antigas Publicado: 16/04/2008 | 10:28

Médicos fecham acordo

Jornal de Brasília

Os médicos da rede pública aceitaram a proposta apresentada pelo GDF e suspenderam a greve marcada para ter início no dia 22. A proposta do governo prevê um reajuste linear no vencimento básico diferenciado de acordo com o tempo de serviço. Os médicos da terceira classe, com até dez anos de serviço na Secretaria de Saúde, receberão aumento de 12% no vencimento básico; de segunda classe, até 20 anos de serviço, terão um reajuste de 11%; e os de primeira classe e classe especial, acima de 20 anos, terão 7,75% de aumento, que passa a vigorar a partir de 1° de junho de 2008. “A proposta de correção não é a ideal, mas o governo aceitou a demanda do SindMédico de manter o canal aberto de negociação para estudar a recriação da Fundação Hospitalar como forma de melhorar a produtividade do serviço público de saúde e a possibilidade de incorporação da Gratificação de Atividade Médica (GAM) ao vencimento básico”, explicou o presidente do sindicato, César Galvão. O GDF também se prontificou a estudar a ampliação da jornada de trabalho de 40 horas semanais para os médicos, de terceira e segunda classes, mediante opção do servidor.

Salários corrigidos pelo INPC
Outra reivindicação do SindMédico atendida pelo GDF é a de estudar a possibilidade de ampliar para 40 horas semanais, a jornada de trabalho dos médicos radiologistas. Com o aumento de 7,75% dado a partir de 1º de junho, mais os 17,62% que o GDF concedeu em junho do ano passado, no início das negociações, o médico, com carga horária de 20 horas semanais, no final de carreira, acumula 26,73% de reajuste, enquanto que o médico em início de carreira terá um aumento de 31,56%. Na negociação, ficou assegurado que o governo recomporá, nos próximos dois anos, a inflação medida no período pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e que um comitê gestor permanente será instituído para que os médicos possam acompanhar o desempenho da gestão.

Assembléia
Se as negociações com os médicos avançaram, o mesmo não se pode dizer do restante dos servidores da rede pública de saúde do DF. Amanhã, a categoria faz assembléia, às 10h, no estacionamento do Hospital de Base, para decidir se entram em greve a partir do dia 23. O SindSaúde-DF entregou a pauta de reivindicações em fevereiro ao GDF. Desde então várias reuniões forem feitas, mas sem acordo. Entre as principais reivindicações da categoria estão a redução da carga horária para 20 horas semanais; incorporação de gratificação ao vencimento básico; plano de saúde; e duas férias anuais para todos.

Jornal de Brasília

Os médicos da rede pública aceitaram a proposta apresentada pelo GDF e suspenderam a greve marcada para ter início no dia 22. A proposta do governo prevê um reajuste linear no vencimento básico diferenciado de acordo com o tempo de serviço. Os médicos da terceira classe, com até dez anos de serviço na Secretaria de Saúde, receberão aumento de 12% no vencimento básico; de segunda classe, até 20 anos de serviço, terão um reajuste de 11%; e os de primeira classe e classe especial, acima de 20 anos, terão 7,75% de aumento, que passa a vigorar a partir de 1° de junho de 2008. “A proposta de correção não é a ideal, mas o governo aceitou a demanda do SindMédico de manter o canal aberto de negociação para estudar a recriação da Fundação Hospitalar como forma de melhorar a produtividade do serviço público de saúde e a possibilidade de incorporação da Gratificação de Atividade Médica (GAM) ao vencimento básico”, explicou o presidente do sindicato, César Galvão. O GDF também se prontificou a estudar a ampliação da jornada de trabalho de 40 horas semanais para os médicos, de terceira e segunda classes, mediante opção do servidor.

Salários corrigidos pelo INPC
Outra reivindicação do SindMédico atendida pelo GDF é a de estudar a possibilidade de ampliar para 40 horas semanais, a jornada de trabalho dos médicos radiologistas. Com o aumento de 7,75% dado a partir de 1º de junho, mais os 17,62% que o GDF concedeu em junho do ano passado, no início das negociações, o médico, com carga horária de 20 horas semanais, no final de carreira, acumula 26,73% de reajuste, enquanto que o médico em início de carreira terá um aumento de 31,56%. Na negociação, ficou assegurado que o governo recomporá, nos próximos dois anos, a inflação medida no período pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e que um comitê gestor permanente será instituído para que os médicos possam acompanhar o desempenho da gestão.

Assembléia
Se as negociações com os médicos avançaram, o mesmo não se pode dizer do restante dos servidores da rede pública de saúde do DF. Amanhã, a categoria faz assembléia, às 10h, no estacionamento do Hospital de Base, para decidir se entram em greve a partir do dia 23. O SindSaúde-DF entregou a pauta de reivindicações em fevereiro ao GDF. Desde então várias reuniões forem feitas, mas sem acordo. Entre as principais reivindicações da categoria estão a redução da carga horária para 20 horas semanais; incorporação de gratificação ao vencimento básico; plano de saúde; e duas férias anuais para todos.