antigas Publicado: 4/10/2007 | 09:22

Bancários suspendem greve

Luciano Pires
Correio Braziliense

Um dia após o início da paralisação, que teve baixa adesão, funcionários dos bancos decidem voltar a discutir as propostas dos patrões. Apenas agências da Caixa Econômica Federal mantêm movimento

Divididos e depois de uma assembléia tensa, os bancários do Distrito Federal decidiram ontem suspender parcialmente a greve. A categoria aceitou retomar as discussões das propostas de reajuste apresentadas por patrões e governo. Agências do Banco do Brasil (BB), Banco de Brasília (BRB), além dos bancos privados, devem abrir normalmente hoje. A paralisação por tempo indeterminado se mantém apenas na Caixa Econômica Federal.

A adesão no DF foi pequena. Mesmo no BB e na Caixa o atendimento ao público se manteve inalterado em muitas agências. Nos bancos particulares a participação foi ainda menor. Com a interrupção da greve, os trabalhadores vão avaliar o acordo proposto pelos banqueiros.

A oferta da Federação dos Bancos (Fenaban) é de aumento de 6%, o que representa uma elevação real de 1,13% nos salários e demais verbas como vale-refeição e cesta-alimentação. As instituições financeiras se comprometeram a aumentar em 20% o valor adicional na Participação nos Lucros e Resultados (PLR). No Banco do Brasil, a proposta é de aumento real no Plano de Cargos e Salários. A correção será de 10,08% em todos os níveis contra inflação de 4,82%. Os funcionários do BB têm mesa de negociação separada.

No início da noite de ontem a Caixa Econômica Federal, que ainda não havia apresentado proposta específica, chamou o comando de greve para negociar. Até o fechamento da edição o diálogo com os representantes dos bancários não havia terminado.

Luciano Pires
Correio Braziliense

Um dia após o início da paralisação, que teve baixa adesão, funcionários dos bancos decidem voltar a discutir as propostas dos patrões. Apenas agências da Caixa Econômica Federal mantêm movimento

Divididos e depois de uma assembléia tensa, os bancários do Distrito Federal decidiram ontem suspender parcialmente a greve. A categoria aceitou retomar as discussões das propostas de reajuste apresentadas por patrões e governo. Agências do Banco do Brasil (BB), Banco de Brasília (BRB), além dos bancos privados, devem abrir normalmente hoje. A paralisação por tempo indeterminado se mantém apenas na Caixa Econômica Federal.

A adesão no DF foi pequena. Mesmo no BB e na Caixa o atendimento ao público se manteve inalterado em muitas agências. Nos bancos particulares a participação foi ainda menor. Com a interrupção da greve, os trabalhadores vão avaliar o acordo proposto pelos banqueiros.

A oferta da Federação dos Bancos (Fenaban) é de aumento de 6%, o que representa uma elevação real de 1,13% nos salários e demais verbas como vale-refeição e cesta-alimentação. As instituições financeiras se comprometeram a aumentar em 20% o valor adicional na Participação nos Lucros e Resultados (PLR). No Banco do Brasil, a proposta é de aumento real no Plano de Cargos e Salários. A correção será de 10,08% em todos os níveis contra inflação de 4,82%. Os funcionários do BB têm mesa de negociação separada.

No início da noite de ontem a Caixa Econômica Federal, que ainda não havia apresentado proposta específica, chamou o comando de greve para negociar. Até o fechamento da edição o diálogo com os representantes dos bancários não havia terminado.