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Publicado: 27/08/2007 | 10:50
Equipe econômica afirma que depende do Congresso para diminuir os gastos
Folha de S. Paulo
Apesar das críticas de descontrole no aumento das despesas com pessoal, a equipe econômica afirma que tem feito sua parte e que depende do Congresso Nacional para reduzir esses gastos.
Técnicos do governo fazem questão de mostrar dados indicando que os gastos com pessoal do governo Lula estariam, em relação ao PIB (Produto Interno Bruto), no mesmo patamar do governo FHC.
O pagamento de servidores do governo central em 2002, último do tucano, era de 4,8% do PIB. Em 2006, último ano do primeiro mandato de Lula, ficou em 4,5% do PIB.
No entanto os dados do governo mostram que a arrecadação de tributos federais e a carga tributária cresceram no governo petista quando comparadas com a gestão FHC.
Falta de controle
O principal problema, na avaliação da equipe econômica, é a falta de controle sobre os gastos de pessoal do Judiciário e do Legislativo. Os dois Poderes têm concedido a seus servidores aumentos superiores ao do Poder Executivo, fazendo crescer os gastos públicos com o funcionalismo.
O projeto de lei enviado ao Congresso Nacional, criando um limite para o crescimento da folha de pessoal, inclui o Judiciário e o Legislativo na mesma regra, o que vai ser um teste para a medida, já que esses dois Poderes sempre alegaram ter autonomia financeira.
Economistas criticam, porém, que o ideal não é que as despesas com pessoal estivessem parecidas com as de Fernando Henrique Cardoso, mas abaixo. E que, se a proposta de limitar o crescimento da folha não for aprovada, a tendência seria realmente a de descontrole nos próximos anos.
Projeções do economista Raul Velloso, especialista em contas públicas, apontam que, sem a aprovação do projeto de lei do governo, o gasto total de pessoal da União pode ficar em 6,5% do PIB em 2014.
Apesar das críticas de descontrole no aumento das despesas com pessoal, a equipe econômica afirma que tem feito sua parte e que depende do Congresso Nacional para reduzir esses gastos.
Técnicos do governo fazem questão de mostrar dados indicando que os gastos com pessoal do governo Lula estariam, em relação ao PIB (Produto Interno Bruto), no mesmo patamar do governo FHC.
O pagamento de servidores do governo central em 2002, último do tucano, era de 4,8% do PIB. Em 2006, último ano do primeiro mandato de Lula, ficou em 4,5% do PIB.
No entanto os dados do governo mostram que a arrecadação de tributos federais e a carga tributária cresceram no governo petista quando comparadas com a gestão FHC.
Falta de controle
O principal problema, na avaliação da equipe econômica, é a falta de controle sobre os gastos de pessoal do Judiciário e do Legislativo. Os dois Poderes têm concedido a seus servidores aumentos superiores ao do Poder Executivo, fazendo crescer os gastos públicos com o funcionalismo.
O projeto de lei enviado ao Congresso Nacional, criando um limite para o crescimento da folha de pessoal, inclui o Judiciário e o Legislativo na mesma regra, o que vai ser um teste para a medida, já que esses dois Poderes sempre alegaram ter autonomia financeira.
Economistas criticam, porém, que o ideal não é que as despesas com pessoal estivessem parecidas com as de Fernando Henrique Cardoso, mas abaixo. E que, se a proposta de limitar o crescimento da folha não for aprovada, a tendência seria realmente a de descontrole nos próximos anos.
Projeções do economista Raul Velloso, especialista em contas públicas, apontam que, sem a aprovação do projeto de lei do governo, o gasto total de pessoal da União pode ficar em 6,5% do PIB em 2014.
Folha de S. Paulo
Apesar das críticas de descontrole no aumento das despesas com pessoal, a equipe econômica afirma que tem feito sua parte e que depende do Congresso Nacional para reduzir esses gastos.
Técnicos do governo fazem questão de mostrar dados indicando que os gastos com pessoal do governo Lula estariam, em relação ao PIB (Produto Interno Bruto), no mesmo patamar do governo FHC.
O pagamento de servidores do governo central em 2002, último do tucano, era de 4,8% do PIB. Em 2006, último ano do primeiro mandato de Lula, ficou em 4,5% do PIB.
No entanto os dados do governo mostram que a arrecadação de tributos federais e a carga tributária cresceram no governo petista quando comparadas com a gestão FHC.
Falta de controle
O principal problema, na avaliação da equipe econômica, é a falta de controle sobre os gastos de pessoal do Judiciário e do Legislativo. Os dois Poderes têm concedido a seus servidores aumentos superiores ao do Poder Executivo, fazendo crescer os gastos públicos com o funcionalismo.
O projeto de lei enviado ao Congresso Nacional, criando um limite para o crescimento da folha de pessoal, inclui o Judiciário e o Legislativo na mesma regra, o que vai ser um teste para a medida, já que esses dois Poderes sempre alegaram ter autonomia financeira.
Economistas criticam, porém, que o ideal não é que as despesas com pessoal estivessem parecidas com as de Fernando Henrique Cardoso, mas abaixo. E que, se a proposta de limitar o crescimento da folha não for aprovada, a tendência seria realmente a de descontrole nos próximos anos.
Projeções do economista Raul Velloso, especialista em contas públicas, apontam que, sem a aprovação do projeto de lei do governo, o gasto total de pessoal da União pode ficar em 6,5% do PIB em 2014.
Apesar das críticas de descontrole no aumento das despesas com pessoal, a equipe econômica afirma que tem feito sua parte e que depende do Congresso Nacional para reduzir esses gastos.
Técnicos do governo fazem questão de mostrar dados indicando que os gastos com pessoal do governo Lula estariam, em relação ao PIB (Produto Interno Bruto), no mesmo patamar do governo FHC.
O pagamento de servidores do governo central em 2002, último do tucano, era de 4,8% do PIB. Em 2006, último ano do primeiro mandato de Lula, ficou em 4,5% do PIB.
No entanto os dados do governo mostram que a arrecadação de tributos federais e a carga tributária cresceram no governo petista quando comparadas com a gestão FHC.
Falta de controle
O principal problema, na avaliação da equipe econômica, é a falta de controle sobre os gastos de pessoal do Judiciário e do Legislativo. Os dois Poderes têm concedido a seus servidores aumentos superiores ao do Poder Executivo, fazendo crescer os gastos públicos com o funcionalismo.
O projeto de lei enviado ao Congresso Nacional, criando um limite para o crescimento da folha de pessoal, inclui o Judiciário e o Legislativo na mesma regra, o que vai ser um teste para a medida, já que esses dois Poderes sempre alegaram ter autonomia financeira.
Economistas criticam, porém, que o ideal não é que as despesas com pessoal estivessem parecidas com as de Fernando Henrique Cardoso, mas abaixo. E que, se a proposta de limitar o crescimento da folha não for aprovada, a tendência seria realmente a de descontrole nos próximos anos.
Projeções do economista Raul Velloso, especialista em contas públicas, apontam que, sem a aprovação do projeto de lei do governo, o gasto total de pessoal da União pode ficar em 6,5% do PIB em 2014.