antigas Publicado: 30/03/2009 | 14:35

Governo Lula: nova pesquisa revela indice de popularidadee apoio

 Índices se mantêm altos. Para o presidente da CNT, Clésio Andrade, a queda nos índices de aprovação ao Governo e ao desempenho pessoal de Lula reflete as consequências da crise econômica no Brasil. Mas o brasileiro ainda está confiante que o País sairá fortalecido da crise

 

A 96ª Pesquisa CNT/Sensus divulgada hoje (30), em Brasília, pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), registra o Índice Avaliação de 41,18 e o Índice Expectativa de 65,90. Em janeiro de 2009, o Índice Avaliação situava-se em 47,31 e o Índice Expectativa em 68,95.

O Índice Avaliação é formado pela ponderação das variáveis emprego, renda, saúde, educação e segurança pública para os últimos 6 meses, e o Índice Expectativa pela ponderação das variáveis emprego, renda, saúde, educação e segurança pública para os próximos 6 meses.

 

 

A pesquisa foi realizada de 23 a 27 de março, em 136 municípios nas cinco regiões brasileiras e foram ouvidas 2.000 pessoas.

Avaliação do Governo
A avaliação positiva do Governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva registrou 62,4% e a negativa, 7,6%. Em janeiro de 2009, a avaliação positiva do Governo Lula registrava 72,5% e a negativa 5,0%.

A aprovação do desempenho pessoal do presidente Lula situa-se em 76,2% e a desaprovação em 19,9%. Em janeiro, a aprovação do desempenho pessoal de Lula era de 84,0% e a desaprovação, 12,2%.

Eleições 2010 - 1º turno
Uma vez mais, a pesquisa CNT/Sensus quis saber qual é a tendência do eleitorado brasileiro para a eleição presidencial de 2010, em primeiro turno, tanto em votação espontânea, quanto estimulada.

Em votação espontânea os números são os seguintes: Lula, 16,2%; José Serra, 8,8%; Dilma Rousseff, 3,6%; Aécio Neves, 2,9%; Ciro Gomes, 1,5%; Heloísa Helena, 1,4%.

Em listas estimuladas, os resultados foram os seguintes:
Primeira lista: José Serra, 45,7%; Dilma Rousseff, 16,3%; Heloísa Helena, 11,0%; com 27,0% sem candidato. Os números em janeiro de 2009 eram 42,8%, 13,5%, 11,2% e 32,6%, respectivamente.

Segunda lista: Aécio Neves, 22,0%; Dilma Rousseff, 19,9%; Heloísa Helena, 17,4%; com 40,8% sem candidato. Em janeiro de 2009: 23,3%, 16,4%, 18,2% e 42,2%, respectivamente.

Terceira lista: José Serra, 43,1%; Ciro Gomes, 14,9%; Heloísa Helena, 12,8%; com 29,4% sem candidato. Em janeiro de 2009: 41,9%, 10,6%, 13,8% e 33,8%, respectivamente.

Quarta lista: Aécio Neves, 21,2%; Ciro Gomes, 19,2%; Heloísa Helena, 19,0%; com 40,7% sem candidato. Em janeiro: 21,9%, 16,1%, 18,9% e 43,2%, respectivamente.

Eleições 2010 - 2º turno
Primeira opção: José Serra, 53,5%; Dilma Rousseff, 21,3%; com 25,3% sem candidato. Em janeiro de 2009: 50,8%, 16,6% e 32,6%, respectivamente.

Segunda opção: Dilma Rousseff, 29,1%; Aécio Neves, 28,3%; com 42,7% sem candidato. Em janeiro: 23,9%, 30,4% e 45,8%, respectivamente.

Terceira opção: José Serra, 49,9%; Ciro Gomes, 20,3%; com 29,9% sem candidato. Em janeiro: 50,2%, 14,7% e 35,2%, respectivamente.

Quarta opção: Ciro Gomes, 31,2%; Aécio Neves, 26,8%; com 42,2% sem candidato. Em janeiro: 24,7%, 29,1% e 46,3%, respectivamente.

Transferência Lula
A Pesquisa quis saber ainda qual a possível influência do presidente Lula nas próximas eleições presidenciais: 21,5% disseram que votariam em um candidato a presidente apoiado por Lula; 28,6% disseram que poderiam votar; 20,3% que não votariam e 25,9% que somente decidiram o voto conhecendo o candidato.

Em dezembro de 2008, 15,6% votariam no candidato a Presidente apoiado por Lula; 28,9% poderiam votar; 18,4% não votariam e 34,0% somente conhecendo o candidato para poder decidir o voto.

Crise financeira - emprego
A pesquisa CNT Sensus quis saber como o brasileiro vê o impacto da crise financeira sobre o emprego no País: 38,7% dos entrevistados conhecem alguém que já perdeu seu emprego em razão da crise; 24,8% ficaram sabendo e 34,9% não conhecem/não ouviram falar. Os números em janeiro de 2009 eram, respectivamente, 34,4%, 22,1% e 39,9%.

44,8% dos entrevistados têm receio de perder seu emprego ou sua atividade econômica caso a crise agrave; 39,7% não têm receio. Os números em janeiro de 2009 eram 42,7% e 43,8% respectivamente.

Crise financeira - empresas
52,5% dos entrevistados são favoráveis à redução da jornada de trabalho com a consequente redução dos salários como forma de as empresas enfrentarem a crise financeira, 40,0% são contra. Os números em janeiro de 2009 eram 50,0% e 38,9%, respectivamente.

75,0% são a favor da abertura de linhas de crédito pelo Governo para as empresas enfrentarem a crise, 16,7% são contra. Em janeiro de 2009, os números eram 74,2% e 14,4%, respectivamente.

Crise financeira - Brasil
Para 40,1% dos entrevistados, o Brasil está lidando adequadamente com a crise; para 26,5%, não.

46,3% acham que nesta crise o Brasil sairá fortalecido em relação a outros Países; 23,0% que o Brasil sairá enfraquecido. Os números em dezembro de 2008 eram, respectivamente, 35,0% e 23,0%.

Política externa
Quisemos saber, ainda, como o brasileiro avalia a política externa do presidente Lula: 47,3% acham que na política externa Lula deve lidar com os problemas do Brasil e do mundo em geral; para 45,2% somente com os problemas do Brasil.

Violência
A violência continua sendo um dos problemas que mais afligem o brasileiro: 20,6% classificam a cidade onde moram como muito violenta; 19,7% como violenta; 25,6% como mais ou menos violenta; 22,7% como pouco violenta e 11,2% como nada violenta.

Os números em janeiro de 2009 eram 13,8%, 18,9%, 28,4%, 25,7% e 12,6% respectivamente.
25,7% dos entrevistados foram vítimas de roubo, assalto, sequestro ou agressão física no último ano; 73,6% não foram.

31,5% dos entrevistados tem algum familiar que tenha sido vítima de roubo, assalto, sequestro ou agressão física no último ano, 29,1% algum amigo/conhecido. Os números em dezembro de 2003 eram 31,8% e 19,1% respectivamente.

64,5% dos entrevistados acham que o impacto da crise econômica no Brasil vai agravar a violência no País e 28,1% acham que não vai agravar.

Preocupado, mas otimista
"A queda nos números de aprovação ao presidente Lula mostra que a crise financeira mundial preocupa o brasileiro, mas, ao mesmo tempo, ele se mostra otimista com relação aos mecanismos que o Brasil possui para enfrentar essa crise", afirma Clésio Andrade, presidente da CNT.

Para ele, a queda nos índices de aprovação ao Governo e ao desempenho pessoal de Lula reflete as consequências da crise econômica no Brasil. "Aumentou o número de pessoas que perderam o emprego ou que têm medo de perdê-lo. Apesar do crescimento destes índices, percebe-se que o brasileiro ainda está confiante que o País sairá fortalecido da crise", destaca Clésio Andrade. (Fonte: CNT)

 Índices se mantêm altos. Para o presidente da CNT, Clésio Andrade, a queda nos índices de aprovação ao Governo e ao desempenho pessoal de Lula reflete as consequências da crise econômica no Brasil. Mas o brasileiro ainda está confiante que o País sairá fortalecido da crise

 

A 96ª Pesquisa CNT/Sensus divulgada hoje (30), em Brasília, pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), registra o Índice Avaliação de 41,18 e o Índice Expectativa de 65,90. Em janeiro de 2009, o Índice Avaliação situava-se em 47,31 e o Índice Expectativa em 68,95.

O Índice Avaliação é formado pela ponderação das variáveis emprego, renda, saúde, educação e segurança pública para os últimos 6 meses, e o Índice Expectativa pela ponderação das variáveis emprego, renda, saúde, educação e segurança pública para os próximos 6 meses.

 

 

A pesquisa foi realizada de 23 a 27 de março, em 136 municípios nas cinco regiões brasileiras e foram ouvidas 2.000 pessoas.

Avaliação do Governo
A avaliação positiva do Governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva registrou 62,4% e a negativa, 7,6%. Em janeiro de 2009, a avaliação positiva do Governo Lula registrava 72,5% e a negativa 5,0%.

A aprovação do desempenho pessoal do presidente Lula situa-se em 76,2% e a desaprovação em 19,9%. Em janeiro, a aprovação do desempenho pessoal de Lula era de 84,0% e a desaprovação, 12,2%.

Eleições 2010 - 1º turno
Uma vez mais, a pesquisa CNT/Sensus quis saber qual é a tendência do eleitorado brasileiro para a eleição presidencial de 2010, em primeiro turno, tanto em votação espontânea, quanto estimulada.

Em votação espontânea os números são os seguintes: Lula, 16,2%; José Serra, 8,8%; Dilma Rousseff, 3,6%; Aécio Neves, 2,9%; Ciro Gomes, 1,5%; Heloísa Helena, 1,4%.

Em listas estimuladas, os resultados foram os seguintes:
Primeira lista: José Serra, 45,7%; Dilma Rousseff, 16,3%; Heloísa Helena, 11,0%; com 27,0% sem candidato. Os números em janeiro de 2009 eram 42,8%, 13,5%, 11,2% e 32,6%, respectivamente.

Segunda lista: Aécio Neves, 22,0%; Dilma Rousseff, 19,9%; Heloísa Helena, 17,4%; com 40,8% sem candidato. Em janeiro de 2009: 23,3%, 16,4%, 18,2% e 42,2%, respectivamente.

Terceira lista: José Serra, 43,1%; Ciro Gomes, 14,9%; Heloísa Helena, 12,8%; com 29,4% sem candidato. Em janeiro de 2009: 41,9%, 10,6%, 13,8% e 33,8%, respectivamente.

Quarta lista: Aécio Neves, 21,2%; Ciro Gomes, 19,2%; Heloísa Helena, 19,0%; com 40,7% sem candidato. Em janeiro: 21,9%, 16,1%, 18,9% e 43,2%, respectivamente.

Eleições 2010 - 2º turno
Primeira opção: José Serra, 53,5%; Dilma Rousseff, 21,3%; com 25,3% sem candidato. Em janeiro de 2009: 50,8%, 16,6% e 32,6%, respectivamente.

Segunda opção: Dilma Rousseff, 29,1%; Aécio Neves, 28,3%; com 42,7% sem candidato. Em janeiro: 23,9%, 30,4% e 45,8%, respectivamente.

Terceira opção: José Serra, 49,9%; Ciro Gomes, 20,3%; com 29,9% sem candidato. Em janeiro: 50,2%, 14,7% e 35,2%, respectivamente.

Quarta opção: Ciro Gomes, 31,2%; Aécio Neves, 26,8%; com 42,2% sem candidato. Em janeiro: 24,7%, 29,1% e 46,3%, respectivamente.

Transferência Lula
A Pesquisa quis saber ainda qual a possível influência do presidente Lula nas próximas eleições presidenciais: 21,5% disseram que votariam em um candidato a presidente apoiado por Lula; 28,6% disseram que poderiam votar; 20,3% que não votariam e 25,9% que somente decidiram o voto conhecendo o candidato.

Em dezembro de 2008, 15,6% votariam no candidato a Presidente apoiado por Lula; 28,9% poderiam votar; 18,4% não votariam e 34,0% somente conhecendo o candidato para poder decidir o voto.

Crise financeira - emprego
A pesquisa CNT Sensus quis saber como o brasileiro vê o impacto da crise financeira sobre o emprego no País: 38,7% dos entrevistados conhecem alguém que já perdeu seu emprego em razão da crise; 24,8% ficaram sabendo e 34,9% não conhecem/não ouviram falar. Os números em janeiro de 2009 eram, respectivamente, 34,4%, 22,1% e 39,9%.

44,8% dos entrevistados têm receio de perder seu emprego ou sua atividade econômica caso a crise agrave; 39,7% não têm receio. Os números em janeiro de 2009 eram 42,7% e 43,8% respectivamente.

Crise financeira - empresas
52,5% dos entrevistados são favoráveis à redução da jornada de trabalho com a consequente redução dos salários como forma de as empresas enfrentarem a crise financeira, 40,0% são contra. Os números em janeiro de 2009 eram 50,0% e 38,9%, respectivamente.

75,0% são a favor da abertura de linhas de crédito pelo Governo para as empresas enfrentarem a crise, 16,7% são contra. Em janeiro de 2009, os números eram 74,2% e 14,4%, respectivamente.

Crise financeira - Brasil
Para 40,1% dos entrevistados, o Brasil está lidando adequadamente com a crise; para 26,5%, não.

46,3% acham que nesta crise o Brasil sairá fortalecido em relação a outros Países; 23,0% que o Brasil sairá enfraquecido. Os números em dezembro de 2008 eram, respectivamente, 35,0% e 23,0%.

Política externa
Quisemos saber, ainda, como o brasileiro avalia a política externa do presidente Lula: 47,3% acham que na política externa Lula deve lidar com os problemas do Brasil e do mundo em geral; para 45,2% somente com os problemas do Brasil.

Violência
A violência continua sendo um dos problemas que mais afligem o brasileiro: 20,6% classificam a cidade onde moram como muito violenta; 19,7% como violenta; 25,6% como mais ou menos violenta; 22,7% como pouco violenta e 11,2% como nada violenta.

Os números em janeiro de 2009 eram 13,8%, 18,9%, 28,4%, 25,7% e 12,6% respectivamente.
25,7% dos entrevistados foram vítimas de roubo, assalto, sequestro ou agressão física no último ano; 73,6% não foram.

31,5% dos entrevistados tem algum familiar que tenha sido vítima de roubo, assalto, sequestro ou agressão física no último ano, 29,1% algum amigo/conhecido. Os números em dezembro de 2003 eram 31,8% e 19,1% respectivamente.

64,5% dos entrevistados acham que o impacto da crise econômica no Brasil vai agravar a violência no País e 28,1% acham que não vai agravar.

Preocupado, mas otimista
"A queda nos números de aprovação ao presidente Lula mostra que a crise financeira mundial preocupa o brasileiro, mas, ao mesmo tempo, ele se mostra otimista com relação aos mecanismos que o Brasil possui para enfrentar essa crise", afirma Clésio Andrade, presidente da CNT.

Para ele, a queda nos índices de aprovação ao Governo e ao desempenho pessoal de Lula reflete as consequências da crise econômica no Brasil. "Aumentou o número de pessoas que perderam o emprego ou que têm medo de perdê-lo. Apesar do crescimento destes índices, percebe-se que o brasileiro ainda está confiante que o País sairá fortalecido da crise", destaca Clésio Andrade. (Fonte: CNT)