antigas Publicado: 28/11/2007 | 10:42

Centrais pressionam Senado a favor do imposto sindical

Folha de S. Paulo

Pressionado pelas centrais sindicais, o Senado pode votar hoje ou amanhã, no plenário, o projeto que regulariza a situação das entidades, derrubando a emenda aprovada pela Câmara que aboliu o desconto obrigatório da contribuição sindical.
Os três relatores do projeto nas comissões do Senado -Francisco Dornelles (PP-RJ), Lúcia Vânia (PSDB-GO) e Paulo Paim (PT-RS)- fecharam acordo para levar a votação direto ao plenário.
Ontem, a votação foi adiada depois que Dornelles, que relata o projeto na CAE (Comissão de Assuntos Econômicos), apresentou seu parecer, mas houve um pedido de "vista" coletivo.
O adiamento foi articulado pelas centrais sindicais e pelo próprio Dornelles, que querem dar preferência à aprovação do relatório de Paim, relator na CAS (Comissão de Assuntos Econômicos), por ser a versão que mais agrada aos sindicatos, mantém o imposto sindical e evitar a fiscalização dos recursos pelo TCU (Tribunal de Contas da União).
O deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho, que também é presidente da Força Sindical, disse que as centrais estudam formas de o dinheiro do imposto ser fiscalizado pelos próprios trabalhadores.

Folha de S. Paulo

Pressionado pelas centrais sindicais, o Senado pode votar hoje ou amanhã, no plenário, o projeto que regulariza a situação das entidades, derrubando a emenda aprovada pela Câmara que aboliu o desconto obrigatório da contribuição sindical.
Os três relatores do projeto nas comissões do Senado -Francisco Dornelles (PP-RJ), Lúcia Vânia (PSDB-GO) e Paulo Paim (PT-RS)- fecharam acordo para levar a votação direto ao plenário.
Ontem, a votação foi adiada depois que Dornelles, que relata o projeto na CAE (Comissão de Assuntos Econômicos), apresentou seu parecer, mas houve um pedido de "vista" coletivo.
O adiamento foi articulado pelas centrais sindicais e pelo próprio Dornelles, que querem dar preferência à aprovação do relatório de Paim, relator na CAS (Comissão de Assuntos Econômicos), por ser a versão que mais agrada aos sindicatos, mantém o imposto sindical e evitar a fiscalização dos recursos pelo TCU (Tribunal de Contas da União).
O deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho, que também é presidente da Força Sindical, disse que as centrais estudam formas de o dinheiro do imposto ser fiscalizado pelos próprios trabalhadores.