antigas
Publicado: 18/09/2007 | 10:00
Renan vai a Lula renegociar sua permanência no cargo
Karla Correia
Gazeta Mercantil
O senador dirá que sua presença não deve prejudicar a prorrogação da CPMF. Salvo por um acordo que garantiu a interferência do governo no plenário do Senado em favor de sua absolvição - negociada em troca de uma retirada estratégica da presidência da Casa para garantir a paz necessária à votação da CPMF -, Renan Calheiros (PMDB-AL) vai hoje ao gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva expor seus argumentos para permanecer no cargo, apesar do que foi acordado com o Palácio do Planalto.
Renan se fiará no resultado da votação que o absolveu no plenário da Casa para demonstrar ao presidente que ainda tem trânsito entre a oposição - essencial no momento em que o governo precisa de todas as garantias possíveis para aprovar a prorrogação da CPMF no Congresso. E deixará claro a Lula que não tem a menor intenção de se afastar do Senado.
Horas depois de ser absolvido, Renan foi sondado por emissários do Palácio do Planalto sobre a possibilidade de seu afastamento. O primeiro a abordá-lo sobre a questão foi o colega de partido, senador José Sarney (AP). Depois, foi a vez do líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB), sinalizar a vontade de Lula - o licenciamento de Renan, para garantir um clima tranqüilo no Senado que não interfira na votação da prorrogação da CPMF. A ele e a outros enviados do governo, o presidente do Senado deixou claro que não dará espaço para discutir licenciamento ou renúncia.
Isso porque Renan não confia no PT. Observou uma parcela da legenda do presidente Lula se articular pela sua cassação - que facilitaria o caminho do vice-presidente, o petista Tião Viana (AC) à presidência. Teme que uma eventual licença do cargo acabe por criar ambiente para renovar a pressão por sua renúncia. Renan já expôs seu incômodo com os petistas do governo.
Para o restante do Senado, a estratégia de Renan é erguer bandeira branca, de forma a refazer relações importantes com a oposição a tempo de garantir votos a favor da prorrogação da CPMF - hoje prioridade zero do Palácio do Planalto. Nos cálculos da líder do governo no Congresso, senadora Roseana Sarney (PMDB-MA) a PEC que prorroga a CPMF para 2011 só chegará à Casa em meados de outubro. Hoje, admite Tião Viana, o governo não conta, dentro de sua própria base, com votos suficientes para aprovar a proposta. São necessários 49 votos no Senado para prorrogar a CPMF, Tião Viana acredita que hoje o governo conta com 41 votos.
Gazeta Mercantil
O senador dirá que sua presença não deve prejudicar a prorrogação da CPMF. Salvo por um acordo que garantiu a interferência do governo no plenário do Senado em favor de sua absolvição - negociada em troca de uma retirada estratégica da presidência da Casa para garantir a paz necessária à votação da CPMF -, Renan Calheiros (PMDB-AL) vai hoje ao gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva expor seus argumentos para permanecer no cargo, apesar do que foi acordado com o Palácio do Planalto.
Renan se fiará no resultado da votação que o absolveu no plenário da Casa para demonstrar ao presidente que ainda tem trânsito entre a oposição - essencial no momento em que o governo precisa de todas as garantias possíveis para aprovar a prorrogação da CPMF no Congresso. E deixará claro a Lula que não tem a menor intenção de se afastar do Senado.
Horas depois de ser absolvido, Renan foi sondado por emissários do Palácio do Planalto sobre a possibilidade de seu afastamento. O primeiro a abordá-lo sobre a questão foi o colega de partido, senador José Sarney (AP). Depois, foi a vez do líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB), sinalizar a vontade de Lula - o licenciamento de Renan, para garantir um clima tranqüilo no Senado que não interfira na votação da prorrogação da CPMF. A ele e a outros enviados do governo, o presidente do Senado deixou claro que não dará espaço para discutir licenciamento ou renúncia.
Isso porque Renan não confia no PT. Observou uma parcela da legenda do presidente Lula se articular pela sua cassação - que facilitaria o caminho do vice-presidente, o petista Tião Viana (AC) à presidência. Teme que uma eventual licença do cargo acabe por criar ambiente para renovar a pressão por sua renúncia. Renan já expôs seu incômodo com os petistas do governo.
Para o restante do Senado, a estratégia de Renan é erguer bandeira branca, de forma a refazer relações importantes com a oposição a tempo de garantir votos a favor da prorrogação da CPMF - hoje prioridade zero do Palácio do Planalto. Nos cálculos da líder do governo no Congresso, senadora Roseana Sarney (PMDB-MA) a PEC que prorroga a CPMF para 2011 só chegará à Casa em meados de outubro. Hoje, admite Tião Viana, o governo não conta, dentro de sua própria base, com votos suficientes para aprovar a proposta. São necessários 49 votos no Senado para prorrogar a CPMF, Tião Viana acredita que hoje o governo conta com 41 votos.
Karla Correia
Gazeta Mercantil
O senador dirá que sua presença não deve prejudicar a prorrogação da CPMF. Salvo por um acordo que garantiu a interferência do governo no plenário do Senado em favor de sua absolvição - negociada em troca de uma retirada estratégica da presidência da Casa para garantir a paz necessária à votação da CPMF -, Renan Calheiros (PMDB-AL) vai hoje ao gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva expor seus argumentos para permanecer no cargo, apesar do que foi acordado com o Palácio do Planalto.
Renan se fiará no resultado da votação que o absolveu no plenário da Casa para demonstrar ao presidente que ainda tem trânsito entre a oposição - essencial no momento em que o governo precisa de todas as garantias possíveis para aprovar a prorrogação da CPMF no Congresso. E deixará claro a Lula que não tem a menor intenção de se afastar do Senado.
Horas depois de ser absolvido, Renan foi sondado por emissários do Palácio do Planalto sobre a possibilidade de seu afastamento. O primeiro a abordá-lo sobre a questão foi o colega de partido, senador José Sarney (AP). Depois, foi a vez do líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB), sinalizar a vontade de Lula - o licenciamento de Renan, para garantir um clima tranqüilo no Senado que não interfira na votação da prorrogação da CPMF. A ele e a outros enviados do governo, o presidente do Senado deixou claro que não dará espaço para discutir licenciamento ou renúncia.
Isso porque Renan não confia no PT. Observou uma parcela da legenda do presidente Lula se articular pela sua cassação - que facilitaria o caminho do vice-presidente, o petista Tião Viana (AC) à presidência. Teme que uma eventual licença do cargo acabe por criar ambiente para renovar a pressão por sua renúncia. Renan já expôs seu incômodo com os petistas do governo.
Para o restante do Senado, a estratégia de Renan é erguer bandeira branca, de forma a refazer relações importantes com a oposição a tempo de garantir votos a favor da prorrogação da CPMF - hoje prioridade zero do Palácio do Planalto. Nos cálculos da líder do governo no Congresso, senadora Roseana Sarney (PMDB-MA) a PEC que prorroga a CPMF para 2011 só chegará à Casa em meados de outubro. Hoje, admite Tião Viana, o governo não conta, dentro de sua própria base, com votos suficientes para aprovar a proposta. São necessários 49 votos no Senado para prorrogar a CPMF, Tião Viana acredita que hoje o governo conta com 41 votos.
Gazeta Mercantil
O senador dirá que sua presença não deve prejudicar a prorrogação da CPMF. Salvo por um acordo que garantiu a interferência do governo no plenário do Senado em favor de sua absolvição - negociada em troca de uma retirada estratégica da presidência da Casa para garantir a paz necessária à votação da CPMF -, Renan Calheiros (PMDB-AL) vai hoje ao gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva expor seus argumentos para permanecer no cargo, apesar do que foi acordado com o Palácio do Planalto.
Renan se fiará no resultado da votação que o absolveu no plenário da Casa para demonstrar ao presidente que ainda tem trânsito entre a oposição - essencial no momento em que o governo precisa de todas as garantias possíveis para aprovar a prorrogação da CPMF no Congresso. E deixará claro a Lula que não tem a menor intenção de se afastar do Senado.
Horas depois de ser absolvido, Renan foi sondado por emissários do Palácio do Planalto sobre a possibilidade de seu afastamento. O primeiro a abordá-lo sobre a questão foi o colega de partido, senador José Sarney (AP). Depois, foi a vez do líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB), sinalizar a vontade de Lula - o licenciamento de Renan, para garantir um clima tranqüilo no Senado que não interfira na votação da prorrogação da CPMF. A ele e a outros enviados do governo, o presidente do Senado deixou claro que não dará espaço para discutir licenciamento ou renúncia.
Isso porque Renan não confia no PT. Observou uma parcela da legenda do presidente Lula se articular pela sua cassação - que facilitaria o caminho do vice-presidente, o petista Tião Viana (AC) à presidência. Teme que uma eventual licença do cargo acabe por criar ambiente para renovar a pressão por sua renúncia. Renan já expôs seu incômodo com os petistas do governo.
Para o restante do Senado, a estratégia de Renan é erguer bandeira branca, de forma a refazer relações importantes com a oposição a tempo de garantir votos a favor da prorrogação da CPMF - hoje prioridade zero do Palácio do Planalto. Nos cálculos da líder do governo no Congresso, senadora Roseana Sarney (PMDB-MA) a PEC que prorroga a CPMF para 2011 só chegará à Casa em meados de outubro. Hoje, admite Tião Viana, o governo não conta, dentro de sua própria base, com votos suficientes para aprovar a proposta. São necessários 49 votos no Senado para prorrogar a CPMF, Tião Viana acredita que hoje o governo conta com 41 votos.