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Publicado: 30/03/2009 | 15:48
Prefeitos paulistas são contra estabilidade e greves
Ainda em Aracaju (SE), aproveitei parte da manhã para dar uma olhada nos jornais neste domingo. Encontrei algo curioso em O Estado de S. Paulo.
Sob o título 'Prefeitos querem fim de estabilidade e limite às greves', a repórter Julia Duailibi escreve que, de acordo com uma pesquisa do Centro de Estudos e Pesquisas de Administração Municipal (Cepam - Fundação Prefeito Faria Lima) e da Secretaria de Comunicação do governo do Estado, "os novos prefeitos do Estado de São Paulo são a favor do fim da estabilidade dos funcionários públicos e contra o direito de greve irrestrito para todas as categorias profissionais. Também defendem a privatização, mas se dividem em relação à redução da jornada de trabalho" (íntegra do primeiro parágrafo da reportagem).
O levantamento, segundo Julia, foi realizado no fim de 2008 - 624 dos 645 prefeitos do estado opinaram. Os dados completos, ainda conforme a colega, serão divulgados na próxima terça-feira.
O funcionalismo mereceu destaque:
"Declarando-se preocupados em executar uma boa gestão, a maioria dos prefeitos (60%) defende o fim da estabilidade do funcionalismo. O porcentual dos que são a favor é maior entre os prefeitos do PSDB (65%).
Quando o assunto é privatização, PT e PSDB têm posições distintas. No PSDB, 51% dos prefeitos são a favor. Entre petistas, apenas 30%".
Ainda em Aracaju (SE), aproveitei parte da manhã para dar uma olhada nos jornais neste domingo. Encontrei algo curioso em O Estado de S. Paulo.
Sob o título 'Prefeitos querem fim de estabilidade e limite às greves', a repórter Julia Duailibi escreve que, de acordo com uma pesquisa do Centro de Estudos e Pesquisas de Administração Municipal (Cepam - Fundação Prefeito Faria Lima) e da Secretaria de Comunicação do governo do Estado, "os novos prefeitos do Estado de São Paulo são a favor do fim da estabilidade dos funcionários públicos e contra o direito de greve irrestrito para todas as categorias profissionais. Também defendem a privatização, mas se dividem em relação à redução da jornada de trabalho" (íntegra do primeiro parágrafo da reportagem).
O levantamento, segundo Julia, foi realizado no fim de 2008 - 624 dos 645 prefeitos do estado opinaram. Os dados completos, ainda conforme a colega, serão divulgados na próxima terça-feira.
O funcionalismo mereceu destaque:
"Declarando-se preocupados em executar uma boa gestão, a maioria dos prefeitos (60%) defende o fim da estabilidade do funcionalismo. O porcentual dos que são a favor é maior entre os prefeitos do PSDB (65%).
Quando o assunto é privatização, PT e PSDB têm posições distintas. No PSDB, 51% dos prefeitos são a favor. Entre petistas, apenas 30%".
