande parte dos deputados é enfrentar a votação para dar uma resposta aos funcionários que reivindicam a aprovação dos projetos.