antigas Publicado: 4/03/2009 | 16:47

Federação Sindical Mundial (FSM) reforça mobilização para 1º de abril

Qua, 04 de Março de 2009 16:07

 

A Federação Sindical Mundial (FSM) convoca o movimento sindical, as e os trabalhadores, as forças progressistas, os povos do mundo, a unir-se em uma mobilização internacional a ser realizada no próximo dia 1º de abril contra as medidas econômicas que buscam que a crise seja paga pelos trabalhadores e não por aqueles que a geraram.

A FSM reafirma os acordos tomados na recente conferência sindical realizada em Lisboa, Portugal, de 15 e 16 de dezembro de 2008, os quais afirmam promover a realização e convergência na mobilização e ações de luta em escala internacional para o próximo 1º de abril.

"A classe trabalhadora e os povos do mundo vítimas das políticas antitrabalhistas exigem mudanças profundas; construir, consolidar e defender as políticas, econômicas e sociais como alternativas ao capitalismo e seu modelo neoliberal de globalização. Somente a ação unitária dos trabalhadores/ras e as forças progressistas sob os princípios de classe poderão impedir mais exploração e precarização do trabalho", afirmam em seu comunicado.

De acordo com a Federação, orienta-se a todos os países que realizem atividades referentes à jornada de luta. O objetivo é construir uma agenda conjunta de mobilização mundial pelos direitos dos (as) trabalhadores (as). (Fonte: agência Adital, no blog O outro lado da notícia)

 

Qua, 04 de Março de 2009 16:07

 

A Federação Sindical Mundial (FSM) convoca o movimento sindical, as e os trabalhadores, as forças progressistas, os povos do mundo, a unir-se em uma mobilização internacional a ser realizada no próximo dia 1º de abril contra as medidas econômicas que buscam que a crise seja paga pelos trabalhadores e não por aqueles que a geraram.

A FSM reafirma os acordos tomados na recente conferência sindical realizada em Lisboa, Portugal, de 15 e 16 de dezembro de 2008, os quais afirmam promover a realização e convergência na mobilização e ações de luta em escala internacional para o próximo 1º de abril.

"A classe trabalhadora e os povos do mundo vítimas das políticas antitrabalhistas exigem mudanças profundas; construir, consolidar e defender as políticas, econômicas e sociais como alternativas ao capitalismo e seu modelo neoliberal de globalização. Somente a ação unitária dos trabalhadores/ras e as forças progressistas sob os princípios de classe poderão impedir mais exploração e precarização do trabalho", afirmam em seu comunicado.

De acordo com a Federação, orienta-se a todos os países que realizem atividades referentes à jornada de luta. O objetivo é construir uma agenda conjunta de mobilização mundial pelos direitos dos (as) trabalhadores (as). (Fonte: agência Adital, no blog O outro lado da notícia)