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Publicado: 7/03/2008 | 09:09
CPMI dos Cartões é instalada. E já trabalha na terça-feira
Jornal do Brasil
Parlamentares de fidelidade já comprovada no painel eletrônico das duas casas, colhidos no meio do chamado baixo clero da Câmara e do Senado, vão ocupar a maioria das vagas do governo na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), que investigará o uso dos cartões corporativos pelo Executivo federal. Uma das mais experientes em investigações parlamentares é a senadora Serys Slhessarenko (PT-MT), que participou de três CPIs na Assembléia Legislativa do Estado. A base governista detém 16 dos 24 assentos da CPI, aberta oficialmente, ontem, pelo presidente do Senado, Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN).
Maior estrela
No lado da oposição, a grande aposta é a presidente da CPI, Marisa Serrano (PSDB-MS), que ganhou destaque dar parecer favorável à cassação do senador Renan Calheiros (PMDB-AL), no Conselho de Ética de Ética, em um dos processos pela perda de mandato do então presidente da Casa que correram no ano passado. Mas as escolhas da ala adversária ao governo privilegiaram a experiência dos parlamentares, como o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), que relatou a CPI do Apagão Aéreo e participou da CPMI dos Correios.
Os trabalhos da comissão só começam na próxima terça-feira, quando a CPI será instalada. Membro mais velho da CPI, o deputado Antônio Roberto (PV-MG), 65 anos, presidirá a sessão que elegerá Marisa Serrano presidente da comissão e o deputado Luiz Sérgio (PT-PE) para a relatoria, confirmando acordo entre governo e oposição que possibilitou a abertura de uma comissão mista para investigar os cartões sem a instalação de uma CPI paralela, só do Senado, com o mesmo objeto de apuração, como ameaçou a ala oposicionista.
Jornal do Brasil
Parlamentares de fidelidade já comprovada no painel eletrônico das duas casas, colhidos no meio do chamado baixo clero da Câmara e do Senado, vão ocupar a maioria das vagas do governo na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), que investigará o uso dos cartões corporativos pelo Executivo federal. Uma das mais experientes em investigações parlamentares é a senadora Serys Slhessarenko (PT-MT), que participou de três CPIs na Assembléia Legislativa do Estado. A base governista detém 16 dos 24 assentos da CPI, aberta oficialmente, ontem, pelo presidente do Senado, Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN).
Maior estrela
No lado da oposição, a grande aposta é a presidente da CPI, Marisa Serrano (PSDB-MS), que ganhou destaque dar parecer favorável à cassação do senador Renan Calheiros (PMDB-AL), no Conselho de Ética de Ética, em um dos processos pela perda de mandato do então presidente da Casa que correram no ano passado. Mas as escolhas da ala adversária ao governo privilegiaram a experiência dos parlamentares, como o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), que relatou a CPI do Apagão Aéreo e participou da CPMI dos Correios.
Os trabalhos da comissão só começam na próxima terça-feira, quando a CPI será instalada. Membro mais velho da CPI, o deputado Antônio Roberto (PV-MG), 65 anos, presidirá a sessão que elegerá Marisa Serrano presidente da comissão e o deputado Luiz Sérgio (PT-PE) para a relatoria, confirmando acordo entre governo e oposição que possibilitou a abertura de uma comissão mista para investigar os cartões sem a instalação de uma CPI paralela, só do Senado, com o mesmo objeto de apuração, como ameaçou a ala oposicionista.