antigas Publicado: 22/01/2009 | 10:30

MST comemora 25 anos e amplia pauta de reivindicações

A defesa do petróleo e uma relação mais intensa com os movimentos sociais urbanos estão na pauta do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) para os próximos anos. A organização comemora este ano seus 25 anos de fundação.

De acordo com um dos coordenadores nacional, João Paulo Rodrigues, o MST continua na sua luta pela reforma agrária, mas passará a defender outras bandeiras. "Vamos fazer o que for necessário para defender o petróleo e a camada pré-sal. Temos o direito de opinar sobre o petróleo", disse, durante entrevista coletiva à imprensa em São Paulo.

O embrião do que viria ser o MST surgiu em 1979, quando trabalhadores rurais sem terra ocuparam áreas da Fazenda Sarandi, no Rio Grande do Sul. Essas áreas se transformariam no acampamento Encruzilhada Natalino.

Em 1984, trabalhadores que participaram dessas ocupações e de outras, como a Fazenda Anoni, criaram o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, o MST, durante o 1º Encontro Nacional dos Trabalhadores Sem Terra, em Cascavel (PR).

Rodrigues informou que nenhuma autoridade do governo foi convidada para os eventos comemorativos. "a ocasião é para celebração da reforma agrária e os números do atual governo não têm nada para comemorar", afirmou. De acordo com os dados do MST, no primeiro governo do presidente Lula foram assentadas 192.257 famílias.

O coordenador também falou da postura política do MST em relação ao atual governo. Segundo Rodrigues, a organização não é oposição e nem da base de apoio, “mantemos a nossa independência política”. E afirmou: "Lula é nosso amigo, mas também é amigo dos nossos inimigos, os ruralistas e usineiros". (Fonte: Agência Brasil

A defesa do petróleo e uma relação mais intensa com os movimentos sociais urbanos estão na pauta do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) para os próximos anos. A organização comemora este ano seus 25 anos de fundação.

De acordo com um dos coordenadores nacional, João Paulo Rodrigues, o MST continua na sua luta pela reforma agrária, mas passará a defender outras bandeiras. "Vamos fazer o que for necessário para defender o petróleo e a camada pré-sal. Temos o direito de opinar sobre o petróleo", disse, durante entrevista coletiva à imprensa em São Paulo.

O embrião do que viria ser o MST surgiu em 1979, quando trabalhadores rurais sem terra ocuparam áreas da Fazenda Sarandi, no Rio Grande do Sul. Essas áreas se transformariam no acampamento Encruzilhada Natalino.

Em 1984, trabalhadores que participaram dessas ocupações e de outras, como a Fazenda Anoni, criaram o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, o MST, durante o 1º Encontro Nacional dos Trabalhadores Sem Terra, em Cascavel (PR).

Rodrigues informou que nenhuma autoridade do governo foi convidada para os eventos comemorativos. "a ocasião é para celebração da reforma agrária e os números do atual governo não têm nada para comemorar", afirmou. De acordo com os dados do MST, no primeiro governo do presidente Lula foram assentadas 192.257 famílias.

O coordenador também falou da postura política do MST em relação ao atual governo. Segundo Rodrigues, a organização não é oposição e nem da base de apoio, “mantemos a nossa independência política”. E afirmou: "Lula é nosso amigo, mas também é amigo dos nossos inimigos, os ruralistas e usineiros". (Fonte: Agência Brasil