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Publicado: 26/05/2009 | 09:47
Nomes da base do Governo para CPI da Petrobrás sairão até quarta
O ministro de Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, disse, nesta segunda-feira (25), que até quarta-feira (27) serão apresentados os nomes da base aliada para a CPI da Petrobras, no Senado.
Múcio não deu detalhes do encontro que teve, no início da tarde, com o líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), e o vice-líder do Governo no Senado, Gim Argello (PTB/DF). E negou que os senadores tenham tentado negociar cargos públicos em troca de apoio ao Governo na CPI. "Nada, absolutamente nada. Vocês vão ver, ao longo do processo, que nada disso aconteceu", afirmou. "O fogo amigo não vai chegar nem perto e até a oposição vai fazer um trabalho responsável", afirmou o ministro, acrescentando que a oposição fará um trabalho "responsável" na CPI e que não haverá surpresas por parte dos oito membros que a base governista terá na comissão. José Múcio lembrou que é tradição no Congresso a presidência e a relatoria ficarem com integrantes da base aliada. "O Governo entende que a CPI é do processo democrático e o presidente mostrou-se tranquilo nas conversas sobre o assunto", afirmou. Múcio defendeu a atuação do líder do Governo no Senado, Romero Jucá (PMDB/RR), durante o processo que culminou com a criação da CPI. "O Governo deposita absoluta confiança no senador. Naquele dia (de criação da CPI) Romero conversou dez vezes ao telefone com a gente. É que ele viajou numa sexta-feira, já com acordo firmado, e na segunda-feira, ao retornar, o acordo já tinha deixado de existir", afirmou. Ele admitiu, no entanto, que o Governo está preocupado com os reflexos da CPI na empresa. "Há uma preocupação porque não pode haver inibição dos investimentos. Esta é uma CPI importante, talvez a maior neste um ano e meio de Governo que resta, por se tratar de uma das maiores empresas do Brasil", afirmou. Segundo ele, a Petrobras é responsável por 40% dos investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). "A preocupação do Governo é para que a CPI não crie problemas e embaraços para os investimentos da Petrobras", disse José Múcio. Segundo ele, a empresa está construindo quatro refinarias. (Fonte: Vermelho, com agências)
Preocupações do Governo
Múcio disse que não participou da reunião que o presidente Lula teve com o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, e o presidente da Agência Nacional de Petróleo (ANP), Haroldo Lima, na manhã desta segunda-feira, antes de viajara para a Bahia.
O ministro de Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, disse, nesta segunda-feira (25), que até quarta-feira (27) serão apresentados os nomes da base aliada para a CPI da Petrobras, no Senado.
Múcio não deu detalhes do encontro que teve, no início da tarde, com o líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), e o vice-líder do Governo no Senado, Gim Argello (PTB/DF). E negou que os senadores tenham tentado negociar cargos públicos em troca de apoio ao Governo na CPI. "Nada, absolutamente nada. Vocês vão ver, ao longo do processo, que nada disso aconteceu", afirmou. "O fogo amigo não vai chegar nem perto e até a oposição vai fazer um trabalho responsável", afirmou o ministro, acrescentando que a oposição fará um trabalho "responsável" na CPI e que não haverá surpresas por parte dos oito membros que a base governista terá na comissão. José Múcio lembrou que é tradição no Congresso a presidência e a relatoria ficarem com integrantes da base aliada. "O Governo entende que a CPI é do processo democrático e o presidente mostrou-se tranquilo nas conversas sobre o assunto", afirmou. Múcio defendeu a atuação do líder do Governo no Senado, Romero Jucá (PMDB/RR), durante o processo que culminou com a criação da CPI. "O Governo deposita absoluta confiança no senador. Naquele dia (de criação da CPI) Romero conversou dez vezes ao telefone com a gente. É que ele viajou numa sexta-feira, já com acordo firmado, e na segunda-feira, ao retornar, o acordo já tinha deixado de existir", afirmou. Ele admitiu, no entanto, que o Governo está preocupado com os reflexos da CPI na empresa. "Há uma preocupação porque não pode haver inibição dos investimentos. Esta é uma CPI importante, talvez a maior neste um ano e meio de Governo que resta, por se tratar de uma das maiores empresas do Brasil", afirmou. Segundo ele, a Petrobras é responsável por 40% dos investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). "A preocupação do Governo é para que a CPI não crie problemas e embaraços para os investimentos da Petrobras", disse José Múcio. Segundo ele, a empresa está construindo quatro refinarias. (Fonte: Vermelho, com agências)
Preocupações do Governo
Múcio disse que não participou da reunião que o presidente Lula teve com o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, e o presidente da Agência Nacional de Petróleo (ANP), Haroldo Lima, na manhã desta segunda-feira, antes de viajara para a Bahia.