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Publicado: 16/10/2007 | 11:22
Emprego: maior alta desde abril de 2005
Jornal do Brasil
O nível de emprego na indústria subiu pelo segundo mês consecutivo em agosto, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em relação ao mesmo mês do ano passado, o emprego apresentou crescimento de 2,2% - a maior taxa desde abril de 2005 (3,2%). Completou-se uma seqüência de 14 taxas positivas nessa comparação. Em agosto, o índice apontou alta de 0,2% ante o mês anterior, na série livre das influências sazonais, o que representa uma desaceleração frente a julho (0,7%).
No ano, atinge alta de 1,6%, e no acumulado dos últimos 12 meses, 1,2%. No confronto com agosto do ano passado, o contingente de trabalhadores cresceu em 12 dos 18 segmentos e em nove dos 14 locais pesquisados.
Setorialmente, os maiores impactos positivos, na média nacional, vieram de alimentos e bebidas (4,2%), meios de transporte (9,6%) e máquinas e equipamentos (8,8%).
Por região, São Paulo (4,1%) exerceu a maior contribuição no total do país, com resultados positivos em 12 ramos industriais. Coube ao setor de máquinas e equipamentos (9,9%) a principal pressão positiva. Em menor medida, Paraná (4,2%) e Minas Gerais (2,6%) também exerceram influências favoráveis no segmento da indústria automobilística, cujo incremento no emprego foi de 29,7% e 16%, respectivamente.
Em sentido contrário, Pernambuco (-4,1%) exerceu a maior pressão negativa entre as áreas pesquisadas. Setorialmente, no total do país, calçados e artigos de couro (-9,6%), madeira (-7,7%) e vestuário (-2,6%) foram os ramos com as principais influências negativas na formação da taxa global.
Nos oito primeiros meses do ano, 13 locais e 12 segmentos realizaram contratações. São Paulo (2,6%), Nordeste (1,7%) e Paraná (2,4%) representaram as contribuições positivas mais importantes, enquanto Rio Grande do Sul (-0,9%) exibiu a única taxa negativa.
Segundo o IBGE, "as diversas comparações mostram evolução positiva do indicador do pessoal ocupado na indústria, acompanhando o desempenho observado no ritmo da atividade industrial".
O número de horas pagas aos trabalhadores da indústria subiu 0,2% em agosto frente a julho, na série livre dos efeitos sazonais.
Jornal do Brasil
O nível de emprego na indústria subiu pelo segundo mês consecutivo em agosto, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em relação ao mesmo mês do ano passado, o emprego apresentou crescimento de 2,2% - a maior taxa desde abril de 2005 (3,2%). Completou-se uma seqüência de 14 taxas positivas nessa comparação. Em agosto, o índice apontou alta de 0,2% ante o mês anterior, na série livre das influências sazonais, o que representa uma desaceleração frente a julho (0,7%).
No ano, atinge alta de 1,6%, e no acumulado dos últimos 12 meses, 1,2%. No confronto com agosto do ano passado, o contingente de trabalhadores cresceu em 12 dos 18 segmentos e em nove dos 14 locais pesquisados.
Setorialmente, os maiores impactos positivos, na média nacional, vieram de alimentos e bebidas (4,2%), meios de transporte (9,6%) e máquinas e equipamentos (8,8%).
Por região, São Paulo (4,1%) exerceu a maior contribuição no total do país, com resultados positivos em 12 ramos industriais. Coube ao setor de máquinas e equipamentos (9,9%) a principal pressão positiva. Em menor medida, Paraná (4,2%) e Minas Gerais (2,6%) também exerceram influências favoráveis no segmento da indústria automobilística, cujo incremento no emprego foi de 29,7% e 16%, respectivamente.
Em sentido contrário, Pernambuco (-4,1%) exerceu a maior pressão negativa entre as áreas pesquisadas. Setorialmente, no total do país, calçados e artigos de couro (-9,6%), madeira (-7,7%) e vestuário (-2,6%) foram os ramos com as principais influências negativas na formação da taxa global.
Nos oito primeiros meses do ano, 13 locais e 12 segmentos realizaram contratações. São Paulo (2,6%), Nordeste (1,7%) e Paraná (2,4%) representaram as contribuições positivas mais importantes, enquanto Rio Grande do Sul (-0,9%) exibiu a única taxa negativa.
Segundo o IBGE, "as diversas comparações mostram evolução positiva do indicador do pessoal ocupado na indústria, acompanhando o desempenho observado no ritmo da atividade industrial".
O número de horas pagas aos trabalhadores da indústria subiu 0,2% em agosto frente a julho, na série livre dos efeitos sazonais.