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Publicado: 8/01/2008 | 08:39
"País terá de cortar na veia outra vez", diz Lula
LETÍCIA SANDER
Folha de S. Paulo
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem em seu programa semanal de rádio, o Café com o Presidente", que em virtude do fim da CPMF o país terá de "cortar na veia outra vez", e que isso valerá para os Três Poderes. Ele não especificou quanto o Executivo, o Legislativo e o Judiciário terão de deixar de gastar, mas confirmou que os cortes, no total, chegarão a R$ 20 bilhões.
Foi a primeira vez que o presidente falou publicamente sobre o anúncio das medidas para compensar a perda da CPMF. Na semana passada, coube aos ministros Guido Mantega (Fazenda) e Paulo Bernardo (Planejamento) falar sobre os aumentos de impostos e cortes.
Ontem, no programa, Lula justificou o aumento de 9% para 15% da CSLL (Contribuição Social sobre Lucro Líquido) dos bancos e ressaltou que "os banqueiros não reclamaram".
"E não reclamaram por quê? Porque os bancos tiveram muito lucro nesses últimos anos. Agora, os bancos estão ganhando, eles vão poder pagar um pouco mais. E nós resolvemos, então, taxar o lucro líquido desses bancos", argumentou.
Não deu maiores explicações sobre o aumento da alíquota do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), outro item do pacote anunciado. O presidente disse apenas que o governo espera arrecadar cerca de R$ 10 bilhões com o aumento dos dois impostos, e que irá cortar outros R$ 20 bilhões. Com a CPMF, o governo arrecadava cerca de R$ 38 bilhões anuais.
"Os outros 10, nós achamos que com o crescimento da economia, com mais gente pagando imposto, com modernização da receita, a gente vai poder arrecadar", afirmou. Antes de o governo anunciar as medidas, o presidente havia declarado ter "ojeriza" à palavra pacote.
Ontem ele voltou a dizer que programas sociais serão mantidos e prometeu uma "revolução silenciosa" na educação.
Folha de S. Paulo
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem em seu programa semanal de rádio, o Café com o Presidente", que em virtude do fim da CPMF o país terá de "cortar na veia outra vez", e que isso valerá para os Três Poderes. Ele não especificou quanto o Executivo, o Legislativo e o Judiciário terão de deixar de gastar, mas confirmou que os cortes, no total, chegarão a R$ 20 bilhões.
Foi a primeira vez que o presidente falou publicamente sobre o anúncio das medidas para compensar a perda da CPMF. Na semana passada, coube aos ministros Guido Mantega (Fazenda) e Paulo Bernardo (Planejamento) falar sobre os aumentos de impostos e cortes.
Ontem, no programa, Lula justificou o aumento de 9% para 15% da CSLL (Contribuição Social sobre Lucro Líquido) dos bancos e ressaltou que "os banqueiros não reclamaram".
"E não reclamaram por quê? Porque os bancos tiveram muito lucro nesses últimos anos. Agora, os bancos estão ganhando, eles vão poder pagar um pouco mais. E nós resolvemos, então, taxar o lucro líquido desses bancos", argumentou.
Não deu maiores explicações sobre o aumento da alíquota do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), outro item do pacote anunciado. O presidente disse apenas que o governo espera arrecadar cerca de R$ 10 bilhões com o aumento dos dois impostos, e que irá cortar outros R$ 20 bilhões. Com a CPMF, o governo arrecadava cerca de R$ 38 bilhões anuais.
"Os outros 10, nós achamos que com o crescimento da economia, com mais gente pagando imposto, com modernização da receita, a gente vai poder arrecadar", afirmou. Antes de o governo anunciar as medidas, o presidente havia declarado ter "ojeriza" à palavra pacote.
Ontem ele voltou a dizer que programas sociais serão mantidos e prometeu uma "revolução silenciosa" na educação.
LETÍCIA SANDER
Folha de S. Paulo
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem em seu programa semanal de rádio, o Café com o Presidente", que em virtude do fim da CPMF o país terá de "cortar na veia outra vez", e que isso valerá para os Três Poderes. Ele não especificou quanto o Executivo, o Legislativo e o Judiciário terão de deixar de gastar, mas confirmou que os cortes, no total, chegarão a R$ 20 bilhões.
Foi a primeira vez que o presidente falou publicamente sobre o anúncio das medidas para compensar a perda da CPMF. Na semana passada, coube aos ministros Guido Mantega (Fazenda) e Paulo Bernardo (Planejamento) falar sobre os aumentos de impostos e cortes.
Ontem, no programa, Lula justificou o aumento de 9% para 15% da CSLL (Contribuição Social sobre Lucro Líquido) dos bancos e ressaltou que "os banqueiros não reclamaram".
"E não reclamaram por quê? Porque os bancos tiveram muito lucro nesses últimos anos. Agora, os bancos estão ganhando, eles vão poder pagar um pouco mais. E nós resolvemos, então, taxar o lucro líquido desses bancos", argumentou.
Não deu maiores explicações sobre o aumento da alíquota do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), outro item do pacote anunciado. O presidente disse apenas que o governo espera arrecadar cerca de R$ 10 bilhões com o aumento dos dois impostos, e que irá cortar outros R$ 20 bilhões. Com a CPMF, o governo arrecadava cerca de R$ 38 bilhões anuais.
"Os outros 10, nós achamos que com o crescimento da economia, com mais gente pagando imposto, com modernização da receita, a gente vai poder arrecadar", afirmou. Antes de o governo anunciar as medidas, o presidente havia declarado ter "ojeriza" à palavra pacote.
Ontem ele voltou a dizer que programas sociais serão mantidos e prometeu uma "revolução silenciosa" na educação.
Folha de S. Paulo
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem em seu programa semanal de rádio, o Café com o Presidente", que em virtude do fim da CPMF o país terá de "cortar na veia outra vez", e que isso valerá para os Três Poderes. Ele não especificou quanto o Executivo, o Legislativo e o Judiciário terão de deixar de gastar, mas confirmou que os cortes, no total, chegarão a R$ 20 bilhões.
Foi a primeira vez que o presidente falou publicamente sobre o anúncio das medidas para compensar a perda da CPMF. Na semana passada, coube aos ministros Guido Mantega (Fazenda) e Paulo Bernardo (Planejamento) falar sobre os aumentos de impostos e cortes.
Ontem, no programa, Lula justificou o aumento de 9% para 15% da CSLL (Contribuição Social sobre Lucro Líquido) dos bancos e ressaltou que "os banqueiros não reclamaram".
"E não reclamaram por quê? Porque os bancos tiveram muito lucro nesses últimos anos. Agora, os bancos estão ganhando, eles vão poder pagar um pouco mais. E nós resolvemos, então, taxar o lucro líquido desses bancos", argumentou.
Não deu maiores explicações sobre o aumento da alíquota do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), outro item do pacote anunciado. O presidente disse apenas que o governo espera arrecadar cerca de R$ 10 bilhões com o aumento dos dois impostos, e que irá cortar outros R$ 20 bilhões. Com a CPMF, o governo arrecadava cerca de R$ 38 bilhões anuais.
"Os outros 10, nós achamos que com o crescimento da economia, com mais gente pagando imposto, com modernização da receita, a gente vai poder arrecadar", afirmou. Antes de o governo anunciar as medidas, o presidente havia declarado ter "ojeriza" à palavra pacote.
Ontem ele voltou a dizer que programas sociais serão mantidos e prometeu uma "revolução silenciosa" na educação.
