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Publicado: 1/04/2009 | 10:27
Taxa de desemprego na OCDE pode chegar aos 10% em 2009
A taxa de desemprego na OCDE deverá atingir os 10% até ao final do próximo ano e o Produto Interno Bruto (PIB) poderá cair 4,3% já em 2009.
Na União Européia, a taxa de desemprego deverá continuar a sua trajetória ascendente e "até ao final de 2010 o desemprego poderá aproximar-se de uma taxa de dois dígitos em todos os países do G-8, com exceção do Japão, assim como para todo o conjunto da OCDE", revelava um documento da organização, divulgado na abertura do "G-8 Social". O secretário-geral da OCDE, Angel Gurria, disse, em Roma, que "cerca de 25 milhões de pessoas podem engrossar as fileiras dos desempregados, o que constitui a mais forte e a mais rápida subida do desemprego desde o pós-guerra". Ele pediu aos governantes para concertar "ações rápidas e determinantes para evitar que a crise financeira se torne numa crise generalizada com pesados efeitos nos trabalhadores vulneráveis". Opinião semelhante havia sido defendida pelo ministro italiano do Trabalho, que sublinhou a importância das políticas sociais. A OCDE aponta ainda para um quadro de estagnação generalizada no próximo ano, perspectivando a continuação de "declínio" ao longo deste ano e uma ligeira retoma no primeiro semestre do próximo ano. "Mesmo esta retoma moderada assenta no fato de as tensões nos mercados financeiros se dissiparão no final de 2009 e de as políticas monetárias e fiscais continuarem a trazer apoios", diz o documento apresentado domingo. "As previsões da OCDE vão indicar um crescimento negativo que poderá ser de menos 44,3 por cento para 2009″, afirmou o secretário-geral Angel Gurria. (Fonte: RTP, no blog O outro lado da notícia)
A taxa de desemprego na OCDE deverá atingir os 10% até ao final do próximo ano e o Produto Interno Bruto (PIB) poderá cair 4,3% já em 2009.
Na União Européia, a taxa de desemprego deverá continuar a sua trajetória ascendente e "até ao final de 2010 o desemprego poderá aproximar-se de uma taxa de dois dígitos em todos os países do G-8, com exceção do Japão, assim como para todo o conjunto da OCDE", revelava um documento da organização, divulgado na abertura do "G-8 Social". O secretário-geral da OCDE, Angel Gurria, disse, em Roma, que "cerca de 25 milhões de pessoas podem engrossar as fileiras dos desempregados, o que constitui a mais forte e a mais rápida subida do desemprego desde o pós-guerra". Ele pediu aos governantes para concertar "ações rápidas e determinantes para evitar que a crise financeira se torne numa crise generalizada com pesados efeitos nos trabalhadores vulneráveis". Opinião semelhante havia sido defendida pelo ministro italiano do Trabalho, que sublinhou a importância das políticas sociais. A OCDE aponta ainda para um quadro de estagnação generalizada no próximo ano, perspectivando a continuação de "declínio" ao longo deste ano e uma ligeira retoma no primeiro semestre do próximo ano. "Mesmo esta retoma moderada assenta no fato de as tensões nos mercados financeiros se dissiparão no final de 2009 e de as políticas monetárias e fiscais continuarem a trazer apoios", diz o documento apresentado domingo. "As previsões da OCDE vão indicar um crescimento negativo que poderá ser de menos 44,3 por cento para 2009″, afirmou o secretário-geral Angel Gurria. (Fonte: RTP, no blog O outro lado da notícia)