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Publicado: 3/04/2009 | 10:57
PP quer candidatos próprios nos estados
Reeleito por mais dois anos como presidente do PP, o senador Francisco Dornelles (RJ) disse que “não está na hora de discutir 2010. Precisamos conversar com os diretórios estaduais para ver a posição do partido. Agora é hora de discutir crescimento econômico, geração de renda e emprego”. A Convenção do PP ontem, em Brasília, elegeu o diretório e a executiva nacionais por unanimidade em votação simbólica.
A palavra de ordem do encontro foi protagonismo, que os progressistas pretendem atingir priorizando candidaturas próprias para governos estaduais, bancada de deputados e senadores, além de aumentar o número de prefeitos e vereadores. Mas as discussões sobre a eleição presidencial, segundo Dornelles, serão feitas apenas no ano que vem. Ainda que tenha afirmado que “uma ala forte do partido tem grande simpatia” pela candidatura da ministra Dilma Rousseff.
E o assunto Presidência da República foi abordado em outro momento e pelo líder do partido na Câmara, deputado Mário Negromonte (BA). Para ele, deixar de ser coadjuvante na política nacional significa ter um nome forte na disputa pela chefia do Executivo federal. “Vamos lançar o nome do presidente Dornelles para a Presidência”, disse. O dirigente preferiu minimizar a atitude afirmando ser apenas uma gentileza do líder.
Mas Dornelles também instigou outro colega a passar pelo crivo das urnas. O senador disse ser o momento de testar o vigor eleitoral do ministro das Cidades, Márcio Fortes, que também é vice-presidente do PP. “Pode ser qualquer cargo que ele quiser”, disse o dirigente.
Além de Dornelles, o encontro do PP teve duas estrelas, o ministro das Cidades e o prefeito de Maceió, Cícero Almeida. Em diversos discursos, Almeida foi lembrado pelo fato de ter alcançado a maior votação na eleição municipal de 2008.
Aliança
A Convenção teve espaço para manifestações de políticos de outros partidos. O governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), encaminhou uma mensagem exaltando a aliança com o partido. “Precisamos da experiência do PP para o imprescindível e inadiável ajuste do nosso modelo de gestão. É nosso desafio conter o estado perdulário, lento e ineficiente, que gasta mais consigo próprio do que investe na população”, disse o tucano, em mensagem lida pelo presidente da Assembleia de Minas Gerais, Alberto Pinto Coelho (PP). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva mandou um texto de agradecimento ao convite. E o vice-governador do Distrito Federal, Paulo Octavio, participou e discursou.
Dornelles quer promover uma injeção de ânimo no partido para tentar reposicionar o PP no cenário nacional. O senador aposta na juventude e nas mulheres da legenda para promover essa renovação e os instou a se lançarem nas próximas disputas eleitorais.
Para o presidente da Fundação Milton Campos, Francisco Turra, o partido precisa também reforçar os laços com um setor da economia bastante identificado com o PP. “Precisamos botar a cara na disputa eleitoral. Chega de ser coadjuvante e o agronegócio tem que ser uma das bandeiras do partido”, disse Turra.
Reeleito por mais dois anos como presidente do PP, o senador Francisco Dornelles (RJ) disse que “não está na hora de discutir 2010. Precisamos conversar com os diretórios estaduais para ver a posição do partido. Agora é hora de discutir crescimento econômico, geração de renda e emprego”. A Convenção do PP ontem, em Brasília, elegeu o diretório e a executiva nacionais por unanimidade em votação simbólica.
A palavra de ordem do encontro foi protagonismo, que os progressistas pretendem atingir priorizando candidaturas próprias para governos estaduais, bancada de deputados e senadores, além de aumentar o número de prefeitos e vereadores. Mas as discussões sobre a eleição presidencial, segundo Dornelles, serão feitas apenas no ano que vem. Ainda que tenha afirmado que “uma ala forte do partido tem grande simpatia” pela candidatura da ministra Dilma Rousseff.
E o assunto Presidência da República foi abordado em outro momento e pelo líder do partido na Câmara, deputado Mário Negromonte (BA). Para ele, deixar de ser coadjuvante na política nacional significa ter um nome forte na disputa pela chefia do Executivo federal. “Vamos lançar o nome do presidente Dornelles para a Presidência”, disse. O dirigente preferiu minimizar a atitude afirmando ser apenas uma gentileza do líder.
Mas Dornelles também instigou outro colega a passar pelo crivo das urnas. O senador disse ser o momento de testar o vigor eleitoral do ministro das Cidades, Márcio Fortes, que também é vice-presidente do PP. “Pode ser qualquer cargo que ele quiser”, disse o dirigente.
Além de Dornelles, o encontro do PP teve duas estrelas, o ministro das Cidades e o prefeito de Maceió, Cícero Almeida. Em diversos discursos, Almeida foi lembrado pelo fato de ter alcançado a maior votação na eleição municipal de 2008.
Aliança
A Convenção teve espaço para manifestações de políticos de outros partidos. O governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), encaminhou uma mensagem exaltando a aliança com o partido. “Precisamos da experiência do PP para o imprescindível e inadiável ajuste do nosso modelo de gestão. É nosso desafio conter o estado perdulário, lento e ineficiente, que gasta mais consigo próprio do que investe na população”, disse o tucano, em mensagem lida pelo presidente da Assembleia de Minas Gerais, Alberto Pinto Coelho (PP). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva mandou um texto de agradecimento ao convite. E o vice-governador do Distrito Federal, Paulo Octavio, participou e discursou.
Dornelles quer promover uma injeção de ânimo no partido para tentar reposicionar o PP no cenário nacional. O senador aposta na juventude e nas mulheres da legenda para promover essa renovação e os instou a se lançarem nas próximas disputas eleitorais.
Para o presidente da Fundação Milton Campos, Francisco Turra, o partido precisa também reforçar os laços com um setor da economia bastante identificado com o PP. “Precisamos botar a cara na disputa eleitoral. Chega de ser coadjuvante e o agronegócio tem que ser uma das bandeiras do partido”, disse Turra.