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Publicado: 20/03/2009 | 10:08
Governo mantém meta de superávit reduz previsão de crescimento do PIB
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O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, anunciou hoje, em Brasília, que o governo não irá alterar a meta de superávit primário que permanece em 3,8% do PIB para o governo central e estatais, mas adiantou que irá utilizar a margem de 0,5% do PPI – Projeto Piloto de Investimento para efeito de cumprimento de meta. Além disso, segundo Bernardo, foi revisado de 3,5% para 2% a previsão de crescimento do PIB.
O ministro destacou que “estamos fazendo uma inflexão importante, uma vez que havíamos projetado um crescimento de 4% e estamos diminuindo para dois pontos percentuais. Achamos que tem muita gente fazendo projeções pessimistas. Se olharmos o que aconteceu nos últimos anos, particularmente de 2004 para cá, vai ver que os pessimistas sempre erraram, por isso estamos confiantes de que é possível crescer 2% neste ano”, afirmou.
Paulo Bernardo apresentou à imprensa a Avaliação do Orçamento 2009 depois do encerramento do primeiro bimestre do ano que aponta uma redução de R$ 48 bilhões na estimativa de receita para o ano em relação ao anteriormente projetado – de R$ 805 bilhões conforme aprovado na Lei Orçamentária Anual, para R$ 757 bilhões no reprogramado.
A queda de arrecadação levou o governo a determinar um corte nas despesas de custeio e investimento de R$ 21,6 bilhões. “Serão cortados de custeio de nossas dotações e uma parte de investimentos, mas preservamos totalmente os projetos do PAC – Programa de Aceleração do Crescimento”, afirmou Bernardo.
Sobre as despesas de pessoal Bernardo esclareceu que os concursos programados para o ano passarão por uma avaliação caso a caso, mas não haverá mudança na política de concursos, ou seja, não haverá um cancelamento geral. |
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O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, anunciou hoje, em Brasília, que o governo não irá alterar a meta de superávit primário que permanece em 3,8% do PIB para o governo central e estatais, mas adiantou que irá utilizar a margem de 0,5% do PPI – Projeto Piloto de Investimento para efeito de cumprimento de meta. Além disso, segundo Bernardo, foi revisado de 3,5% para 2% a previsão de crescimento do PIB.
O ministro destacou que “estamos fazendo uma inflexão importante, uma vez que havíamos projetado um crescimento de 4% e estamos diminuindo para dois pontos percentuais. Achamos que tem muita gente fazendo projeções pessimistas. Se olharmos o que aconteceu nos últimos anos, particularmente de 2004 para cá, vai ver que os pessimistas sempre erraram, por isso estamos confiantes de que é possível crescer 2% neste ano”, afirmou.
Paulo Bernardo apresentou à imprensa a Avaliação do Orçamento 2009 depois do encerramento do primeiro bimestre do ano que aponta uma redução de R$ 48 bilhões na estimativa de receita para o ano em relação ao anteriormente projetado – de R$ 805 bilhões conforme aprovado na Lei Orçamentária Anual, para R$ 757 bilhões no reprogramado.
A queda de arrecadação levou o governo a determinar um corte nas despesas de custeio e investimento de R$ 21,6 bilhões. “Serão cortados de custeio de nossas dotações e uma parte de investimentos, mas preservamos totalmente os projetos do PAC – Programa de Aceleração do Crescimento”, afirmou Bernardo.
Sobre as despesas de pessoal Bernardo esclareceu que os concursos programados para o ano passarão por uma avaliação caso a caso, mas não haverá mudança na política de concursos, ou seja, não haverá um cancelamento geral. |



