antigas Publicado: 10/10/2007 | 09:29

Professores parados

Edna Simão
Correio Braziliense

Representantes do Sindicato dos Professores em Estabelecimentos Particulares em Ensino no Distrito Federal (Sinproep) e das Faculdades Integradas Unicesp participam hoje de nova reunião no Ministério Público do Trabalho para tentar agilizar o pagamento dos salários atrasados dos 300 docentes da instituição. Desde março deste ano tem sido comum a demora no repasse das remunerações mensais.

Revoltados com a situação, na segunda-feira à noite, os professores da Unicesp decidiram fazer uma paralisação até que os salários, referentes a setembro, fossem depositados. Os funcionários deveriam ter recebido a remuneração até sexta-feira passada. A reitora da Unicesp, Ana Angélica Gonçalvez Paiva, informou que a situação está sendo resolvida e os trabalhadores receberão o salário o mais rápido possível. As justificativas para a demora são briga interna entre sócios e aumento da inadimplência.

O professor da universidade e diretor de assuntos educacionais do Sinproep, José Augusto Pacheco, afirmou que os docentes estão cansados das promessas descumpridas. “Não queríamos fazer greve para não prejudicar os alunos”, lamentou. A reitora frisou que nem todos os professores estão parados e que algumas aulas estão sendo dadas normalmente.

Edna Simão
Correio Braziliense

Representantes do Sindicato dos Professores em Estabelecimentos Particulares em Ensino no Distrito Federal (Sinproep) e das Faculdades Integradas Unicesp participam hoje de nova reunião no Ministério Público do Trabalho para tentar agilizar o pagamento dos salários atrasados dos 300 docentes da instituição. Desde março deste ano tem sido comum a demora no repasse das remunerações mensais.

Revoltados com a situação, na segunda-feira à noite, os professores da Unicesp decidiram fazer uma paralisação até que os salários, referentes a setembro, fossem depositados. Os funcionários deveriam ter recebido a remuneração até sexta-feira passada. A reitora da Unicesp, Ana Angélica Gonçalvez Paiva, informou que a situação está sendo resolvida e os trabalhadores receberão o salário o mais rápido possível. As justificativas para a demora são briga interna entre sócios e aumento da inadimplência.

O professor da universidade e diretor de assuntos educacionais do Sinproep, José Augusto Pacheco, afirmou que os docentes estão cansados das promessas descumpridas. “Não queríamos fazer greve para não prejudicar os alunos”, lamentou. A reitora frisou que nem todos os professores estão parados e que algumas aulas estão sendo dadas normalmente.