antigas Publicado: 18/02/2008 | 08:45

Furto não afeta economia, diz Lula

Jornal do Brasil

O presidente Lula acredita que, embora não haja prejuízo econômico com o furto de dados da Petrobras, é preciso saber se haverá dano estratégico. "São apenas três empresas no mundo que fazem esse tipo de trabalho", afirmou, em entrevista na base brasileira da Antártica. "Roubaram um software com informações que eram segredo de Estado. É uma coisa grave que estamos investigando".

Ao falar hoje sobre o furto de computadores da Petrobras, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que, do ponto de vista econômico, não haverá prejuízo para o Brasil. Segundo ele, o objetivo agora é saber se haverá danos na estratégica nacional sobre o tema.

- O dado concreto é que a Petrobras já tem todas as informações que ela precisava ter sobre o Júpiter e sobre o Tupi. Portanto, quem roubou não roubou nada que a Petrobras não conhecesse ainda. Do ponto de vista dos interesses econômicos do Brasil não tem problema. Do ponto de vista estratégico é que estamos querendo saber o que aconteceu de verdade porque são apenas três empresas no mundo que trabalham com esse tipo de trabalho, de prospecção, de estudos - afirmou o presidente, em entrevista na base brasileira na Antártida.

Lula pediu cautela e cuidado na investigação sobre o furto de quatro computadores portáteis e dois discos rígidos com informações sigilosas da Petrobras que estavam sob responsabilidade da empresa americana Halliburton.

- Roubaram um software que continha informações que eram um segredo de Estado. É uma coisa grave que estamos investigando. Nessa altura do campeonato, o que vale não é o palpite. O que vale é a investigação séria que estamos fazendo para apurar o que aconteceu de fato - enfatizou Lula quando questionado se tal ação pode afetar a Petrobras e o processo industrial.

No material, furtado em 1º de fevereiro, havia dados sobre as recentes descobertas de reservas de óleo e gás, entre elas a do campo de Tupi, na bacia de Santos, a maior já descoberta no país. O Planalto avalia que a ação pode ter sido organizada por uma quadrilha internacional especializada na busca de informações sigilosas, que seriam vendidas a empresas ou governos.

- Temos de ter muito cuidado para não falar de forma precipitada. É uma coisa minuciosa porque não sabemos ainda onde foi roubado, é uma coisa difícil de ser roubada porque estava dentro de um contêiner. Temos de aguardar com uma certa tranqüilidade as investigações. Não fazer insinuações acusando qualquer pessoa ou inocentando qualquer pessoa. Por enquanto, estamos em fase de investigação.

Jornal do Brasil

O presidente Lula acredita que, embora não haja prejuízo econômico com o furto de dados da Petrobras, é preciso saber se haverá dano estratégico. "São apenas três empresas no mundo que fazem esse tipo de trabalho", afirmou, em entrevista na base brasileira da Antártica. "Roubaram um software com informações que eram segredo de Estado. É uma coisa grave que estamos investigando".

Ao falar hoje sobre o furto de computadores da Petrobras, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que, do ponto de vista econômico, não haverá prejuízo para o Brasil. Segundo ele, o objetivo agora é saber se haverá danos na estratégica nacional sobre o tema.

- O dado concreto é que a Petrobras já tem todas as informações que ela precisava ter sobre o Júpiter e sobre o Tupi. Portanto, quem roubou não roubou nada que a Petrobras não conhecesse ainda. Do ponto de vista dos interesses econômicos do Brasil não tem problema. Do ponto de vista estratégico é que estamos querendo saber o que aconteceu de verdade porque são apenas três empresas no mundo que trabalham com esse tipo de trabalho, de prospecção, de estudos - afirmou o presidente, em entrevista na base brasileira na Antártida.

Lula pediu cautela e cuidado na investigação sobre o furto de quatro computadores portáteis e dois discos rígidos com informações sigilosas da Petrobras que estavam sob responsabilidade da empresa americana Halliburton.

- Roubaram um software que continha informações que eram um segredo de Estado. É uma coisa grave que estamos investigando. Nessa altura do campeonato, o que vale não é o palpite. O que vale é a investigação séria que estamos fazendo para apurar o que aconteceu de fato - enfatizou Lula quando questionado se tal ação pode afetar a Petrobras e o processo industrial.

No material, furtado em 1º de fevereiro, havia dados sobre as recentes descobertas de reservas de óleo e gás, entre elas a do campo de Tupi, na bacia de Santos, a maior já descoberta no país. O Planalto avalia que a ação pode ter sido organizada por uma quadrilha internacional especializada na busca de informações sigilosas, que seriam vendidas a empresas ou governos.

- Temos de ter muito cuidado para não falar de forma precipitada. É uma coisa minuciosa porque não sabemos ainda onde foi roubado, é uma coisa difícil de ser roubada porque estava dentro de um contêiner. Temos de aguardar com uma certa tranqüilidade as investigações. Não fazer insinuações acusando qualquer pessoa ou inocentando qualquer pessoa. Por enquanto, estamos em fase de investigação.