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Publicado: 25/01/2008 | 08:59
Ajustes no primeiro escalão do GDF
Lilian Tahan
Correio Braziliense
Correio Braziliense
Secretaria de Ação Social deve ser desmembrada e as pastas de Cidadania e Planejamento, redefinidas
O governador José Roberto Arruda pretende fazer alguns ajustes no primeiro escalão do GDF nas próximas semanas. Entre as possibilidades, cogita desmembrar a Secretaria de Ação Social e Trabalho, eleger prioridades na pasta de Cidadania e Justiça e dividir tarefas no Planejamento e Gestão. A idéia central para as alterações é distribuir funções que sobrecarregaram os secretários responsáveis pelos temas.
Arruda avalia que a junção de algumas áreas não produziu o efeito esperado no início de 2006. Na época, ele tomou a medida para enxugar a máquina. Uma das preocupações do chefe do Executivo agora é conciliar a necessidade de aumentar a eficiência administrativa do governo sem passar a impressão de retrocesso na iniciativa de diminuir gastos. “Qualquer mudança terá a limitação do custo”, comenta um integrante do GDF próximo a Arruda.
As alterações ainda não têm data para ocorrer. Mas diferentes secretários de governo já ouviram de Arruda a intenção de modificar o atual modelo. Um deles, inclusive, concorda que em determinadas situações a sobrecarga compromete o resultado. “Não há como lidar com mil e um assuntos e para todos eles conseguir um bom retorno. Isso é humanamente impossível”, diz o titular da pasta de Cidadania e Justiça, Raimundo Ribeiro.
A opinião do secretário é referendada por especialistas em gestão pública. O professor da faculdade de administração da Universidade de Brasília (UnB) Gileno Marcelino diz que “é comum em pastas com dois ou mais temas amplos, um dos assuntos ficar em segundo plano”. Para o professor titular da Escola Brasileira de Administração Pública da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Enrique Saravia “respostas como agilidade e eficiência em muitos casos estão vinculadas à descentralização dos órgãos e autonomia dos gestores”.
Lilian Tahan
Correio Braziliense
Correio Braziliense
Secretaria de Ação Social deve ser desmembrada e as pastas de Cidadania e Planejamento, redefinidas
O governador José Roberto Arruda pretende fazer alguns ajustes no primeiro escalão do GDF nas próximas semanas. Entre as possibilidades, cogita desmembrar a Secretaria de Ação Social e Trabalho, eleger prioridades na pasta de Cidadania e Justiça e dividir tarefas no Planejamento e Gestão. A idéia central para as alterações é distribuir funções que sobrecarregaram os secretários responsáveis pelos temas.
Arruda avalia que a junção de algumas áreas não produziu o efeito esperado no início de 2006. Na época, ele tomou a medida para enxugar a máquina. Uma das preocupações do chefe do Executivo agora é conciliar a necessidade de aumentar a eficiência administrativa do governo sem passar a impressão de retrocesso na iniciativa de diminuir gastos. “Qualquer mudança terá a limitação do custo”, comenta um integrante do GDF próximo a Arruda.
As alterações ainda não têm data para ocorrer. Mas diferentes secretários de governo já ouviram de Arruda a intenção de modificar o atual modelo. Um deles, inclusive, concorda que em determinadas situações a sobrecarga compromete o resultado. “Não há como lidar com mil e um assuntos e para todos eles conseguir um bom retorno. Isso é humanamente impossível”, diz o titular da pasta de Cidadania e Justiça, Raimundo Ribeiro.
A opinião do secretário é referendada por especialistas em gestão pública. O professor da faculdade de administração da Universidade de Brasília (UnB) Gileno Marcelino diz que “é comum em pastas com dois ou mais temas amplos, um dos assuntos ficar em segundo plano”. Para o professor titular da Escola Brasileira de Administração Pública da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Enrique Saravia “respostas como agilidade e eficiência em muitos casos estão vinculadas à descentralização dos órgãos e autonomia dos gestores”.