antigas Publicado: 12/11/2007 | 10:08

União ganha nova carreira

Maria Eugênia
Jornal de Brasília

Por ato do presidente do Congresso Nacional, em exercício, deputado Narcio Rodrigues, foi promulgada a Lei 11.539 , que cria a carreira de analista de Infra-Estrutura, estruturada nas classes A, B e Especial; e o cargo isolado de especialista em Infra-Estrutura Sênior, estruturado em classe única. Ambos exigem escolaridade de nível superior, com conhecimentos de pós-graduação. Além disso, para o Especialista, é exigida experiência mínima de 12 anos em atribuições equivalentes à do cargo. Os novos servidores, que serão contratados por meio de concurso público, a ser autorizado em breve, terão atribuições voltadas às atividades de planejamento, coordenação, fiscalização, assistência técnica e execução de projetos e obras de grande porte. Todos deverão atuar nos projetos previstos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A lei cria 300 cargos. Serão abertas, inicialmente, 84 vagas para especialista; e 216 para analista. A remuneração total de especialista sênior poderá ser superior a R$ 10 mil. Já na carreira de analista de Infra-Estrutura, a remuneração inicial está em torno de R$ 5,5 mil.

Plano deve ser fechado amanhã


Está confirmada para amanhã, às 20h, uma reunião no Ministério do Planejamento com representantes da Cultura, e servidores. O governo apresentou minuta de termo de compromisso com as alterações propostas pelos servidores e, a versão final do plano de cargos deve ser o tema central da reunião. Mesmo próximos de um acordo, muitas críticas ainda são feitas pelos servidores que devem continuar reivindicando questões pendentes em sua pauta de negociações. O governo continuou negando solicitações feitas pela categoria como a correção financeira da tabela salarial, que será implementada em três etapas, terminando apenas em 2010. O Ministério do Planejamento alega que essas correções já estão contempladas no projeto e que este é um procedimento padrão que vem adotando com todas as categorias. A gratificação de desempenho também deve continuar com os mesmos percentuais: 80% institucional e 20% individual. Sobre a questão levantada pelos servidores se o desenvolvimento da carreira e o tempo para promoção e progressão poderiam ser reduzidos de 18 para 12 meses, também houve rejeição do governo. Este seria um ponto que pode avançar posteriormente.

Maria Eugênia
Jornal de Brasília

Por ato do presidente do Congresso Nacional, em exercício, deputado Narcio Rodrigues, foi promulgada a Lei 11.539 , que cria a carreira de analista de Infra-Estrutura, estruturada nas classes A, B e Especial; e o cargo isolado de especialista em Infra-Estrutura Sênior, estruturado em classe única. Ambos exigem escolaridade de nível superior, com conhecimentos de pós-graduação. Além disso, para o Especialista, é exigida experiência mínima de 12 anos em atribuições equivalentes à do cargo. Os novos servidores, que serão contratados por meio de concurso público, a ser autorizado em breve, terão atribuições voltadas às atividades de planejamento, coordenação, fiscalização, assistência técnica e execução de projetos e obras de grande porte. Todos deverão atuar nos projetos previstos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A lei cria 300 cargos. Serão abertas, inicialmente, 84 vagas para especialista; e 216 para analista. A remuneração total de especialista sênior poderá ser superior a R$ 10 mil. Já na carreira de analista de Infra-Estrutura, a remuneração inicial está em torno de R$ 5,5 mil.

Plano deve ser fechado amanhã


Está confirmada para amanhã, às 20h, uma reunião no Ministério do Planejamento com representantes da Cultura, e servidores. O governo apresentou minuta de termo de compromisso com as alterações propostas pelos servidores e, a versão final do plano de cargos deve ser o tema central da reunião. Mesmo próximos de um acordo, muitas críticas ainda são feitas pelos servidores que devem continuar reivindicando questões pendentes em sua pauta de negociações. O governo continuou negando solicitações feitas pela categoria como a correção financeira da tabela salarial, que será implementada em três etapas, terminando apenas em 2010. O Ministério do Planejamento alega que essas correções já estão contempladas no projeto e que este é um procedimento padrão que vem adotando com todas as categorias. A gratificação de desempenho também deve continuar com os mesmos percentuais: 80% institucional e 20% individual. Sobre a questão levantada pelos servidores se o desenvolvimento da carreira e o tempo para promoção e progressão poderiam ser reduzidos de 18 para 12 meses, também houve rejeição do governo. Este seria um ponto que pode avançar posteriormente.