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Publicado: 25/03/2009 | 11:03
Desemprego mundial pode atingir 231 milhões, diz OIT
Para o diretor geral da OIT (Organização Internacional do Trabalho), a crise econômica internacional "se transformou em uma crise global de emprego".
Na sua avaliação, a atual conjuntura "colocou em perigo, em tão poucos meses, grande parte dos avanços que o mundo obteve nos últimos 15 anos em matéria de redução da pobreza". A situação é especialmente delicada nos países em desenvolvimento, como alguns latino-americanos, onde o aumento do desemprego se somou à pobreza dos trabalhadores -em algumas regiões, eles chegam a ganhar menos de US$ 2 por dia, destacou Somavía. A fim de resolver esses problemas, afirmou o diretor da OIT, é preciso restabelecer o fluxo internacional de capitais para garantir a continuidade dos investimentos e conseguir que os bancos voltem a conceder crédito para empresas e consumidores. (Fonte: EFE)
"O desemprego, em nível mundial, pode afetar até 231 milhões de pessoas em 2009, o que significaria um aumento de 52 milhões na comparação com 2007", alertou Juan Somavía.
Para o diretor geral da OIT (Organização Internacional do Trabalho), a crise econômica internacional "se transformou em uma crise global de emprego".
Na sua avaliação, a atual conjuntura "colocou em perigo, em tão poucos meses, grande parte dos avanços que o mundo obteve nos últimos 15 anos em matéria de redução da pobreza". A situação é especialmente delicada nos países em desenvolvimento, como alguns latino-americanos, onde o aumento do desemprego se somou à pobreza dos trabalhadores -em algumas regiões, eles chegam a ganhar menos de US$ 2 por dia, destacou Somavía. A fim de resolver esses problemas, afirmou o diretor da OIT, é preciso restabelecer o fluxo internacional de capitais para garantir a continuidade dos investimentos e conseguir que os bancos voltem a conceder crédito para empresas e consumidores. (Fonte: EFE)
"O desemprego, em nível mundial, pode afetar até 231 milhões de pessoas em 2009, o que significaria um aumento de 52 milhões na comparação com 2007", alertou Juan Somavía.