antigas Publicado: 16/01/2008 | 11:07

Militares planejam mobilização contra Lula por salários

JOSÉ MASCHIO
Folha de S. Paulo

Insatisfeitos com os baixos salários, militares das Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica) estão sendo mobilizados para um protesto, marcado para o dia 31, contra o governo. Eles querem equiparação salarial com a Polícia Federal e o fim "do sucateamento das Forças Armadas".
Oficialmente, a organização dos protestos do dia 31, chamado de "dia D", é atribuído à Unemfa (União Nacional das Esposas de Militares das Forças Armadas), mas em quartéis do sul do Brasil circula, desde ontem, cópias de um manifesto que prega, além do protesto por melhores condições, uma insurgência contra o presidente Lula e alguns ministros.
Um dos organizadores do "dia D", o ex-capitão Luís Fernando Silva, disse que "o protesto será ordeiro e pacífico e qualquer outro posicionamento vai depender da reação do governo". O Ministério da Defesa disse não reconhecer qualquer movimento de insatisfação das tropas. Segundo Silva, a idéia é organizar protestos em Brasília, Rio e "duas outras capitais ainda não definidas".
Ivone Luzardo, presidenta da Unemfa, no entanto, concorda com o manifesto, que prega "manter as autoridades da área econômica e o presidente da República imobilizados, sem meios de locomoção terrestre e comunicações".

JOSÉ MASCHIO
Folha de S. Paulo

Insatisfeitos com os baixos salários, militares das Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica) estão sendo mobilizados para um protesto, marcado para o dia 31, contra o governo. Eles querem equiparação salarial com a Polícia Federal e o fim "do sucateamento das Forças Armadas".
Oficialmente, a organização dos protestos do dia 31, chamado de "dia D", é atribuído à Unemfa (União Nacional das Esposas de Militares das Forças Armadas), mas em quartéis do sul do Brasil circula, desde ontem, cópias de um manifesto que prega, além do protesto por melhores condições, uma insurgência contra o presidente Lula e alguns ministros.
Um dos organizadores do "dia D", o ex-capitão Luís Fernando Silva, disse que "o protesto será ordeiro e pacífico e qualquer outro posicionamento vai depender da reação do governo". O Ministério da Defesa disse não reconhecer qualquer movimento de insatisfação das tropas. Segundo Silva, a idéia é organizar protestos em Brasília, Rio e "duas outras capitais ainda não definidas".
Ivone Luzardo, presidenta da Unemfa, no entanto, concorda com o manifesto, que prega "manter as autoridades da área econômica e o presidente da República imobilizados, sem meios de locomoção terrestre e comunicações".