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Publicado: 17/01/2008 | 10:41
Reforma política deve debater a suplência
Jornal do Brasil
A proposta de disciplinar a suplência de senadores, em discussão na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, deve esbarrar na Mesa Diretora da Casa. O presidente, Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), descartou ontem a hipótese de debater de forma isolada limites para a figura do suplente e disse que essa discussão só seria viável dentro do contexto da reforma política.
Do contrário seria casuísmo - afirmou Garibaldi, fazendo referência ao caso do filho e suplente do senador Edison Lobão (PMDB-MA), Edison Lobão Júnior (DEM-MA), suspeito de usar laranjas para ocultar dívidas de uma empresa de sua propriedade, de envolvimento com irregularidades na concessão de emissoras de rádio e televisão e de sonegar impostos.
O segundo suplente de Lobão, Remi Ribeiro, também teria problemas com a Justiça. É investigado por crimes de peculato e responsabilidade e por apropriação indébita de recursos públicos.
O presidente do Senado ressaltou, contudo, que as acusações que pesam sobre Lobão Filho precisarão ser esclarecidas assim que a Casa retornar do recesso parlamentar, em meados de fevereiro. Segundo Garibaldi, a Mesa Diretora do Senado deverá se reunir para ouvir as explicações dadas pelo suplente sobre as acusações de sonegação de impostos.
O filho do senador Edison Lobão está tendo sua vida varrida por denúncias que precisam ser esclarecidas - acredita.
Para o presidente do Senado, os problemas envolvendo Lobão Filho não influenciariam na nomeação de seu pai para o ministério de Minas e Energia. Muito menos a ameaça de uma nova crise energética no país e a inexperiência do senador no setor.
Eu não teria ido ao Palácio do Planalto com outras lideranças peemedebista para indicá-lo se não acreditasse que ele fará o que precisa ser feito - afirmou Garibaldi.
Jornal do Brasil
A proposta de disciplinar a suplência de senadores, em discussão na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, deve esbarrar na Mesa Diretora da Casa. O presidente, Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), descartou ontem a hipótese de debater de forma isolada limites para a figura do suplente e disse que essa discussão só seria viável dentro do contexto da reforma política.
Do contrário seria casuísmo - afirmou Garibaldi, fazendo referência ao caso do filho e suplente do senador Edison Lobão (PMDB-MA), Edison Lobão Júnior (DEM-MA), suspeito de usar laranjas para ocultar dívidas de uma empresa de sua propriedade, de envolvimento com irregularidades na concessão de emissoras de rádio e televisão e de sonegar impostos.
O segundo suplente de Lobão, Remi Ribeiro, também teria problemas com a Justiça. É investigado por crimes de peculato e responsabilidade e por apropriação indébita de recursos públicos.
O presidente do Senado ressaltou, contudo, que as acusações que pesam sobre Lobão Filho precisarão ser esclarecidas assim que a Casa retornar do recesso parlamentar, em meados de fevereiro. Segundo Garibaldi, a Mesa Diretora do Senado deverá se reunir para ouvir as explicações dadas pelo suplente sobre as acusações de sonegação de impostos.
O filho do senador Edison Lobão está tendo sua vida varrida por denúncias que precisam ser esclarecidas - acredita.
Para o presidente do Senado, os problemas envolvendo Lobão Filho não influenciariam na nomeação de seu pai para o ministério de Minas e Energia. Muito menos a ameaça de uma nova crise energética no país e a inexperiência do senador no setor.
Eu não teria ido ao Palácio do Planalto com outras lideranças peemedebista para indicá-lo se não acreditasse que ele fará o que precisa ser feito - afirmou Garibaldi.