antigas Publicado: 10/03/2009 | 10:52

Programa habitacional favorecerá população de baixa renda

O Governo Federal vai subsidiar quase que integralmente a compra da casa própria para mutuários de baixa renda. O programa habitacional que será lançado neste mês pelo presidente Lula prevê prestações mensais simbólicas, de R$ 15 a R$ 20, para famílias que ganham até três mínimos (R$ 1.395) por mês.

Para facilitar ainda mais a vida dos mais pobres e evitar o acúmulo do aluguel com as prestações, o comprador só começará a pagar quando estiver morando no imóvel.

O programa foi discutido, na última terça feira (3), no Palácio do Planalto, durante reunião dos ministros Dilma Rousseff (Casa Civil), Guido Mantega (Fazenda), Márcio Fortes (Cidades), Luiz Dulci (da Secretaria geral da Presidência da República) e com os deputados Zezéu Ribeiro (PT/BA) e Paulo Teixeira (PT/SP) e com líderes dos movimentos sociais por moradia digna.

A meta do Planalto é construir 1 milhão de casas populares, 500 mil neste ano e outros 500 mil em 2010.

A idéia do Governo Lula é baratear a construção e estimular a compra da casa própria. Embora o programa seja destinado a famílias que recebem até dez mínimos (R$ 4.650), os subsídios de quase 100% atingirão apenas os mais carentes, que ganham até R$ 1.395 por mês.

Cálculos da equipe econômica indicam que 85% do déficit habitacional, de 7 milhões de moradias, está concentrado nessa faixa, a maioria em grandes cidades.

Urbanização
Zezéu aproveitou o encontro para defender a idéia de que as casas sejam construídas em áreas beneficiadas pela malha urbana.

"Queremos que as casas sejam construídas considerando os benefícios da vida urbana, com acesso a escolas, serviços de saúde, comércio, lazer, cultura, etc. Não podemos voltar aos tempos do Banco Nacional de Habitação (BNH) em que as casas eram construídas longe das cidades. Vamos construir casas, construindo cidades", defendeu ele.

O esforço do Planalto, agora, é para que governadores e prefeitos participem do programa, abrindo mão de receitas como Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). O pacote usará cadastros de estados e municípios e o crédito será concedido pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil. O governo espera que bancos privados também concedam o empréstimo.

Foi Lula quem exigiu uma prestação simbólica para a camada mais carente da população. Em conversas reservadas, ele disse que não se trata de distribuir moradias de graça, mas, sim, financiar o desenvolvimento.

Motivo: Lula acredita que o investimento no setor habitacional ajuda a combater os efeitos perversos da crise, tem impacto no emprego, aquece o mercado e faz a economia girar. (Fonte: Agência Informes)

 

O Governo Federal vai subsidiar quase que integralmente a compra da casa própria para mutuários de baixa renda. O programa habitacional que será lançado neste mês pelo presidente Lula prevê prestações mensais simbólicas, de R$ 15 a R$ 20, para famílias que ganham até três mínimos (R$ 1.395) por mês.

Para facilitar ainda mais a vida dos mais pobres e evitar o acúmulo do aluguel com as prestações, o comprador só começará a pagar quando estiver morando no imóvel.

O programa foi discutido, na última terça feira (3), no Palácio do Planalto, durante reunião dos ministros Dilma Rousseff (Casa Civil), Guido Mantega (Fazenda), Márcio Fortes (Cidades), Luiz Dulci (da Secretaria geral da Presidência da República) e com os deputados Zezéu Ribeiro (PT/BA) e Paulo Teixeira (PT/SP) e com líderes dos movimentos sociais por moradia digna.

A meta do Planalto é construir 1 milhão de casas populares, 500 mil neste ano e outros 500 mil em 2010.

A idéia do Governo Lula é baratear a construção e estimular a compra da casa própria. Embora o programa seja destinado a famílias que recebem até dez mínimos (R$ 4.650), os subsídios de quase 100% atingirão apenas os mais carentes, que ganham até R$ 1.395 por mês.

Cálculos da equipe econômica indicam que 85% do déficit habitacional, de 7 milhões de moradias, está concentrado nessa faixa, a maioria em grandes cidades.

Urbanização
Zezéu aproveitou o encontro para defender a idéia de que as casas sejam construídas em áreas beneficiadas pela malha urbana.

"Queremos que as casas sejam construídas considerando os benefícios da vida urbana, com acesso a escolas, serviços de saúde, comércio, lazer, cultura, etc. Não podemos voltar aos tempos do Banco Nacional de Habitação (BNH) em que as casas eram construídas longe das cidades. Vamos construir casas, construindo cidades", defendeu ele.

O esforço do Planalto, agora, é para que governadores e prefeitos participem do programa, abrindo mão de receitas como Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). O pacote usará cadastros de estados e municípios e o crédito será concedido pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil. O governo espera que bancos privados também concedam o empréstimo.

Foi Lula quem exigiu uma prestação simbólica para a camada mais carente da população. Em conversas reservadas, ele disse que não se trata de distribuir moradias de graça, mas, sim, financiar o desenvolvimento.

Motivo: Lula acredita que o investimento no setor habitacional ajuda a combater os efeitos perversos da crise, tem impacto no emprego, aquece o mercado e faz a economia girar. (Fonte: Agência Informes)