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Publicado: 18/09/2007 | 10:53
Funcionários mantêm greve
Jornal do Brasil
Os funcionários dos Correios permanecem em greve. A informação é do comando de negociação da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos (Fentect), depois de reunião com a diretoria da estatal ontem à tarde. A estatal, por sua vez, vai recorrer ao Tribunal Superior do Trabalho (TST) para que a greve seja julgada.
Segundo José Gonçalves, um dos representantes da Fentect nas negociações, a estatal avançou na proposta quanto à assistência médica e auxílio-creche, mas manteve a posição em relação à questão financeira.
A greve continua. Os sindicatos estão reunidos para apreciar a proposta, mas a orientação é manter a greve - avisou o sindicalista.
Com a iniciativa de recorrer ao TST, os Correios buscam a conciliação judicial, por meio de uma ação de dissídio coletivo, que é uma alternativa para questões não solucionadas pela negociação direta entre as partes.
Em greve desde a última quarta-feira, os profissionais dos Correios não aceitaram até o momento as propostas feitas pela diretoria da estatal que prevê em abono de R$ 400 e um vale-alimentação extra de R$ 391 em dezembro e reajuste de 3,74%.
O sindicato pede reajuste de 47,77% como reposição de perdas salariais do período de 1994 até hoje, um aumento linear de R$ 200, a negociação do plano de cargos e salários para a estatal e a contratação de mais 25 mil funcionários, em especial para o setor operacional.
Segundo a assessoria de imprensa dos Correios, estão paralisados 12 mil carteiros, mil operadores de carga e 386 motoristas - 20% do efetivo. A adesão, conforme o comando de greve dos trabalhadores, atinge 24 Estados e o Distrito Federal - pouco mais de 80% dos funcionários.
A direção dos Correios informou que mais de mil toneladas de correspondências estão acumuladas nas centrais de entrega devido à greve dos funcionários. Nos primeiros cinco dias de paralisação, 12 milhões de entregas deixaram de ser feitas. As agências postais estão funcionando normalmente, já que a maior parte dos atendentes é terceirizada. Porém, não são aceitos produtos Sedex 10 e Sedex Hoje - todas elas fixam prazos de entrega, que não podem ter garantia de cumprimento por causa da adesão à greve mais forte no setor de distribuição e entre os carteiros.
Jornal do Brasil
Os funcionários dos Correios permanecem em greve. A informação é do comando de negociação da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos (Fentect), depois de reunião com a diretoria da estatal ontem à tarde. A estatal, por sua vez, vai recorrer ao Tribunal Superior do Trabalho (TST) para que a greve seja julgada.
Segundo José Gonçalves, um dos representantes da Fentect nas negociações, a estatal avançou na proposta quanto à assistência médica e auxílio-creche, mas manteve a posição em relação à questão financeira.
A greve continua. Os sindicatos estão reunidos para apreciar a proposta, mas a orientação é manter a greve - avisou o sindicalista.
Com a iniciativa de recorrer ao TST, os Correios buscam a conciliação judicial, por meio de uma ação de dissídio coletivo, que é uma alternativa para questões não solucionadas pela negociação direta entre as partes.
Em greve desde a última quarta-feira, os profissionais dos Correios não aceitaram até o momento as propostas feitas pela diretoria da estatal que prevê em abono de R$ 400 e um vale-alimentação extra de R$ 391 em dezembro e reajuste de 3,74%.
O sindicato pede reajuste de 47,77% como reposição de perdas salariais do período de 1994 até hoje, um aumento linear de R$ 200, a negociação do plano de cargos e salários para a estatal e a contratação de mais 25 mil funcionários, em especial para o setor operacional.
Segundo a assessoria de imprensa dos Correios, estão paralisados 12 mil carteiros, mil operadores de carga e 386 motoristas - 20% do efetivo. A adesão, conforme o comando de greve dos trabalhadores, atinge 24 Estados e o Distrito Federal - pouco mais de 80% dos funcionários.
A direção dos Correios informou que mais de mil toneladas de correspondências estão acumuladas nas centrais de entrega devido à greve dos funcionários. Nos primeiros cinco dias de paralisação, 12 milhões de entregas deixaram de ser feitas. As agências postais estão funcionando normalmente, já que a maior parte dos atendentes é terceirizada. Porém, não são aceitos produtos Sedex 10 e Sedex Hoje - todas elas fixam prazos de entrega, que não podem ter garantia de cumprimento por causa da adesão à greve mais forte no setor de distribuição e entre os carteiros.