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Publicado: 13/12/2007 | 12:00
Planalto já cogita reduzir o superávit
Folha de São Paulo
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva cogita reduzir a meta de superávit primário (na prática, a economia que o governo faz para pagar os juros de sua dívida). A Folha ouviu no Planalto que Lula não cortaria gastos para compensar a perda da arrecadação. A elevação de outros impostos e a mudança de finalidade de alguns tributos, como os do Sistema S, estão no "plano B".
A Fazenda estuda aumentar impostos como CSLL (Contribuição Social sobre Lucro Líquido), principalmente sobre bancos, e IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). Analisa acabar com repasse de R$ 24 bilhões extras para a saúde nos próximos quatro anos.
Segundo um auxiliar direto, Lula diminuiria a meta anual de superávit, hoje em 3,8% do PIB, manteria o montante previsto no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e deixaria para o futuro presidente a realização de ajuste fiscal. A
A avaliação no governo é de que com o PIB a 5% nos próximos anos, um superávit de 3,5% manteria o processo de redução da pública.
Folha de São Paulo
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva cogita reduzir a meta de superávit primário (na prática, a economia que o governo faz para pagar os juros de sua dívida). A Folha ouviu no Planalto que Lula não cortaria gastos para compensar a perda da arrecadação. A elevação de outros impostos e a mudança de finalidade de alguns tributos, como os do Sistema S, estão no "plano B".
A Fazenda estuda aumentar impostos como CSLL (Contribuição Social sobre Lucro Líquido), principalmente sobre bancos, e IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). Analisa acabar com repasse de R$ 24 bilhões extras para a saúde nos próximos quatro anos.
Segundo um auxiliar direto, Lula diminuiria a meta anual de superávit, hoje em 3,8% do PIB, manteria o montante previsto no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e deixaria para o futuro presidente a realização de ajuste fiscal. A
A avaliação no governo é de que com o PIB a 5% nos próximos anos, um superávit de 3,5% manteria o processo de redução da pública.