Notícias no estado: SP
O Sindicato dos Engenheiros do estado de São Paulo (Seesp) realiza, entre 14 e 16 de abril, eleições para a diretoria que estará à frente da entidade no mandato 2010/2013. Apenas uma chapa foi inscrita, encabeçada pelo atual presidente Murilo Celso de Campos Pinheiro.
A votação será realizada por meio da internet, com início à zero hora de terça-feira (14) e encerramento na quinta (16), às 19 horas. Os votos serão registrados pelos eleitores no site do Sindicato (www.seesp.org.br). O sistema de votação é seguro e permite ampla participação, já que o associado pode votar onde quer que esteja. Até 10 de abril, todos os filiados em condições de voto receberão uma correspondência com instruções e a senha para participação no processo. Voto na sede Nesse caso, é preciso estar munido de documento de identidade pessoal, além da senha enviada previamente pelo correio. (Fonte: Agência Sindical)
Somente no dia 16, será coloca disponível um equipamento habilitado a receber votos na sede do Sindicato, em São Paulo (Rua Genebra, 25, Bela Vista, Centro).
SP: engenheiros elegem nova diretoria do sindicato a partir do dia 14
O Sindicato dos Engenheiros do estado de São Paulo (Seesp) realiza, entre 14 e 16 de abril, eleições para a diretoria que estará à frente da entidade no mandato 2010/2013. Apenas uma chapa foi inscrita, encabeçada pelo atual presidente Murilo Celso de Campos Pinheiro.
A votação será realizada por meio da internet, com início à zero hora de terça-feira (14) e encerramento na quinta (16), às 19 horas. Os votos serão registrados pelos eleitores no site do Sindicato (www.seesp.org.br). O sistema de votação é seguro e permite ampla participação, já que o associado pode votar onde quer que esteja. Até 10 de abril, todos os filiados em condições de voto receberão uma correspondência com instruções e a senha para participação no processo. Voto na sede Nesse caso, é preciso estar munido de documento de identidade pessoal, além da senha enviada previamente pelo correio. (Fonte: Agência Sindical)
Somente no dia 16, será coloca disponível um equipamento habilitado a receber votos na sede do Sindicato, em São Paulo (Rua Genebra, 25, Bela Vista, Centro).
O projeto de lei, proposto pelo governo do estado, que institui reajuste ao Piso Salarial Regional foi aprovado, na última terça-feira (31), pela Assembleia Legislativa. Agora, a proposta segue para sanção do Executivo.
Pela proposta, as três faixas salariais devem passar dos atuais R$ 450, R$ 475 e R$ 505 para R$ 505, R$ 530 e R$ 545, respectivamente, variando 12,2%, 11,6% e 11,9%, nesta ordem. Beneficiados Para o governador do estado paulista, José Serra, o reajuste "é um avanço que beneficia, no mínimo, um milhão de pessoas", principalmente aquelas que envolvem "as categorias menos protegidas pela legislação, que têm sindicatos menores ou não têm sindicatos". O aumento levou em conta índices como o INPC (Índice Nacional de Preço ao Consumidor) e a variação do PIB (Produto Interno Bruto). Faixas No grupo 2 (R$ 530) encontram-se os carteiros, tintureiros, barbeiros, manicures e pedicures, pintores, encanadores, soldadores, garçons, cobradores de transportes coletivos, pedreiros, seguranças, entre outros. O terceiro grupo (R$ 545), por sua vez, abrange administradores agropecuários e florestais, trabalhadores de serviços de higiene e saúde, chefes de serviços de transportes e de comunicações, supervisores de compra e venda, entre outros. (Fonte: InfoMoney)
De acordo com o secretário do Emprego e Relações do Trabalho, Guilherme Afif Domingos, o aumento vem em função do quadro de desemprego.
Conforme divulgou o governo de São Paulo, a primeira faixa (R$ 505) teve reajuste maior porque nela estão incluídas as ocupações com menor remuneração e qualificação, como trabalhadores domésticos, agropecuários, auxiliares de serviços gerais de escritório e motoboys.
SP: Assembleia Legislativa aprova novo piso salarial; faixas até R$ 545
O projeto de lei, proposto pelo governo do estado, que institui reajuste ao Piso Salarial Regional foi aprovado, na última terça-feira (31), pela Assembleia Legislativa. Agora, a proposta segue para sanção do Executivo.
Pela proposta, as três faixas salariais devem passar dos atuais R$ 450, R$ 475 e R$ 505 para R$ 505, R$ 530 e R$ 545, respectivamente, variando 12,2%, 11,6% e 11,9%, nesta ordem. Beneficiados Para o governador do estado paulista, José Serra, o reajuste "é um avanço que beneficia, no mínimo, um milhão de pessoas", principalmente aquelas que envolvem "as categorias menos protegidas pela legislação, que têm sindicatos menores ou não têm sindicatos". O aumento levou em conta índices como o INPC (Índice Nacional de Preço ao Consumidor) e a variação do PIB (Produto Interno Bruto). Faixas No grupo 2 (R$ 530) encontram-se os carteiros, tintureiros, barbeiros, manicures e pedicures, pintores, encanadores, soldadores, garçons, cobradores de transportes coletivos, pedreiros, seguranças, entre outros. O terceiro grupo (R$ 545), por sua vez, abrange administradores agropecuários e florestais, trabalhadores de serviços de higiene e saúde, chefes de serviços de transportes e de comunicações, supervisores de compra e venda, entre outros. (Fonte: InfoMoney)
De acordo com o secretário do Emprego e Relações do Trabalho, Guilherme Afif Domingos, o aumento vem em função do quadro de desemprego.
Conforme divulgou o governo de São Paulo, a primeira faixa (R$ 505) teve reajuste maior porque nela estão incluídas as ocupações com menor remuneração e qualificação, como trabalhadores domésticos, agropecuários, auxiliares de serviços gerais de escritório e motoboys.
Foi suspenso o processo de demissão de 58 dos 84 empregados da Bekum do Brasil, fabricante de embalagens de plásticos, localizada na cidade de São Paulo.
Ao término dos 60 dias, caso mantenha a decisão de corte, a empresa terá de pagar as verbas rescisórias imediatamente, além do acréscimo de um salário para cada funcionário. Segundo o diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Edson Passos, o grupo que mantinha um acampamento no galpão da empresa desde o último dia 3 de março estava se retirando do local, na expectativa de cumprimento da medida judicial. A advogada Anneliese Moritiz, do escritório Felsberg & Associados, contratado para defender a empresa, disse que nesse prazo de 60 dias a Bekum do Brasil pretende negociar com o sindicato da categoria. Mas, segundo ela, qualquer decisão só poderá ser tomada mediante à aprovação dos credores. A advogada informou que os débitos somam entre RS$ 17 e RS 18 milhões, todos referentes às dívidas no mercado interno.
Por determinação do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), a empresa terá de conceder licença remunerada pelo prazo de 60 dias a todos os funcionários dispensados no último dia 20 de fevereiro.
Por ter entrado em processo de recuperação judicial, a Bekum mantinha a posição de não efetuar de imediato o pagamento das indenizações. A companhia é associada a uma empresa do setor, que tem sede em Berlim, na Alemanha.
"Vamos agora esperar a ação da empresa diante dessa medida favorável aos empregados", afirmou o líder sindical.
SP: Justiça manda empresa de embalagens a suspender demissões
Foi suspenso o processo de demissão de 58 dos 84 empregados da Bekum do Brasil, fabricante de embalagens de plásticos, localizada na cidade de São Paulo.
Ao término dos 60 dias, caso mantenha a decisão de corte, a empresa terá de pagar as verbas rescisórias imediatamente, além do acréscimo de um salário para cada funcionário. Segundo o diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Edson Passos, o grupo que mantinha um acampamento no galpão da empresa desde o último dia 3 de março estava se retirando do local, na expectativa de cumprimento da medida judicial. A advogada Anneliese Moritiz, do escritório Felsberg & Associados, contratado para defender a empresa, disse que nesse prazo de 60 dias a Bekum do Brasil pretende negociar com o sindicato da categoria. Mas, segundo ela, qualquer decisão só poderá ser tomada mediante à aprovação dos credores. A advogada informou que os débitos somam entre RS$ 17 e RS 18 milhões, todos referentes às dívidas no mercado interno.
Por determinação do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), a empresa terá de conceder licença remunerada pelo prazo de 60 dias a todos os funcionários dispensados no último dia 20 de fevereiro.
Por ter entrado em processo de recuperação judicial, a Bekum mantinha a posição de não efetuar de imediato o pagamento das indenizações. A companhia é associada a uma empresa do setor, que tem sede em Berlim, na Alemanha.
"Vamos agora esperar a ação da empresa diante dessa medida favorável aos empregados", afirmou o líder sindical.
O projeto de lei, proposto pelo governo do estado, que institui reajuste ao Piso Salarial Regional foi aprovado, na última terça-feira (31), pela Assembleia Legislativa. Agora, a proposta segue para sanção do Executivo.
Pela proposta, as três faixas salariais devem passar dos atuais R$ 450, R$ 475 e R$ 505 para R$ 505, R$ 530 e R$ 545, respectivamente, variando 12,2%, 11,6% e 11,9%, nesta ordem. Beneficiados Para o governador do estado paulista, José Serra, o reajuste "é um avanço que beneficia, no mínimo, um milhão de pessoas", principalmente aquelas que envolvem "as categorias menos protegidas pela legislação, que têm sindicatos menores ou não têm sindicatos". O aumento levou em conta índices como o INPC (Índice Nacional de Preço ao Consumidor) e a variação do PIB (Produto Interno Bruto). Faixas No grupo 2 (R$ 530) encontram-se os carteiros, tintureiros, barbeiros, manicures e pedicures, pintores, encanadores, soldadores, garçons, cobradores de transportes coletivos, pedreiros, seguranças, entre outros. O terceiro grupo (R$ 545), por sua vez, abrange administradores agropecuários e florestais, trabalhadores de serviços de higiene e saúde, chefes de serviços de transportes e de comunicações, supervisores de compra e venda, entre outros. (Fonte: InfoMoney)
De acordo com o secretário do Emprego e Relações do Trabalho, Guilherme Afif Domingos, o aumento vem em função do quadro de desemprego.
Conforme divulgou o governo de São Paulo, a primeira faixa (R$ 505) teve reajuste maior porque nela estão incluídas as ocupações com menor remuneração e qualificação, como trabalhadores domésticos, agropecuários, auxiliares de serviços gerais de escritório e motoboys.
SP: Assembleia Legislativa aprova novo piso salarial; faixas até R$ 545
O projeto de lei, proposto pelo governo do estado, que institui reajuste ao Piso Salarial Regional foi aprovado, na última terça-feira (31), pela Assembleia Legislativa. Agora, a proposta segue para sanção do Executivo.
Pela proposta, as três faixas salariais devem passar dos atuais R$ 450, R$ 475 e R$ 505 para R$ 505, R$ 530 e R$ 545, respectivamente, variando 12,2%, 11,6% e 11,9%, nesta ordem. Beneficiados Para o governador do estado paulista, José Serra, o reajuste "é um avanço que beneficia, no mínimo, um milhão de pessoas", principalmente aquelas que envolvem "as categorias menos protegidas pela legislação, que têm sindicatos menores ou não têm sindicatos". O aumento levou em conta índices como o INPC (Índice Nacional de Preço ao Consumidor) e a variação do PIB (Produto Interno Bruto). Faixas No grupo 2 (R$ 530) encontram-se os carteiros, tintureiros, barbeiros, manicures e pedicures, pintores, encanadores, soldadores, garçons, cobradores de transportes coletivos, pedreiros, seguranças, entre outros. O terceiro grupo (R$ 545), por sua vez, abrange administradores agropecuários e florestais, trabalhadores de serviços de higiene e saúde, chefes de serviços de transportes e de comunicações, supervisores de compra e venda, entre outros. (Fonte: InfoMoney)
De acordo com o secretário do Emprego e Relações do Trabalho, Guilherme Afif Domingos, o aumento vem em função do quadro de desemprego.
Conforme divulgou o governo de São Paulo, a primeira faixa (R$ 505) teve reajuste maior porque nela estão incluídas as ocupações com menor remuneração e qualificação, como trabalhadores domésticos, agropecuários, auxiliares de serviços gerais de escritório e motoboys.
| Dom, 08 de Março de 2009 18:04 |
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Trabalhadores de três categorias profissionais - farmacêuticos, empregados do setor do álcool e operários da construção civil - pedem aumento real de 6% a 7% em suas campanhas salariais. São setores que não teriam sido afetados de forma tão intensa pela crise e poderiam conceder reajustes acima da inflação, argumentam representantes de trabalhadores e técnicos do Dieese especialistas em negociação salarial. Se obtiverem os reajustes reivindicados, serão setores que irão na contramão da tendência de redução do número de acordos com ganhos acima da inflação, segundo previsão de analistas no início de ano. Os 37 mil farmacêuticos do estado de São Paulo pedem ao setor patronal aumento real de 7%, além de inflação estimada em torno de 6% para repor as perdas salariais nos últimos 12 meses e participação nos lucros e resultados. A pauta foi entregue na última quarta-feira (4). "As indústrias do setor tiveram aumento de faturamento de 19% em 2008. O setor reclama da falta de crédito para investimentos, mas teve ganhos de produção e faturamento. Agora, no fim de março, haverá reajuste dos medicamentos tabelados", diz Sérgio Luiz Leite, secretário-geral da Fequimfar, ligada à Força Sindical e que representa cerca de 10 mil trabalhadores do setor no estado. O setor abriu 326 vagas no Estado em janeiro, recuperando-se da perda de 330 no último mês do ano passado. No setor sucroalcooleiro, o pedido dos cerca de 25 mil trabalhadores é de 7% de ganho real, além de 5,89% de reposição da inflação pelo INPC. "É preciso melhor distribuição de renda no setor. Nos últimos anos, as usinas tiveram grande desenvolvimento com a venda do álcool combustível", diz Danilo Pereira da Silva, presidente da Fequimfar. Os trabalhadores pedem ainda PLR, piso salarial de R$ 1.000 e qualificação profissional. Na construção civil, 600 mil trabalhadores do Estado entregaram pauta na última terça aos setores patronais pedindo 6% de aumento, além de reposição da inflação, unificação dos pisos e redução da jornada para 40 horas semanais. Sérgio Watanabe, presidente do Sinduscon-SP (indústria da construção paulista), prevê negociações difíceis. "O cenário é de incertezas. No último trimestre de 2008, o ritmo de vendas caiu em torno de 50%. Será muito difícil para as empresas aumentarem seus custos fixos, concedendo aumento real". (Fonte: Folha de S.Paulo) |
SP: categorias pedem ganho real de 7% em negociação salarial
| Dom, 08 de Março de 2009 18:04 |
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Trabalhadores de três categorias profissionais - farmacêuticos, empregados do setor do álcool e operários da construção civil - pedem aumento real de 6% a 7% em suas campanhas salariais. São setores que não teriam sido afetados de forma tão intensa pela crise e poderiam conceder reajustes acima da inflação, argumentam representantes de trabalhadores e técnicos do Dieese especialistas em negociação salarial. Se obtiverem os reajustes reivindicados, serão setores que irão na contramão da tendência de redução do número de acordos com ganhos acima da inflação, segundo previsão de analistas no início de ano. Os 37 mil farmacêuticos do estado de São Paulo pedem ao setor patronal aumento real de 7%, além de inflação estimada em torno de 6% para repor as perdas salariais nos últimos 12 meses e participação nos lucros e resultados. A pauta foi entregue na última quarta-feira (4). "As indústrias do setor tiveram aumento de faturamento de 19% em 2008. O setor reclama da falta de crédito para investimentos, mas teve ganhos de produção e faturamento. Agora, no fim de março, haverá reajuste dos medicamentos tabelados", diz Sérgio Luiz Leite, secretário-geral da Fequimfar, ligada à Força Sindical e que representa cerca de 10 mil trabalhadores do setor no estado. O setor abriu 326 vagas no Estado em janeiro, recuperando-se da perda de 330 no último mês do ano passado. No setor sucroalcooleiro, o pedido dos cerca de 25 mil trabalhadores é de 7% de ganho real, além de 5,89% de reposição da inflação pelo INPC. "É preciso melhor distribuição de renda no setor. Nos últimos anos, as usinas tiveram grande desenvolvimento com a venda do álcool combustível", diz Danilo Pereira da Silva, presidente da Fequimfar. Os trabalhadores pedem ainda PLR, piso salarial de R$ 1.000 e qualificação profissional. Na construção civil, 600 mil trabalhadores do Estado entregaram pauta na última terça aos setores patronais pedindo 6% de aumento, além de reposição da inflação, unificação dos pisos e redução da jornada para 40 horas semanais. Sérgio Watanabe, presidente do Sinduscon-SP (indústria da construção paulista), prevê negociações difíceis. "O cenário é de incertezas. No último trimestre de 2008, o ritmo de vendas caiu em torno de 50%. Será muito difícil para as empresas aumentarem seus custos fixos, concedendo aumento real". (Fonte: Folha de S.Paulo) |
| Seg, 02 de Fevereiro de 2009 14:33 |
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O estado de São Paulo terá que pagar diferenças salariais a uma médica do estado pelos serviços em regime de plantão. A Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) chegou a analisar o agravo de instrumento da Fazenda Pública do estado, mas não aceitou rediscutir a questão no TST. |
SP: médica receberá diferença salarial pelo regime de plantão
| Seg, 02 de Fevereiro de 2009 14:33 |
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O estado de São Paulo terá que pagar diferenças salariais a uma médica do estado pelos serviços em regime de plantão. A Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) chegou a analisar o agravo de instrumento da Fazenda Pública do estado, mas não aceitou rediscutir a questão no TST. |
Fonte:diap
Na noite da última sexta-feira (31), o governador José Serra (PSDB) enviou cinco mensagens à Assembléia Legislativa de São Paulo solicitando urgência na votação dos cinco projetos de lei que garantem, entre outros benefícios, dois reajustes à Polícia Civil, de 6,5%, a partir de 1° de janeiro - diferentemente do que defende a categoria em greve há quase dois meses, que pede reajuste salarial de 15% este ano e mais dois aumentos de 12% até 2010.
Com a publicação do requerimento de Serra no Diário Oficial, o presidente da Assembléia Legislativa, deputado Vaz de Lima (PSDB), diz que o pacote pode ser votado ainda esta semana.
"Com a vinda da urgência do governador, vou avaliar cada processo neste fim de semana e na segunda-feira (3) decidirei se vamos avaliar comissão por comissão ou se vamos reunir as três comissões em uma única votação. Se fizermos um grande acordo, a votação será mais rápida e poderemos definir tudo nesta semana."
Neste domingo (2), em entrevista, o secretário de Segurança Pública, Ronaldo Marzagão, destacou que o próximo passo para acabar com a paralisação dos policiais civis, que já dura 48 dias, seria dos deputados estaduais.
Em sua primeira intervenção desde o início da greve, Marzagão ainda atribuiu o movimento às trocas de chefia feitas na corporação, que teriam criado insatisfações. Os grevistas negam.
Após os representantes do governo não comparecem à audiência pública feita na Assembléia Legislativa para discutir os projetos do Executivo, na última quinta-feira (30), os líderes da greve decidiram seguir, a partir desta semana, os passos do governador e dos deputados da base aliada, com o objetivo de pressioná-los.
Manifestações em São Paulo também deverão ser intensificadas, de acordo com diretrizes que serão estabelecidas em uma reunião marcada para amanhã.
SP: assembléia pode votar reajuste da polícia civil esta semana
Fonte:diap
Na noite da última sexta-feira (31), o governador José Serra (PSDB) enviou cinco mensagens à Assembléia Legislativa de São Paulo solicitando urgência na votação dos cinco projetos de lei que garantem, entre outros benefícios, dois reajustes à Polícia Civil, de 6,5%, a partir de 1° de janeiro - diferentemente do que defende a categoria em greve há quase dois meses, que pede reajuste salarial de 15% este ano e mais dois aumentos de 12% até 2010.
Com a publicação do requerimento de Serra no Diário Oficial, o presidente da Assembléia Legislativa, deputado Vaz de Lima (PSDB), diz que o pacote pode ser votado ainda esta semana.
"Com a vinda da urgência do governador, vou avaliar cada processo neste fim de semana e na segunda-feira (3) decidirei se vamos avaliar comissão por comissão ou se vamos reunir as três comissões em uma única votação. Se fizermos um grande acordo, a votação será mais rápida e poderemos definir tudo nesta semana."
Neste domingo (2), em entrevista, o secretário de Segurança Pública, Ronaldo Marzagão, destacou que o próximo passo para acabar com a paralisação dos policiais civis, que já dura 48 dias, seria dos deputados estaduais.
Em sua primeira intervenção desde o início da greve, Marzagão ainda atribuiu o movimento às trocas de chefia feitas na corporação, que teriam criado insatisfações. Os grevistas negam.
Após os representantes do governo não comparecem à audiência pública feita na Assembléia Legislativa para discutir os projetos do Executivo, na última quinta-feira (30), os líderes da greve decidiram seguir, a partir desta semana, os passos do governador e dos deputados da base aliada, com o objetivo de pressioná-los.
Manifestações em São Paulo também deverão ser intensificadas, de acordo com diretrizes que serão estabelecidas em uma reunião marcada para amanhã.
Fonte: diap
Os policiais civis em greve há quase dois meses – a paralisação começou em 16 de setembro – devem se reunir em assembléia na manhã desta terça-feira (4), na sede do Sindicato dos Investigadores do estado de São Paulo, para definir os próximos passos na negociação da categoria com o governo do estado.
O presidente do sindicato, João Batista Rebouças, confirmou que, daqui para frente, a categoria deve seguir os passos do governador José Serra (PSDB) em seus compromissos públicos para pressioná-lo.
O reajuste proposto pelo governador para os policiais civis é de 6,5% neste ano e mais 6,5% em 2009. Os representantes da Polícia Civil querem um reajuste de 15% agora, 12% no ano que vem e mais 12% em 2010.
"Os policiais são acusados de intransigência, mas quem não está facilitando o diálogo é o governo", disse o presidente do sindicato dos investigadores. Rebouças mencionou que na última sexta-feira houve uma audiência pública na Assembléia Legislativa, mas o governo não enviou nenhum secretário para negociar com os grevistas.
SP: em greve, policiais civis fazem assembléia nesta terça-feira (4)
Fonte: diap
Os policiais civis em greve há quase dois meses – a paralisação começou em 16 de setembro – devem se reunir em assembléia na manhã desta terça-feira (4), na sede do Sindicato dos Investigadores do estado de São Paulo, para definir os próximos passos na negociação da categoria com o governo do estado.
O presidente do sindicato, João Batista Rebouças, confirmou que, daqui para frente, a categoria deve seguir os passos do governador José Serra (PSDB) em seus compromissos públicos para pressioná-lo.
O reajuste proposto pelo governador para os policiais civis é de 6,5% neste ano e mais 6,5% em 2009. Os representantes da Polícia Civil querem um reajuste de 15% agora, 12% no ano que vem e mais 12% em 2010.
"Os policiais são acusados de intransigência, mas quem não está facilitando o diálogo é o governo", disse o presidente do sindicato dos investigadores. Rebouças mencionou que na última sexta-feira houve uma audiência pública na Assembléia Legislativa, mas o governo não enviou nenhum secretário para negociar com os grevistas.
Fonte: Radiobrás
Cerca de 7 mil policiais civis estiveram, nesta segunda-feira (27), no centro de São Paulo para reivindicar melhores salários e condições de trabalho. A estimativa é da Associação dos Delegados de Polícia Civil do estado de São Paulo (Adpesp), uma das entidades que organizaram a paralisação.
Um dia após o término do processo eleitoral, o diretor da Adpesp, André Dahmer, fez questão de frisar que o caráter da mobilização não é político, como sugerido dias atrás pelo governador do estado, José Serra.
"Esta greve não tem nada a ver com política. Este movimento existe desde o começo do ano, chegou a este ponto por falta de negociações com o governo", disse o diretor da Adpesp, André Dahmer.
"Eles vão empurrar mais dois anos e então dizer novamente dizer que a paralisação é para prejudicar o processo eleitoral?", questionou o diretor em entrevista à Agência Brasil.
Os manifestantes se reuniram na praça da Sé e caminharam até a sede da Secretaria de Segurança Pública levando um caixão. "Queremos fazer um enterro simbólico de José Serra", gritavam os policiais. Vestindo uma camiseta com a foto do governador de São Paulo, muitos acusavam-no de matar a polícia.
Em greve desde o dia 16 de setembro, os policiais civis tiveram um conflito com policiais militares no dia 16 de outubro. "Vamos apurar quem mandou a tropa de choque ao nosso encontro. Temos uma série de medidas judiciais e políticas a serem tomadas", completou Dahmer sobre o episódio que aconteceu na frente do Palácio do Governo.
Durante toda a caminhada, os manifestantes também pediram que o secretário de segurança pública, Ronaldo Marzagão, renuncie ao cargo. Segundo os policiais, a mobilização não tem data para acabar. "Vamos ao Palácio novamente falar com o governador", completou Dahmer.
Categoria pára no Rio
Os agentes da Polícia Civil do Rio de Janeiro vão parar por duas horas, nesta quarta-feira (29), seguindo orientação de policiais civis de todo o Brasil. A paralisação é em apoio aos policiais de São Paulo, que já estão em greve desde o dia 16 de setembro. Além disso, o presidente do sindicato dos policiais civis do Rio, Fernando Bandeira, afirmou que, durante o ato, haverá uma assembléia para discutir uma possível greve prolongada.
No Rio de Janeiro, os policiais civis vão parar as atividades das 14h às 16h desta quarta. As delegacias estarão abertas nesse período, mas apenas casos de emergência serão atendidos.
De acordo com Fernando Bandeira, os policiais não estão reivindicando aumento salarial, mas o retorno de uma gratificação, retirada em 2001, que significaria um aumento de 70% sobre o salário.
"O nosso objetivo é retomar as negociações com o governo e também dar um grande apoio aos nossos companheiros de São Paulo, que estão em greve há mais de um mês. Como também São Paulo vive um problema tão grave quanto o Rio de Janeiro, isto é, com efetivo pequeno, salários muitos baixos e condições de trabalho precárias, isso está nos levando a buscar uma unificação do movimento", declarou Fernando Bandeira.
Os policiais civis participaram, na quinta-feira passada (23), de uma passeata dos servidores estaduais até as proximidades da casa do governador Sérgio Cabral. Servidores das áreas de saúde, educação, justiça e segurança caminharam do Arpoador até o Leblon para pedir melhorias salariais
SP: policiais civis em greve protestam no centro da cidade
Fonte: Radiobrás
Cerca de 7 mil policiais civis estiveram, nesta segunda-feira (27), no centro de São Paulo para reivindicar melhores salários e condições de trabalho. A estimativa é da Associação dos Delegados de Polícia Civil do estado de São Paulo (Adpesp), uma das entidades que organizaram a paralisação.
Um dia após o término do processo eleitoral, o diretor da Adpesp, André Dahmer, fez questão de frisar que o caráter da mobilização não é político, como sugerido dias atrás pelo governador do estado, José Serra.
"Esta greve não tem nada a ver com política. Este movimento existe desde o começo do ano, chegou a este ponto por falta de negociações com o governo", disse o diretor da Adpesp, André Dahmer.
"Eles vão empurrar mais dois anos e então dizer novamente dizer que a paralisação é para prejudicar o processo eleitoral?", questionou o diretor em entrevista à Agência Brasil.
Os manifestantes se reuniram na praça da Sé e caminharam até a sede da Secretaria de Segurança Pública levando um caixão. "Queremos fazer um enterro simbólico de José Serra", gritavam os policiais. Vestindo uma camiseta com a foto do governador de São Paulo, muitos acusavam-no de matar a polícia.
Em greve desde o dia 16 de setembro, os policiais civis tiveram um conflito com policiais militares no dia 16 de outubro. "Vamos apurar quem mandou a tropa de choque ao nosso encontro. Temos uma série de medidas judiciais e políticas a serem tomadas", completou Dahmer sobre o episódio que aconteceu na frente do Palácio do Governo.
Durante toda a caminhada, os manifestantes também pediram que o secretário de segurança pública, Ronaldo Marzagão, renuncie ao cargo. Segundo os policiais, a mobilização não tem data para acabar. "Vamos ao Palácio novamente falar com o governador", completou Dahmer.
Categoria pára no Rio
Os agentes da Polícia Civil do Rio de Janeiro vão parar por duas horas, nesta quarta-feira (29), seguindo orientação de policiais civis de todo o Brasil. A paralisação é em apoio aos policiais de São Paulo, que já estão em greve desde o dia 16 de setembro. Além disso, o presidente do sindicato dos policiais civis do Rio, Fernando Bandeira, afirmou que, durante o ato, haverá uma assembléia para discutir uma possível greve prolongada.
No Rio de Janeiro, os policiais civis vão parar as atividades das 14h às 16h desta quarta. As delegacias estarão abertas nesse período, mas apenas casos de emergência serão atendidos.
De acordo com Fernando Bandeira, os policiais não estão reivindicando aumento salarial, mas o retorno de uma gratificação, retirada em 2001, que significaria um aumento de 70% sobre o salário.
"O nosso objetivo é retomar as negociações com o governo e também dar um grande apoio aos nossos companheiros de São Paulo, que estão em greve há mais de um mês. Como também São Paulo vive um problema tão grave quanto o Rio de Janeiro, isto é, com efetivo pequeno, salários muitos baixos e condições de trabalho precárias, isso está nos levando a buscar uma unificação do movimento", declarou Fernando Bandeira.
Os policiais civis participaram, na quinta-feira passada (23), de uma passeata dos servidores estaduais até as proximidades da casa do governador Sérgio Cabral. Servidores das áreas de saúde, educação, justiça e segurança caminharam do Arpoador até o Leblon para pedir melhorias salariais
Fonte: Vermelho
O segmento dos metalúrgicos vinculados ao chamado Grupo 10 da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) — que reúne entre 150 mil e 180 mil trabalhadores — pode paralisar as atividades a partir desta terça-feira (28). A greve será deflagrada se não houver, até o final do dia de hoje (27), uma negociação, a exemplo do que ocorreu no caso da maior parte da categoria, filiada à Força Sindical.
Em todo o estado de São Paulo, há cerca de 750 mil trabalhadores no ramo, e a Força Sindical tem 54 sindicatos de metalúrgicos. A categoria reivindica reajuste salarial que reponha a inflação dos últimos 12 meses, aumento real, melhoria do piso salarial, jornada de 40 horas semanais, fim da terceirização e do trabalho precário.
Segundo o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes, Miguel Torres, onde a base soma cerca de 60 mil trabalhadores, a maior parte da categoria no estado já fechou acordos, conquistando ganhos reais entre 3% e 3,6%, mais a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).
Com base na estimativa do Banco Central de uma inflação em outubro em 0,38% ou 0,40%, Torres acredita que o reajuste dos salários possa ficar próximo de 10,3%. Sobre o fato de os empresários do Grupo 10 não terem ainda concordado em estender esse nível de correção, o líder sindical afirmou ter “estranhado” esse comportamento, embora reconheça que a crise financeira internacional possa influenciar as decisões.
“Estou estranhando porque entre os grupos que aceitaram pagar o reajuste estão empresas pequenas. A gente sabe que pode ocorrer efeitos da crise, mas acreditamos que ainda assim pode ser feito um esforço para atender a classe trabalhadora”, disse Torres.
Pela manhã, a assessoria de imprensa da Fiesp informou que não estava prevista nenhuma rodada de negociações. Entre as indústrias sujeitas à paralisação estão os setores de lâmpadas e de iluminação; de proteção e tratamentos de superfícies, estamparia em latas e folhas metálicas.
SP: metalúrgicos podem iniciar greve a partir desta terça (28)
Fonte: Vermelho
O segmento dos metalúrgicos vinculados ao chamado Grupo 10 da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) — que reúne entre 150 mil e 180 mil trabalhadores — pode paralisar as atividades a partir desta terça-feira (28). A greve será deflagrada se não houver, até o final do dia de hoje (27), uma negociação, a exemplo do que ocorreu no caso da maior parte da categoria, filiada à Força Sindical.
Em todo o estado de São Paulo, há cerca de 750 mil trabalhadores no ramo, e a Força Sindical tem 54 sindicatos de metalúrgicos. A categoria reivindica reajuste salarial que reponha a inflação dos últimos 12 meses, aumento real, melhoria do piso salarial, jornada de 40 horas semanais, fim da terceirização e do trabalho precário.
Segundo o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes, Miguel Torres, onde a base soma cerca de 60 mil trabalhadores, a maior parte da categoria no estado já fechou acordos, conquistando ganhos reais entre 3% e 3,6%, mais a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).
Com base na estimativa do Banco Central de uma inflação em outubro em 0,38% ou 0,40%, Torres acredita que o reajuste dos salários possa ficar próximo de 10,3%. Sobre o fato de os empresários do Grupo 10 não terem ainda concordado em estender esse nível de correção, o líder sindical afirmou ter “estranhado” esse comportamento, embora reconheça que a crise financeira internacional possa influenciar as decisões.
“Estou estranhando porque entre os grupos que aceitaram pagar o reajuste estão empresas pequenas. A gente sabe que pode ocorrer efeitos da crise, mas acreditamos que ainda assim pode ser feito um esforço para atender a classe trabalhadora”, disse Torres.
Pela manhã, a assessoria de imprensa da Fiesp informou que não estava prevista nenhuma rodada de negociações. Entre as indústrias sujeitas à paralisação estão os setores de lâmpadas e de iluminação; de proteção e tratamentos de superfícies, estamparia em latas e folhas metálicas.