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Publicado: 13/04/2009 | 09:40
Patrões e trabalhadores propõem reduzir tributos para garantir vagas
Sindicatos patronais e de trabalhadores da indústria pretendem entregar ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em audiência em Brasília, nesta segunda-feira (13), documento com propostas de redução temporária da carga tributária para o segmento industrial, em troca da manutenção dos empregos e dos salários durante o período em que vigorar o regime de desoneração.
As entidades empresariais comprometeram-se, por escrito, a manter os empregos e a renda dos trabalhadores, em contrapartida à isenção temporária de tributos. A reação de instituições como a Confederação Nacional dos Metalúrgicos da Central Única dos Trabalhadores (CNM/CUT), da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) e do Sindicato da Micro e Pequena Indústria do Estado de São Paulo (Simpi), deve-se ao alto índice de demissões no setor previsto para os próximos meses. De acordo com pesquisa da Federação das Indústrias do estado de São Paulo (Fiesp), divulgada na última segunda-feira, duas em cada cinco indústrias de São Paulo pretendem demitir nos próximos meses. Em média, os cortes deverão atingir 14,3% do quadro de pessoal. Segundo as entidades, o objetivo dos acordos é defender o emprego, fortalecer o mercado interno e atravessar o período mais difícil da crise, que, para os sindicatos, ainda está por vir. De acordo com dados das entidades, calcula-se que o setor de bens de capital no Brasil empregue aproximadamente 243 mil trabalhadores. As micro e pequenas indústrias respondem por cerca de 3 milhões de empregos. Entre as propostas a serem apresentadas ao presidente, há pedido de isenção de impostos federais e estaduais, como PIS, Cofins, IPI e ICMS, na saída de máquinas e equipamentos destinados ao ativo fixo das empresas, e de suspensão da incidência dos mesmos tributos na aquisição de insumos de produção pelos fabricantes. (Fonte:Monitor Mercantil)
Sindicatos patronais e de trabalhadores da indústria pretendem entregar ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em audiência em Brasília, nesta segunda-feira (13), documento com propostas de redução temporária da carga tributária para o segmento industrial, em troca da manutenção dos empregos e dos salários durante o período em que vigorar o regime de desoneração.
As entidades empresariais comprometeram-se, por escrito, a manter os empregos e a renda dos trabalhadores, em contrapartida à isenção temporária de tributos. A reação de instituições como a Confederação Nacional dos Metalúrgicos da Central Única dos Trabalhadores (CNM/CUT), da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) e do Sindicato da Micro e Pequena Indústria do Estado de São Paulo (Simpi), deve-se ao alto índice de demissões no setor previsto para os próximos meses. De acordo com pesquisa da Federação das Indústrias do estado de São Paulo (Fiesp), divulgada na última segunda-feira, duas em cada cinco indústrias de São Paulo pretendem demitir nos próximos meses. Em média, os cortes deverão atingir 14,3% do quadro de pessoal. Segundo as entidades, o objetivo dos acordos é defender o emprego, fortalecer o mercado interno e atravessar o período mais difícil da crise, que, para os sindicatos, ainda está por vir. De acordo com dados das entidades, calcula-se que o setor de bens de capital no Brasil empregue aproximadamente 243 mil trabalhadores. As micro e pequenas indústrias respondem por cerca de 3 milhões de empregos. Entre as propostas a serem apresentadas ao presidente, há pedido de isenção de impostos federais e estaduais, como PIS, Cofins, IPI e ICMS, na saída de máquinas e equipamentos destinados ao ativo fixo das empresas, e de suspensão da incidência dos mesmos tributos na aquisição de insumos de produção pelos fabricantes. (Fonte:Monitor Mercantil)