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Publicado: 6/02/2009 | 09:50
Mesmo com crise, consumidor continuou comprando eletrodoméstico
| Qui, 05 de Fevereiro de 2009 15:46 |
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Segundo o presidente da Eletros, Lourival Kiçula, as promoções e liquidações estimularam os consumidores a comprar Devido à crise, o crédito ao consumidor direto ficou mais retraído. Especialistas andam dizendo que eles estão mais conservadores na hora de gastar, mas quando se trata de eletrodomésticos, o consumidor continuou comprando em janeiro, afirma Lourival Kiçula, presidente da Eletros (Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletrodomésticos). Embora o setor tenha tido uma queda recorde na produção e nas vendas em dezembro, quando registrou índice negativo de 17,5%, as promoções e liquidações fizeram o consumidor abrir a carteira e mantiveram os estoques na indústria de eletrodomésticos "regulares", de acordo com a Agência Brasil. No entanto, Kiçula ressalta que, para incrementar as vendas, é necessária uma redução maior na taxa de juros, pois isso estimula as compras no crediário. Otimismo para 2009 Em 2008, o crescimento da indústria de eletrodomésticos contou com um crescimento entre 4% e 7%, ainda não confirmado. O presidente da Eletros afirma que a indústria não teme a crise. "Queremos sair dela trabalhando e fazendo uma força danada para não desempregar", atesta. (Fonte: InfoMoney) |
| Qui, 05 de Fevereiro de 2009 15:46 |
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Segundo o presidente da Eletros, Lourival Kiçula, as promoções e liquidações estimularam os consumidores a comprar Devido à crise, o crédito ao consumidor direto ficou mais retraído. Especialistas andam dizendo que eles estão mais conservadores na hora de gastar, mas quando se trata de eletrodomésticos, o consumidor continuou comprando em janeiro, afirma Lourival Kiçula, presidente da Eletros (Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletrodomésticos). Embora o setor tenha tido uma queda recorde na produção e nas vendas em dezembro, quando registrou índice negativo de 17,5%, as promoções e liquidações fizeram o consumidor abrir a carteira e mantiveram os estoques na indústria de eletrodomésticos "regulares", de acordo com a Agência Brasil. No entanto, Kiçula ressalta que, para incrementar as vendas, é necessária uma redução maior na taxa de juros, pois isso estimula as compras no crediário. Otimismo para 2009 Em 2008, o crescimento da indústria de eletrodomésticos contou com um crescimento entre 4% e 7%, ainda não confirmado. O presidente da Eletros afirma que a indústria não teme a crise. "Queremos sair dela trabalhando e fazendo uma força danada para não desempregar", atesta. (Fonte: InfoMoney) |