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Publicado: 19/09/2007 | 09:46
Greve dos Correios será decidida no TST
Jornal do Brasil
A greve dos Correios ficará a partir de hoje a cargo do Tribunal Superior do Trabalho (TST), conforme disse o presidente da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), Carlos Custódio, durante a reunião fechada com a Comando Nacional de Negociação do movimento grevista. A ECT entrará com uma ação no TST pedindo dissídio de greve e retirando todas as propostas antes aceitas pelos grevistas, como antecipação do 13º salário e assistência médica estendida a pais e mães de funcionários.
Ontem à tarde, o ministro das Comunicações, Hélio Costa, propôs aos grevistas que aceitassem R$ 10 de aumento a partir de 1º de abril, além de R$ 50 em janeiro e aumento de 3,74%. Os grevistas, que reivindicam reajuste real de R$ 20%, rejeitaram a proposta. Eles foram chamados pelo presidente da ECT para comunicar os próximos procedimentos.
A proposta foi verbal, sequer colocaram no papel - diz o dirigentes da Fentect, Francisco José Nunes. - Mas nem precisariam. Todos acharam que foi deboche. Com isso, eles estão incitando ainda mais a revolta.
A empresa planeja ainda contratar cerca de 3 mil trabalhadores temporários para não comprometer a atividade dos Correios até o fim da greve. Segundo a ECT, as reivindicações somariam uma despesa anual de R$ 24 bilhões, o correspondente a três vezes o faturamento da estatal. A folha de pagamento dos 108 mil funcionários consome hoje cerca de 60% da receita dos Correios.
Jornal do Brasil
A greve dos Correios ficará a partir de hoje a cargo do Tribunal Superior do Trabalho (TST), conforme disse o presidente da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), Carlos Custódio, durante a reunião fechada com a Comando Nacional de Negociação do movimento grevista. A ECT entrará com uma ação no TST pedindo dissídio de greve e retirando todas as propostas antes aceitas pelos grevistas, como antecipação do 13º salário e assistência médica estendida a pais e mães de funcionários.
Ontem à tarde, o ministro das Comunicações, Hélio Costa, propôs aos grevistas que aceitassem R$ 10 de aumento a partir de 1º de abril, além de R$ 50 em janeiro e aumento de 3,74%. Os grevistas, que reivindicam reajuste real de R$ 20%, rejeitaram a proposta. Eles foram chamados pelo presidente da ECT para comunicar os próximos procedimentos.
A proposta foi verbal, sequer colocaram no papel - diz o dirigentes da Fentect, Francisco José Nunes. - Mas nem precisariam. Todos acharam que foi deboche. Com isso, eles estão incitando ainda mais a revolta.
A empresa planeja ainda contratar cerca de 3 mil trabalhadores temporários para não comprometer a atividade dos Correios até o fim da greve. Segundo a ECT, as reivindicações somariam uma despesa anual de R$ 24 bilhões, o correspondente a três vezes o faturamento da estatal. A folha de pagamento dos 108 mil funcionários consome hoje cerca de 60% da receita dos Correios.