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Publicado: 4/09/2008 | 11:38
Setor saúde: empregos com carteira e salário maior
Os indicadores de trabalho do setor de saúde no Brasil são melhores que os da média da economia. O setor gerava 3,9 milhões de postos de trabalho, que responderam por 4,3% de todas as ocupações no País em 2005. De 2000 a 2005, foram criadas 660 mil vagas na atividade.
A concentração maior de trabalhadores foi na saúde pública e em outras atividades relacionadas à saúde. Na qualidade da ocupação, medida pela carteira assinada, os empregados da saúde saem na frente. São 66% com carteira assinada, bem acima dos 50% da média da economia.
Outro indicador de qualidade é o salário, segundo Rebeca Palis, gerente de Contas Nacionais Trimestrais do IBGE. O ganho anual estava em R$ 15.917, o que significa 64% a mais que o rendimento médio dos trabalhadores, de R$ 9.702. Os maiores salários estão na indústria farmacêutica (R$ 36,3 mil por ano), nos hospitais (R$ 33,1 mil) e na saúde suplementar (R$ 23,8 mil).
fonte:diap
Os indicadores de trabalho do setor de saúde no Brasil são melhores que os da média da economia. O setor gerava 3,9 milhões de postos de trabalho, que responderam por 4,3% de todas as ocupações no País em 2005. De 2000 a 2005, foram criadas 660 mil vagas na atividade.
A concentração maior de trabalhadores foi na saúde pública e em outras atividades relacionadas à saúde. Na qualidade da ocupação, medida pela carteira assinada, os empregados da saúde saem na frente. São 66% com carteira assinada, bem acima dos 50% da média da economia.
Outro indicador de qualidade é o salário, segundo Rebeca Palis, gerente de Contas Nacionais Trimestrais do IBGE. O ganho anual estava em R$ 15.917, o que significa 64% a mais que o rendimento médio dos trabalhadores, de R$ 9.702. Os maiores salários estão na indústria farmacêutica (R$ 36,3 mil por ano), nos hospitais (R$ 33,1 mil) e na saúde suplementar (R$ 23,8 mil).
fonte:diap
