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Publicado: 3/04/2008 | 09:34
Trabalho: Greve dos Correios continua em SP, mas termina no DF
| MARINA GAZZONI |
| Folha de S. Paulo |
Com dois dias de greve dos funcionários dos Correios, um sindicato já decidiu voltar ao trabalho. Os funcionários dos Correios de Brasília foram os primeiros aceitar a proposta do governo e encerraram a greve. Com exceção do Distrito Federal, a greve continua nos demais Estados.
Os Correios propuseram anteontem a prorrogação do pagamento do abono emergencial de 30% do salário dos funcionários, suspenso em março, por mais 90 dias e depois torná-lo definitivo como adicional de periculosidade.
Segundo Francisco José Nunes, um dos diretores da Fentect (Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares), os 22 sindicatos que estão em greve receberão uma cópia da proposta do governo e farão assembléias para votar a continuidade da paralisação.
"A Federação e o comando de greve não têm posição [sobre a proposta do governo]. Depende do que for decidido pela maioria dos sindicatos."
O Sintect-SP (Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares de São Paulo) se reuniu ontem e aprovou, em assembléia, a manutenção da greve.
Os Correios disseram que não receberam nenhum comunicado oficial sobre a decisão dos trabalhadores. Segundo a instituição, os serviços de Sedex 10, Sedex Hoje e Disk Coleta permanecerão interrompidos até que a greve seja encerrada oficialmente, mas as agências continuam funcionando normalmente.
Dos 106.092 funcionários que deveriam trabalhar ontem, 20.901 faltaram porque aderiram à greve -desses, 18.702 são carteiros-, informaram os Correios.
| MARINA GAZZONI |
| Folha de S. Paulo |
Com dois dias de greve dos funcionários dos Correios, um sindicato já decidiu voltar ao trabalho. Os funcionários dos Correios de Brasília foram os primeiros aceitar a proposta do governo e encerraram a greve. Com exceção do Distrito Federal, a greve continua nos demais Estados.
Os Correios propuseram anteontem a prorrogação do pagamento do abono emergencial de 30% do salário dos funcionários, suspenso em março, por mais 90 dias e depois torná-lo definitivo como adicional de periculosidade.
Segundo Francisco José Nunes, um dos diretores da Fentect (Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares), os 22 sindicatos que estão em greve receberão uma cópia da proposta do governo e farão assembléias para votar a continuidade da paralisação.
"A Federação e o comando de greve não têm posição [sobre a proposta do governo]. Depende do que for decidido pela maioria dos sindicatos."
O Sintect-SP (Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares de São Paulo) se reuniu ontem e aprovou, em assembléia, a manutenção da greve.
Os Correios disseram que não receberam nenhum comunicado oficial sobre a decisão dos trabalhadores. Segundo a instituição, os serviços de Sedex 10, Sedex Hoje e Disk Coleta permanecerão interrompidos até que a greve seja encerrada oficialmente, mas as agências continuam funcionando normalmente.
Dos 106.092 funcionários que deveriam trabalhar ontem, 20.901 faltaram porque aderiram à greve -desses, 18.702 são carteiros-, informaram os Correios.
