antigas Publicado: 29/08/2007 | 10:53

Chinaglia critica Palácio do Planalto

Gazeta Mercantil

O presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP) criticou ontem o Palácio do Planalto pelo excesso de medidas provisórias enviadas ao Congresso, repetindo o discurso da maioria dos partidos de oposição, principalmente o PSDB. "O Congresso acaba ficando sufocado com a edição de medidas provisórias", disse ontem Chinaglia, em entrevista na residência oficial da presidência da Câmara após a reunião com líderes partidários.

Durante a tarde, o presidente da Câmara anunciou que já está pronto o estudo que havia pedido à assessoria da Mesa Diretora sobre alterações na tramitação das medidas provisórias. Segundo o deputado petista, esse estudo será distribuído aos líderes e as mudanças propostas devem ser constitucionais.

Sobre a queixa da oposição de que os relatores das MP não aceitam suas emendas às MPs, Chinaglia declarou que oposição avalia o fato como orientação do governo, o que inviabiliza a negociação. "Qualquer que seja o relatório, ele é opinativo, e depende da maioria do plenário para ser aprovado", diz.

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O presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP) criticou ontem o Palácio do Planalto pelo excesso de medidas provisórias enviadas ao Congresso, repetindo o discurso da maioria dos partidos de oposição, principalmente o PSDB. "O Congresso acaba ficando sufocado com a edição de medidas provisórias", disse ontem Chinaglia, em entrevista na residência oficial da presidência da Câmara após a reunião com líderes partidários.

Durante a tarde, o presidente da Câmara anunciou que já está pronto o estudo que havia pedido à assessoria da Mesa Diretora sobre alterações na tramitação das medidas provisórias. Segundo o deputado petista, esse estudo será distribuído aos líderes e as mudanças propostas devem ser constitucionais.

Sobre a queixa da oposição de que os relatores das MP não aceitam suas emendas às MPs, Chinaglia declarou que oposição avalia o fato como orientação do governo, o que inviabiliza a negociação. "Qualquer que seja o relatório, ele é opinativo, e depende da maioria do plenário para ser aprovado", diz.