antigas Publicado: 19/03/2009 | 09:34

Justiça eletrônica: STJ contrata deficientes para agilizar processos

 A implementação total do processo judicial eletrônico é hoje uma meta do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Para o alcance desse objetivo, que vai melhorar a prestação jurisdicional, 60 estudantes deficientes auditivos e mais três supervisores foram contratados pelo Tribunal para o trabalho de apoio operacional à digitalização dos processos.

Os alunos já começaram a trabalhar, nesta terça-feira (17), após aprender como operar os equipamentos.

Escolha dos estudantes
Segundo a assessora de Modernização e Gestão Estratégica do tribunal, Kleyce Oliveira Silva, os requisitos para a escolha dos estudantes foram apresentar nível médio completo e ter o domínio da linguagem de libras. 

Além disso, a tarefa exige um alto grau de concentração, qualidade que esses jovens certamente apresentam.

Quem mediou a contratação dos jovens foi o Centro de Treinamento e Formação do Estudante (Cetefe). O contrato terá validade de 12 meses, podendo ser prorrogado por mais um ano.

Economia e agilidade
Para Kátia Pereira Bessa, da Secretária de Gestão de Pessoas (SGP), esse trabalho pode até parecer simples, mas é de grande importância para o Tribunal. "É uma grande satisfação tê-los conosco para o desenvolvimento da cidadania brasileira", assinala.

Com o processo de digitalização haverá uma expressiva economia de espaço, dinheiro e tempo com o transporte dos autos. E, principalmente, vai agilizar os trabalhos na Corte e fazer com que a decisão judicial chegue mais rápido ao cidadão.

Com a tramitação virtual, o processo é automaticamente distribuído ao gabinete do ministro pelo sistema, sem a necessidade do trânsito físico de papel. (Com STJ)

 A implementação total do processo judicial eletrônico é hoje uma meta do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Para o alcance desse objetivo, que vai melhorar a prestação jurisdicional, 60 estudantes deficientes auditivos e mais três supervisores foram contratados pelo Tribunal para o trabalho de apoio operacional à digitalização dos processos.

Os alunos já começaram a trabalhar, nesta terça-feira (17), após aprender como operar os equipamentos.

Escolha dos estudantes
Segundo a assessora de Modernização e Gestão Estratégica do tribunal, Kleyce Oliveira Silva, os requisitos para a escolha dos estudantes foram apresentar nível médio completo e ter o domínio da linguagem de libras. 

Além disso, a tarefa exige um alto grau de concentração, qualidade que esses jovens certamente apresentam.

Quem mediou a contratação dos jovens foi o Centro de Treinamento e Formação do Estudante (Cetefe). O contrato terá validade de 12 meses, podendo ser prorrogado por mais um ano.

Economia e agilidade
Para Kátia Pereira Bessa, da Secretária de Gestão de Pessoas (SGP), esse trabalho pode até parecer simples, mas é de grande importância para o Tribunal. "É uma grande satisfação tê-los conosco para o desenvolvimento da cidadania brasileira", assinala.

Com o processo de digitalização haverá uma expressiva economia de espaço, dinheiro e tempo com o transporte dos autos. E, principalmente, vai agilizar os trabalhos na Corte e fazer com que a decisão judicial chegue mais rápido ao cidadão.

Com a tramitação virtual, o processo é automaticamente distribuído ao gabinete do ministro pelo sistema, sem a necessidade do trânsito físico de papel. (Com STJ)