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Publicado: 13/07/2009 | 09:31
Resumo: base enterra PEC do terceiro mandato; texto será arquivado
A manhã de sexta-feira (10) começou com manifestação na porta da Revap, em São José dos Campos. O movimento faz parte do 3º Congresso da Frente Nacional dos Petroleiros.
Preocupados com o petróleo nas mãos de empresas privadas, sindicalistas pedem a reestatização da Petrobras.
Logo cedo, o trânsito ficou lento da saída da Dutra, no viaduto do bairro Vista Verde até a entrada da Revap, Refinaria Henrique Lage.
Os carros foram parados. Os passageiros tiveram que descer e seguir a pé. Uma forma de fazer com que eles acompanhassem o protesto do sindicato dos petroleiros.
"Nós queremos discutir a campanha salarial, a organização do movimento sindical e a organização de frente nacional do sindicato dos petroleiros", disse o presidente do sindicato dos petroleiros, José Ademir da Silva.
Durante 44 anos, a Petrobras executou atividades do setor do petróleo, no Brasil. Em 1997, o então presidente Fernando Henrique Cardoso sancionou uma lei que abriu as atividades da indústria à iniciativa privada.
"Hoje mais da metade do petróleo produzido no Brasil é enviado para fora, e nós ficamos com menos da metade" disse o vice-presidente do sindicato dos petroleiros, José Roberto Azevedo.
"A gente quer que reestatize e restabeleça o monopólio do petróleo, para que as riquezas do petróleo fiquem aqui para o povo brasileiro", completou José.
O próximo passo é mobilizar o Congresso Nacional e para isso o movimento está em busca de um milhão e meio de assinaturas no país.
"Nós estamos exigindo a volta do monopólio estatal com a revogação dessa lei assinada em 1997", falou o diretor do sindicato de Santos, Anderson Mancuso.
Ainda segundo o diretor do sindicato de Santos, o congresso serve também para reunir propostas que devem ser apresentadas durante a campanha salarial da categoria, em setembro. O evento termina no domingo.
Segundo a assessoria da Revap, a empresa foi avisada com antecedência que o movimento iria acontecer hoje pela manhã e respeita o ato. Ainda segundo a assessoria, a manifestação não alterou a rotina de trabalho. (Fonte: VNews)
A manhã de sexta-feira (10) começou com manifestação na porta da Revap, em São José dos Campos. O movimento faz parte do 3º Congresso da Frente Nacional dos Petroleiros.
Preocupados com o petróleo nas mãos de empresas privadas, sindicalistas pedem a reestatização da Petrobras.
Logo cedo, o trânsito ficou lento da saída da Dutra, no viaduto do bairro Vista Verde até a entrada da Revap, Refinaria Henrique Lage.
Os carros foram parados. Os passageiros tiveram que descer e seguir a pé. Uma forma de fazer com que eles acompanhassem o protesto do sindicato dos petroleiros.
"Nós queremos discutir a campanha salarial, a organização do movimento sindical e a organização de frente nacional do sindicato dos petroleiros", disse o presidente do sindicato dos petroleiros, José Ademir da Silva.
Durante 44 anos, a Petrobras executou atividades do setor do petróleo, no Brasil. Em 1997, o então presidente Fernando Henrique Cardoso sancionou uma lei que abriu as atividades da indústria à iniciativa privada.
"Hoje mais da metade do petróleo produzido no Brasil é enviado para fora, e nós ficamos com menos da metade" disse o vice-presidente do sindicato dos petroleiros, José Roberto Azevedo.
"A gente quer que reestatize e restabeleça o monopólio do petróleo, para que as riquezas do petróleo fiquem aqui para o povo brasileiro", completou José.
O próximo passo é mobilizar o Congresso Nacional e para isso o movimento está em busca de um milhão e meio de assinaturas no país.
"Nós estamos exigindo a volta do monopólio estatal com a revogação dessa lei assinada em 1997", falou o diretor do sindicato de Santos, Anderson Mancuso.
Ainda segundo o diretor do sindicato de Santos, o congresso serve também para reunir propostas que devem ser apresentadas durante a campanha salarial da categoria, em setembro. O evento termina no domingo.
Segundo a assessoria da Revap, a empresa foi avisada com antecedência que o movimento iria acontecer hoje pela manhã e respeita o ato. Ainda segundo a assessoria, a manifestação não alterou a rotina de trabalho. (Fonte: VNews)