antigas Publicado: 1/04/2009 | 10:28

Câmara decide levar caso Edmar Moreira ao conselho de Ética

 A Mesa Diretora da Câmara decidiu por unanimidade determinar abertura de processo no Conselho de Ética contra o deputado Edmar Moreira (sem partido/MG). 


Parecer da comissão de sindicância da Corregedoria da Casa apontou indícios de uso irregular da verba indenizatória pelo deputado para pagar serviços de segurança.

O relatório da sindicância diz que há elementos para concluir que não houve prestação do serviço, já que o parlamentar não apresentou comprovantes dos pagamentos aos seguranças. 

Caberá ao conselho investigar os gastos de Edmar e apontar se houve ou não quebra do decoro parlamentar.

A punição mais grave é a cassação do mandato parlamentar.

Na reunião da Mesa, foi aprovada uma série de mudanças em relação aos gastos dos deputados com verba indenizatória, de R$ 15 mil mensais. 

As despesas com segurança ficaram limitadas em 30% do valor mensal. O mesmo limite já vigorava para gasto com combustível e foi mantido.

Foram proibidos gastos com alimentação, assessoria, pesquisa e trabalho técnico. 

Estão mantidos gastos com aluguel de escritório político, locomoção, consultoria, divulgação da atividade parlamentar, material de escritório, aluguel de TV a cabo, software, internet e serviços postais.

A Mesa Diretora também proibiu que deputados usem a verba indenizatória para contratar e fazer pagamentos a empresas de sua propriedade ou de parentes até o terceiro grau.

O primeiro-secretário, Rafael Guerra (PSDB/MG), disse que a partir de amanhã o portal da Câmara começará a divulgar as prestações de contas dos deputados dos gastos com verba indenizatória. 

Serão divulgados os gastos feitos de amanhã em diante. (Fonte: Agência Estado)


 

 A Mesa Diretora da Câmara decidiu por unanimidade determinar abertura de processo no Conselho de Ética contra o deputado Edmar Moreira (sem partido/MG). 


Parecer da comissão de sindicância da Corregedoria da Casa apontou indícios de uso irregular da verba indenizatória pelo deputado para pagar serviços de segurança.

O relatório da sindicância diz que há elementos para concluir que não houve prestação do serviço, já que o parlamentar não apresentou comprovantes dos pagamentos aos seguranças. 

Caberá ao conselho investigar os gastos de Edmar e apontar se houve ou não quebra do decoro parlamentar.

A punição mais grave é a cassação do mandato parlamentar.

Na reunião da Mesa, foi aprovada uma série de mudanças em relação aos gastos dos deputados com verba indenizatória, de R$ 15 mil mensais. 

As despesas com segurança ficaram limitadas em 30% do valor mensal. O mesmo limite já vigorava para gasto com combustível e foi mantido.

Foram proibidos gastos com alimentação, assessoria, pesquisa e trabalho técnico. 

Estão mantidos gastos com aluguel de escritório político, locomoção, consultoria, divulgação da atividade parlamentar, material de escritório, aluguel de TV a cabo, software, internet e serviços postais.

A Mesa Diretora também proibiu que deputados usem a verba indenizatória para contratar e fazer pagamentos a empresas de sua propriedade ou de parentes até o terceiro grau.

O primeiro-secretário, Rafael Guerra (PSDB/MG), disse que a partir de amanhã o portal da Câmara começará a divulgar as prestações de contas dos deputados dos gastos com verba indenizatória. 

Serão divulgados os gastos feitos de amanhã em diante. (Fonte: Agência Estado)