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Publicado: 16/06/2009 | 09:35
Produção industrial paulista deve ter alta de 3,8% em maio, estima FGV
A produção da indústria paulista deve apresentar expansão de 3,8% em maio, na comparação com o mês anterior, com ajuste sazonal, conforme o Sinalizador da Produção Industrial (SPI) calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) em parceria com a AES Eletropaulo.
Perante maio de 2008, o indicador deve marcar recuo de 9,9%. No acumulado em 12 meses, a atividade fabril de São Paulo deve registrar diminuição de 4,3%, que significaria o menor nível desde novembro de 1999 (-5,4%). O indicador tem como principal base a carga total de energia elétrica distribuída pela Eletropaulo no período em questão. A ideia é que o SPI possa mostrar as tendências da produção industrial do estado cerca de um mês antes do resultado oficial, que é divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Além da carga total de energia, o indicador é composto por outras variáveis, como o índice da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) do IBGE, dados de temperatura, taxa de juros e produção de automóveis. (Fonte: Valor Online)
Em abril, no confronto com mesmo período do exercício anterior, a queda foi mais marcada, de 16,2%.
A produção da indústria paulista deve apresentar expansão de 3,8% em maio, na comparação com o mês anterior, com ajuste sazonal, conforme o Sinalizador da Produção Industrial (SPI) calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) em parceria com a AES Eletropaulo.
Perante maio de 2008, o indicador deve marcar recuo de 9,9%. No acumulado em 12 meses, a atividade fabril de São Paulo deve registrar diminuição de 4,3%, que significaria o menor nível desde novembro de 1999 (-5,4%). O indicador tem como principal base a carga total de energia elétrica distribuída pela Eletropaulo no período em questão. A ideia é que o SPI possa mostrar as tendências da produção industrial do estado cerca de um mês antes do resultado oficial, que é divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Além da carga total de energia, o indicador é composto por outras variáveis, como o índice da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) do IBGE, dados de temperatura, taxa de juros e produção de automóveis. (Fonte: Valor Online)
Em abril, no confronto com mesmo período do exercício anterior, a queda foi mais marcada, de 16,2%.