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Publicado: 11/09/2007 | 10:56
Governo autoriza vinda de trabalhadores chineses para a CSA
Sabrina Lorenzi
Gazeta Mercantil
Quarenta e oito chineses estão a caminho do Brasil para trabalhar na construção da Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), usina da alemã ThyssenKrupp em parceria com a Companhia Vale do Rio Doce. Dos 70 pedidos de vistos temporários de trabalho feitos pela siderúrgica, o governo barrou 22. Constatou que poderiam substituir operários brasileiros, sobretudo na construção civil. E a legislação só permite a contratação de estrangeiros para mão-de-obra sem a especificação necessária no País.
"Nós verificamos, detalhando bem a formação de cada profissional, que estes profissionais que tiveram vistos indeferidos viriam para executar a obra e não para supervisionar; havia indícios de substituição de mão-de-obra", afirma o coordenador-geral de Imigração do Ministério do Trabalho, Paulo Sérgio Almeida. O plano inicial da CSA é trazer 600 trabalhadores da China, numa espécie de pacote com o Citic Group, empresa fornecedora de equipamentos para a coqueria.
A importação de mão-de-obra juntamente com bens de capitais é comum na indústria brasileira, assim como a tentativa de empresas de trazer empregados com rendimentos menores com a justificativa de importar supervisores de obras.
Tanto que, no primeiro semestre deste ano, o Ministério aprovou 1.306 autorizações de vistos de trabalho para estrangeiros, sob condição de não substituírem profissionais brasileiros. Outros 687 foram barrados, justamente porque o Ministério do Trabalho entendeu que haviam trabalhadores brasileiros capazes das mesmas funções. A Mercer Consultoria mostra que um trabalhador brasileiro custa em média o dobro de um empregado chinês.
Os vistos concedidos aos profissionais estrangeiros valem para o período de um ano, com a possibilidade de prorrogar por mais um. Em julho, o Ministério autorizou a vinda de 38 dos 59 profissionais solicitados pela CSA. A siderúrgica pediu uma nova análise para os 21 barrados. Na semana passada, 10 dos 11 vistos pedidos foram liberados.
"Só podemos autorizar o trabalho de estrangeiros com mão-de-obra que não encontra similar no País, como o caso de supervisores dos equipamentos importados", explica o técnico do Ministério do Trabalho. "Muitas empresas, não só a CSA, têm necessidade de trazer equipes próprias dos fornecedores, pelo nível de conhecimento dos seus equipamentos. Nosso papel é reconhecer essa necessidade."
A CSA nega rumores de que os chineses já chegaram. A assessoria de imprensa informa que os únicos trabalhadores chineses no local são representantes da Citic, que já estão no Brasil há meses. Os chineses autorizados a trabalhar no canteiro de obras da siderúrgica ficarão instalados na própria siderúrgica.
Gazeta Mercantil
Quarenta e oito chineses estão a caminho do Brasil para trabalhar na construção da Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), usina da alemã ThyssenKrupp em parceria com a Companhia Vale do Rio Doce. Dos 70 pedidos de vistos temporários de trabalho feitos pela siderúrgica, o governo barrou 22. Constatou que poderiam substituir operários brasileiros, sobretudo na construção civil. E a legislação só permite a contratação de estrangeiros para mão-de-obra sem a especificação necessária no País.
"Nós verificamos, detalhando bem a formação de cada profissional, que estes profissionais que tiveram vistos indeferidos viriam para executar a obra e não para supervisionar; havia indícios de substituição de mão-de-obra", afirma o coordenador-geral de Imigração do Ministério do Trabalho, Paulo Sérgio Almeida. O plano inicial da CSA é trazer 600 trabalhadores da China, numa espécie de pacote com o Citic Group, empresa fornecedora de equipamentos para a coqueria.
A importação de mão-de-obra juntamente com bens de capitais é comum na indústria brasileira, assim como a tentativa de empresas de trazer empregados com rendimentos menores com a justificativa de importar supervisores de obras.
Tanto que, no primeiro semestre deste ano, o Ministério aprovou 1.306 autorizações de vistos de trabalho para estrangeiros, sob condição de não substituírem profissionais brasileiros. Outros 687 foram barrados, justamente porque o Ministério do Trabalho entendeu que haviam trabalhadores brasileiros capazes das mesmas funções. A Mercer Consultoria mostra que um trabalhador brasileiro custa em média o dobro de um empregado chinês.
Os vistos concedidos aos profissionais estrangeiros valem para o período de um ano, com a possibilidade de prorrogar por mais um. Em julho, o Ministério autorizou a vinda de 38 dos 59 profissionais solicitados pela CSA. A siderúrgica pediu uma nova análise para os 21 barrados. Na semana passada, 10 dos 11 vistos pedidos foram liberados.
"Só podemos autorizar o trabalho de estrangeiros com mão-de-obra que não encontra similar no País, como o caso de supervisores dos equipamentos importados", explica o técnico do Ministério do Trabalho. "Muitas empresas, não só a CSA, têm necessidade de trazer equipes próprias dos fornecedores, pelo nível de conhecimento dos seus equipamentos. Nosso papel é reconhecer essa necessidade."
A CSA nega rumores de que os chineses já chegaram. A assessoria de imprensa informa que os únicos trabalhadores chineses no local são representantes da Citic, que já estão no Brasil há meses. Os chineses autorizados a trabalhar no canteiro de obras da siderúrgica ficarão instalados na própria siderúrgica.
Sabrina Lorenzi
Gazeta Mercantil
Quarenta e oito chineses estão a caminho do Brasil para trabalhar na construção da Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), usina da alemã ThyssenKrupp em parceria com a Companhia Vale do Rio Doce. Dos 70 pedidos de vistos temporários de trabalho feitos pela siderúrgica, o governo barrou 22. Constatou que poderiam substituir operários brasileiros, sobretudo na construção civil. E a legislação só permite a contratação de estrangeiros para mão-de-obra sem a especificação necessária no País.
"Nós verificamos, detalhando bem a formação de cada profissional, que estes profissionais que tiveram vistos indeferidos viriam para executar a obra e não para supervisionar; havia indícios de substituição de mão-de-obra", afirma o coordenador-geral de Imigração do Ministério do Trabalho, Paulo Sérgio Almeida. O plano inicial da CSA é trazer 600 trabalhadores da China, numa espécie de pacote com o Citic Group, empresa fornecedora de equipamentos para a coqueria.
A importação de mão-de-obra juntamente com bens de capitais é comum na indústria brasileira, assim como a tentativa de empresas de trazer empregados com rendimentos menores com a justificativa de importar supervisores de obras.
Tanto que, no primeiro semestre deste ano, o Ministério aprovou 1.306 autorizações de vistos de trabalho para estrangeiros, sob condição de não substituírem profissionais brasileiros. Outros 687 foram barrados, justamente porque o Ministério do Trabalho entendeu que haviam trabalhadores brasileiros capazes das mesmas funções. A Mercer Consultoria mostra que um trabalhador brasileiro custa em média o dobro de um empregado chinês.
Os vistos concedidos aos profissionais estrangeiros valem para o período de um ano, com a possibilidade de prorrogar por mais um. Em julho, o Ministério autorizou a vinda de 38 dos 59 profissionais solicitados pela CSA. A siderúrgica pediu uma nova análise para os 21 barrados. Na semana passada, 10 dos 11 vistos pedidos foram liberados.
"Só podemos autorizar o trabalho de estrangeiros com mão-de-obra que não encontra similar no País, como o caso de supervisores dos equipamentos importados", explica o técnico do Ministério do Trabalho. "Muitas empresas, não só a CSA, têm necessidade de trazer equipes próprias dos fornecedores, pelo nível de conhecimento dos seus equipamentos. Nosso papel é reconhecer essa necessidade."
A CSA nega rumores de que os chineses já chegaram. A assessoria de imprensa informa que os únicos trabalhadores chineses no local são representantes da Citic, que já estão no Brasil há meses. Os chineses autorizados a trabalhar no canteiro de obras da siderúrgica ficarão instalados na própria siderúrgica.
Gazeta Mercantil
Quarenta e oito chineses estão a caminho do Brasil para trabalhar na construção da Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), usina da alemã ThyssenKrupp em parceria com a Companhia Vale do Rio Doce. Dos 70 pedidos de vistos temporários de trabalho feitos pela siderúrgica, o governo barrou 22. Constatou que poderiam substituir operários brasileiros, sobretudo na construção civil. E a legislação só permite a contratação de estrangeiros para mão-de-obra sem a especificação necessária no País.
"Nós verificamos, detalhando bem a formação de cada profissional, que estes profissionais que tiveram vistos indeferidos viriam para executar a obra e não para supervisionar; havia indícios de substituição de mão-de-obra", afirma o coordenador-geral de Imigração do Ministério do Trabalho, Paulo Sérgio Almeida. O plano inicial da CSA é trazer 600 trabalhadores da China, numa espécie de pacote com o Citic Group, empresa fornecedora de equipamentos para a coqueria.
A importação de mão-de-obra juntamente com bens de capitais é comum na indústria brasileira, assim como a tentativa de empresas de trazer empregados com rendimentos menores com a justificativa de importar supervisores de obras.
Tanto que, no primeiro semestre deste ano, o Ministério aprovou 1.306 autorizações de vistos de trabalho para estrangeiros, sob condição de não substituírem profissionais brasileiros. Outros 687 foram barrados, justamente porque o Ministério do Trabalho entendeu que haviam trabalhadores brasileiros capazes das mesmas funções. A Mercer Consultoria mostra que um trabalhador brasileiro custa em média o dobro de um empregado chinês.
Os vistos concedidos aos profissionais estrangeiros valem para o período de um ano, com a possibilidade de prorrogar por mais um. Em julho, o Ministério autorizou a vinda de 38 dos 59 profissionais solicitados pela CSA. A siderúrgica pediu uma nova análise para os 21 barrados. Na semana passada, 10 dos 11 vistos pedidos foram liberados.
"Só podemos autorizar o trabalho de estrangeiros com mão-de-obra que não encontra similar no País, como o caso de supervisores dos equipamentos importados", explica o técnico do Ministério do Trabalho. "Muitas empresas, não só a CSA, têm necessidade de trazer equipes próprias dos fornecedores, pelo nível de conhecimento dos seus equipamentos. Nosso papel é reconhecer essa necessidade."
A CSA nega rumores de que os chineses já chegaram. A assessoria de imprensa informa que os únicos trabalhadores chineses no local são representantes da Citic, que já estão no Brasil há meses. Os chineses autorizados a trabalhar no canteiro de obras da siderúrgica ficarão instalados na própria siderúrgica.