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Publicado: 3/04/2009 | 10:25
Os resultados da reunião
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A cúpula de Londres aconteceu em um período em que o mundo confronta a pior crise econômica desde a Segunda Guerra. Os líderes dos países do G-20, juntamente com as principais instituições internacionais, encararam uma gama sem precedentes de desafios evitar um declínio ainda mais severo e restaurar o crescimento no curto prazo enquanto, ao mesmo tempo, buscam reformular o sistema financeiro, preservar o comércio global e construir as fundações de uma recuperação sustentável.
A coisa mais importante que os líderes podiam fazer para restaurar a confiança econômica e, assim, repelir o risco de uma recessão mais séria, era deixar claro que farão o que for preciso para restaurar o crescimento. A questão não era anunciar mais pacotes de estímulo fiscal, ao contrário do que disseram comentários da imprensa. A questão era certificar que ações já tornadas quanto a políticas fiscais, monetárias e consertos no sistema financeiro sejam implementadas rápida e efetivamente, onde apropriadas, de um jeito internacionalmente coordenado e traduzido em demanda real.
Além disso, houve um claro compromisso em adotar novas ações de políticas que sejam necessários em todos esses fronts mais expansão fiscal para restaurar demanda, mais política monetária não convencional para prevenir a deflação, mais ações para recapitalizar e reestruturar bancos, se necessário, para recuperar o crédito.
A cúpula de Londres não marca o fim da crise financeira mundial ou da recessão que dela resultou. Mas a história talvez a registre como o começo do fim. Os líderes concordaram em fazer o que for necessário para restaurar o crescimento e acelerar a recuperação, com o monitoramento do FMI; em disponibilizar mais de US$1 trilhão para e por meio da instituição para apoiar países em desenvolvimento e manter o acesso ao crédito do comércio e em reestruturar completamente o sistema financeiro mundial para que, no futuro, dê suporte, ao invés de minar a economia real. Nada mal para um dia de trabalho. |
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A cúpula de Londres aconteceu em um período em que o mundo confronta a pior crise econômica desde a Segunda Guerra. Os líderes dos países do G-20, juntamente com as principais instituições internacionais, encararam uma gama sem precedentes de desafios evitar um declínio ainda mais severo e restaurar o crescimento no curto prazo enquanto, ao mesmo tempo, buscam reformular o sistema financeiro, preservar o comércio global e construir as fundações de uma recuperação sustentável.
A coisa mais importante que os líderes podiam fazer para restaurar a confiança econômica e, assim, repelir o risco de uma recessão mais séria, era deixar claro que farão o que for preciso para restaurar o crescimento. A questão não era anunciar mais pacotes de estímulo fiscal, ao contrário do que disseram comentários da imprensa. A questão era certificar que ações já tornadas quanto a políticas fiscais, monetárias e consertos no sistema financeiro sejam implementadas rápida e efetivamente, onde apropriadas, de um jeito internacionalmente coordenado e traduzido em demanda real.
Além disso, houve um claro compromisso em adotar novas ações de políticas que sejam necessários em todos esses fronts mais expansão fiscal para restaurar demanda, mais política monetária não convencional para prevenir a deflação, mais ações para recapitalizar e reestruturar bancos, se necessário, para recuperar o crédito.
A cúpula de Londres não marca o fim da crise financeira mundial ou da recessão que dela resultou. Mas a história talvez a registre como o começo do fim. Os líderes concordaram em fazer o que for necessário para restaurar o crescimento e acelerar a recuperação, com o monitoramento do FMI; em disponibilizar mais de US$1 trilhão para e por meio da instituição para apoiar países em desenvolvimento e manter o acesso ao crédito do comércio e em reestruturar completamente o sistema financeiro mundial para que, no futuro, dê suporte, ao invés de minar a economia real. Nada mal para um dia de trabalho. |