antigas Publicado: 15/02/2008 | 10:16

Lula defende redução de jornada

Karla Correia

Jornal do Brasil

Cobrado por centrais sindicais, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu a redução da jornada de trabalho de 44 horas semanais para 40 horas, objeto de campanha dos sindicatos para aumentar a absorção de jovens sem experiência anterior no mercado de trabalho. O governo, contudo, não apoiará o envio da proposta ao Congresso, para evitar que o debate se transforme em "mais um embate" entre governo e oposição.

- Se for apenas uma proposta do governo, isso iria se tornar um embate entre governo e oposição e o povo ficaria alheio assistindo o discurso - argumentou Lula, em solenidade de assinatura de mensagem ao Congresso pela aprovação das convenções 151 e 158 da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

A convenção 151 garante a servidores públicos o direito à organização sindical e à negociação das condições de trabalho com os empregadores. A segunda convenção (158) veda a dispensa do trabalhador sem justa causa e já foi ratificada pelo Congresso, em 1996, mas suspensa pelo presidente Fernando Henrique Cardoso.

Lula também se esquivou de firmar o abaixo-assinado apresentado pelo presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique da Silva, que lembrou, em discurso, que foi o próprio presidente Lula o idealizador da manifestação pela redução da jornada de trabalho.

Durante a solenidade, Lula comemorou os números da economia e afirmou que está em fase final de discussão a inclusão de trabalhadores nos conselhos de administração de empresas públicas, e prometeu a apresentação da proposta até o fim de março.

Karla Correia

Jornal do Brasil

Cobrado por centrais sindicais, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu a redução da jornada de trabalho de 44 horas semanais para 40 horas, objeto de campanha dos sindicatos para aumentar a absorção de jovens sem experiência anterior no mercado de trabalho. O governo, contudo, não apoiará o envio da proposta ao Congresso, para evitar que o debate se transforme em "mais um embate" entre governo e oposição.

- Se for apenas uma proposta do governo, isso iria se tornar um embate entre governo e oposição e o povo ficaria alheio assistindo o discurso - argumentou Lula, em solenidade de assinatura de mensagem ao Congresso pela aprovação das convenções 151 e 158 da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

A convenção 151 garante a servidores públicos o direito à organização sindical e à negociação das condições de trabalho com os empregadores. A segunda convenção (158) veda a dispensa do trabalhador sem justa causa e já foi ratificada pelo Congresso, em 1996, mas suspensa pelo presidente Fernando Henrique Cardoso.

Lula também se esquivou de firmar o abaixo-assinado apresentado pelo presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique da Silva, que lembrou, em discurso, que foi o próprio presidente Lula o idealizador da manifestação pela redução da jornada de trabalho.

Durante a solenidade, Lula comemorou os números da economia e afirmou que está em fase final de discussão a inclusão de trabalhadores nos conselhos de administração de empresas públicas, e prometeu a apresentação da proposta até o fim de março.