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Publicado: 7/02/2008 | 08:30
Despesas na Marinha
Edson Luiz
Correio Braziliense
Correio Braziliense
Somente três funcionários ligados ao Estado-Maior da Marinha, pagaram com cartão corporativo do governo, quase R$ 20 mil em hotéis de luxo no Rio, Brasília e Manaus. Além disso, foram consumidos R$ 5,3 mil em refeições nos principais restaurantes da capital fluminense e do Distrito Federal. Os valores, que somados chegam a quase R$ 25 mil, foram resultado de despesa do ano passado. A Marinha justifica os gastos alegando que eles foram contraídos durante visita de delegações estrangeiras, mas nas despesas também constam outros tipos de pagamentos, como lojas de chocolates e comércio de venda de roupas.
Em setembro do ano passado, somente em dois eventos, uma das três funcionárias pagou R$ 3.050 na churrascaria Porcão e no Selvagem Café, estabelecimentos da Zona Sul do Rio. Cinco dias depois, a mesma servidora fez despesas de R$ 2.558 com o cartão corporativo da Força, ao pagar despesas em dois hotéis de luxo do Rio, que uma das contas ficou em R$ 7.291 e foi quitada no dia 6 de setembro. Quatro dias depois, outra despesa de R$ 7.824 foi feita no mesmo hotel.
No Portal da Transparência da Controladoria-Geral da União (CGU) constam os valores das despesas, mas não se detalha com o que elas foram contraídas, a não às relacionadas aos gastos com hotéis e refeições. Entre as várias despesas constam compra de flores, chocolate e gastos pequenos em lojas de departamentos e supermercados. Também há saques na boca do caixa em dias que há pagamentos com o cartão corporativo. Normalmente, todas as despesas contraídas pelos funcionários são nos mesmos estabelecimentos.
Segundo o Centro de Comunicação Social da Marinha, o uso dos cartões corporativos foi decorrente de visitas oficiais, especialmente de autoridades de outras congêneres internacionais, percorrendo organizações militares em todo o país. “Nessas situações, o tratamento considera o princípio da reciprocidade entre os países, incluindo gastos com acomodações, locomoções, refeições em eventos protocolares e troca simbólica de lembranças representativas”, informou a Marinha. A Força justificou pelo menos seis visitas de autoridades estrangeiras no segundo semestre de 2007, quando os gatos foram maiores.
SINUCA DE BICO
O Ministério das Comunicações informou ontem que vai abrir investigação para apurar a responsabilidade pela reforma de uma mesa de sinuca paga por meio de cartão corporativo. O ministério ainda não sabe quem autorizou a reforma e ameaça demitir o responsável. A fatura, de maio do ano passado, revela um pagamento de R$ 1.400 em favor da DF Sinucas. A nota diz que a mesa é de propriedade do ministério desde 1992. A mesa, que fica na sala dos motoristas do ministério, é usada por funcionários dos setores de serviços gerais durante as horas de folga, segundo a nota.
SINUCA DE BICO
O Ministério das Comunicações informou ontem que vai abrir investigação para apurar a responsabilidade pela reforma de uma mesa de sinuca paga por meio de cartão corporativo. O ministério ainda não sabe quem autorizou a reforma e ameaça demitir o responsável. A fatura, de maio do ano passado, revela um pagamento de R$ 1.400 em favor da DF Sinucas. A nota diz que a mesa é de propriedade do ministério desde 1992. A mesa, que fica na sala dos motoristas do ministério, é usada por funcionários dos setores de serviços gerais durante as horas de folga, segundo a nota.
Edson Luiz
Correio Braziliense
Correio Braziliense
Somente três funcionários ligados ao Estado-Maior da Marinha, pagaram com cartão corporativo do governo, quase R$ 20 mil em hotéis de luxo no Rio, Brasília e Manaus. Além disso, foram consumidos R$ 5,3 mil em refeições nos principais restaurantes da capital fluminense e do Distrito Federal. Os valores, que somados chegam a quase R$ 25 mil, foram resultado de despesa do ano passado. A Marinha justifica os gastos alegando que eles foram contraídos durante visita de delegações estrangeiras, mas nas despesas também constam outros tipos de pagamentos, como lojas de chocolates e comércio de venda de roupas.
Em setembro do ano passado, somente em dois eventos, uma das três funcionárias pagou R$ 3.050 na churrascaria Porcão e no Selvagem Café, estabelecimentos da Zona Sul do Rio. Cinco dias depois, a mesma servidora fez despesas de R$ 2.558 com o cartão corporativo da Força, ao pagar despesas em dois hotéis de luxo do Rio, que uma das contas ficou em R$ 7.291 e foi quitada no dia 6 de setembro. Quatro dias depois, outra despesa de R$ 7.824 foi feita no mesmo hotel.
No Portal da Transparência da Controladoria-Geral da União (CGU) constam os valores das despesas, mas não se detalha com o que elas foram contraídas, a não às relacionadas aos gastos com hotéis e refeições. Entre as várias despesas constam compra de flores, chocolate e gastos pequenos em lojas de departamentos e supermercados. Também há saques na boca do caixa em dias que há pagamentos com o cartão corporativo. Normalmente, todas as despesas contraídas pelos funcionários são nos mesmos estabelecimentos.
Segundo o Centro de Comunicação Social da Marinha, o uso dos cartões corporativos foi decorrente de visitas oficiais, especialmente de autoridades de outras congêneres internacionais, percorrendo organizações militares em todo o país. “Nessas situações, o tratamento considera o princípio da reciprocidade entre os países, incluindo gastos com acomodações, locomoções, refeições em eventos protocolares e troca simbólica de lembranças representativas”, informou a Marinha. A Força justificou pelo menos seis visitas de autoridades estrangeiras no segundo semestre de 2007, quando os gatos foram maiores.
SINUCA DE BICO
O Ministério das Comunicações informou ontem que vai abrir investigação para apurar a responsabilidade pela reforma de uma mesa de sinuca paga por meio de cartão corporativo. O ministério ainda não sabe quem autorizou a reforma e ameaça demitir o responsável. A fatura, de maio do ano passado, revela um pagamento de R$ 1.400 em favor da DF Sinucas. A nota diz que a mesa é de propriedade do ministério desde 1992. A mesa, que fica na sala dos motoristas do ministério, é usada por funcionários dos setores de serviços gerais durante as horas de folga, segundo a nota.
SINUCA DE BICO
O Ministério das Comunicações informou ontem que vai abrir investigação para apurar a responsabilidade pela reforma de uma mesa de sinuca paga por meio de cartão corporativo. O ministério ainda não sabe quem autorizou a reforma e ameaça demitir o responsável. A fatura, de maio do ano passado, revela um pagamento de R$ 1.400 em favor da DF Sinucas. A nota diz que a mesa é de propriedade do ministério desde 1992. A mesa, que fica na sala dos motoristas do ministério, é usada por funcionários dos setores de serviços gerais durante as horas de folga, segundo a nota.