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Publicado: 29/01/2009 | 10:08
Desemprego nas regiões metropolitanas cai para 14,1% em 2008
Em relação ao ano anterior, todas as seis regiões metropolitanas pesquisadas tiveram queda no desemprego
A taxa de desemprego nas seis principais regiões metropolitanas do País diminuiu entre 2007 e 2008, ficando em 14,1% da PEA (População Economicamente Ativa), que fechou o ano em 19,962 milhões de pessoas.
De acordo com os dados da PED (Pesquisa de Emprego e Desemprego) divulgados, nesta quarta-feira (28), pela Fundação Seade e pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), no confronto com 2007 (15,5%), houve queda de 1,4 ponto percentual na taxa de desemprego.
Ao considerar apenas o resultado do mês de dezembro, nota-se uma pequena queda na taxa, que passou de 13% em novembro, para 12,7% no último mês do ano, um comportamento usual para o período. Em relação a dezembro de 2007 (14,2%) a queda foi ainda maior, de 2,5 p.p.
Desemprego por região
Entre 2007 e 2008, na comparação regional, a taxa de desemprego caiu em todas as seis regiões metropolitanas: Belo Horizonte (-19,7%), Porto Alegre (-13,2%), Recife (-0,5%), Salvador (-6,5%), Distrito Federal (-6,2%) e São Paulo (-9,5%), como é possível observar na tabela a seguir:
Distrito Federal: 17,7%; 16,6%
Belo Horizonte: 12,2%; 9,8%
Porto Alegre: 12,9% 11,2%
Recife: 19,7%; 19,6%
Salvador: 21,7%; 20,3%
São Paulo: 14,8%; 13,4%
Total: 15,5%; 14,1%
Fonte: Convênio Seade-Dieese, MTE/FAT e convênios regionais
Na comparação de dezembro de 2008 com o mês anterior, apenas Belo Horizonte apresentou alta na taxa de desemprego, de 1,2%, tendo sido registrada queda nas demais regiões: Distrito Federal (-1,9%), Porto Alegre (-3,9%), Recife (-1,6%), Salvador (-0,5%), São Paulo (-4,1%).
Já em relação a dezembro de 2007, Recife apresentou estabilidade, e as demais regiões tiveram queda, com destaque para Belo Horizonte (-23,6%), Porto Alegre (-13,3%) e São Paulo (-12,6%).
Tipos de desemprego
Considerando as diferentes formas de desocupação, nota-se que o nível de desemprego aberto, que representa o conjunto de pessoas sem ocupação à procura de trabalho, teve queda de 6,9%, na comparação anual.
O desemprego oculto por desalento - que inclui quem ficou sem trabalho e, depois de procurar emprego por muito tempo, acabou desistindo da busca - registrou queda de 3,2%.
O desemprego oculto pelo trabalho precário - que engloba as pessoas que possuem uma ocupação temporária, mas que estão procurando emprego - diminuiu 6,5% no confronto anual.
População ocupada
A população ocupada (PO) das áreas analisadas atingiu 17,150 milhões de pessoas no ano passado, o que mostra aumento de 4,9%, frente ao resultado de 2007.
Na análise setorial, o segmento de Serviços aparece como o maior empregador, com 9,216 milhões de trabalhadores, seguido pelo Comércio (2,804 milhões). Já a Indústria responde por 2,712 milhões de empregados.
Quanto à inserção no mercado de trabalho, verifica-se que a maior parcela da população ocupada possui emprego com carteira assinada no setor privado (7,676 milhões). Em seguida, ficam os autônomos (3,039 milhões) e os trabalhadores do setor privado sem carteira assinada (1,851 milhão). (Fonte: InfoMoney
Em relação ao ano anterior, todas as seis regiões metropolitanas pesquisadas tiveram queda no desemprego
A taxa de desemprego nas seis principais regiões metropolitanas do País diminuiu entre 2007 e 2008, ficando em 14,1% da PEA (População Economicamente Ativa), que fechou o ano em 19,962 milhões de pessoas.
De acordo com os dados da PED (Pesquisa de Emprego e Desemprego) divulgados, nesta quarta-feira (28), pela Fundação Seade e pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), no confronto com 2007 (15,5%), houve queda de 1,4 ponto percentual na taxa de desemprego.
Ao considerar apenas o resultado do mês de dezembro, nota-se uma pequena queda na taxa, que passou de 13% em novembro, para 12,7% no último mês do ano, um comportamento usual para o período. Em relação a dezembro de 2007 (14,2%) a queda foi ainda maior, de 2,5 p.p.
Desemprego por região
Entre 2007 e 2008, na comparação regional, a taxa de desemprego caiu em todas as seis regiões metropolitanas: Belo Horizonte (-19,7%), Porto Alegre (-13,2%), Recife (-0,5%), Salvador (-6,5%), Distrito Federal (-6,2%) e São Paulo (-9,5%), como é possível observar na tabela a seguir:
Distrito Federal: 17,7%; 16,6%
Belo Horizonte: 12,2%; 9,8%
Porto Alegre: 12,9% 11,2%
Recife: 19,7%; 19,6%
Salvador: 21,7%; 20,3%
São Paulo: 14,8%; 13,4%
Total: 15,5%; 14,1%
Fonte: Convênio Seade-Dieese, MTE/FAT e convênios regionais
Na comparação de dezembro de 2008 com o mês anterior, apenas Belo Horizonte apresentou alta na taxa de desemprego, de 1,2%, tendo sido registrada queda nas demais regiões: Distrito Federal (-1,9%), Porto Alegre (-3,9%), Recife (-1,6%), Salvador (-0,5%), São Paulo (-4,1%).
Já em relação a dezembro de 2007, Recife apresentou estabilidade, e as demais regiões tiveram queda, com destaque para Belo Horizonte (-23,6%), Porto Alegre (-13,3%) e São Paulo (-12,6%).
Tipos de desemprego
Considerando as diferentes formas de desocupação, nota-se que o nível de desemprego aberto, que representa o conjunto de pessoas sem ocupação à procura de trabalho, teve queda de 6,9%, na comparação anual.
O desemprego oculto por desalento - que inclui quem ficou sem trabalho e, depois de procurar emprego por muito tempo, acabou desistindo da busca - registrou queda de 3,2%.
O desemprego oculto pelo trabalho precário - que engloba as pessoas que possuem uma ocupação temporária, mas que estão procurando emprego - diminuiu 6,5% no confronto anual.
População ocupada
A população ocupada (PO) das áreas analisadas atingiu 17,150 milhões de pessoas no ano passado, o que mostra aumento de 4,9%, frente ao resultado de 2007.
Na análise setorial, o segmento de Serviços aparece como o maior empregador, com 9,216 milhões de trabalhadores, seguido pelo Comércio (2,804 milhões). Já a Indústria responde por 2,712 milhões de empregados.
Quanto à inserção no mercado de trabalho, verifica-se que a maior parcela da população ocupada possui emprego com carteira assinada no setor privado (7,676 milhões). Em seguida, ficam os autônomos (3,039 milhões) e os trabalhadores do setor privado sem carteira assinada (1,851 milhão). (Fonte: InfoMoney