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Publicado: 21/09/2009 | 12:07
Relator da minirreforma eleitoral diz que reforma política se dá por etapas
A empresa de consultoria política Arko Advice entrevistou o relator da minirreforma eleitoral, deputado Flávio Dino (PCdoB/MA). A votação do projeto de lei foi concluída na semana passada na Câmara.
Ele gostou do resultado da votação. O texto foi para sanção presidencial.
"Os pontos objetivos foram atendidos. Não imaginávamos resolver tudo. Queríamos: liberar o uso da internet, resolver algumas omissões da lei, como prazos de recursos nos processos, e trazer aspectos das resoluções do TSE para a lei. O pacto que celebramos foi para isso", disse ao ser perguntado se ficou satisfeito com o resultado da reforma.
O deputado criticou a resolução do TSE que trata da fidelidade partidária. "Isso demonstra que eu estava certo em 2007 ao propor uma PEC da janela para permitir a troca de partido. A rigidez do TSE está sendo desmoralizada. Um vereador de um remoto município de Rondônia não pode trocar de partido, mas a Marina pode".
Os parlamentares têm até o dia 2 de outubro para trocar de partido - um ano antes das eleições de 2010.
Ao ser indagado se a reforma política morreu. O deputado afirmou que sempre achou que a reforma política vai se dá por etapas.
"Eu sempre achei que a reforma política se dá por etapas. E isso vem sendo feito desde 1995".
"A de agora deu mais estabilidade ao sistema. Se para acabar com a escravidão, uma demanda mais óbvia, o Brasil levou 38 anos, não será de uma canetada que vai fazer uma Reforma Política", arrematou.
Fonte: DIAP
A empresa de consultoria política Arko Advice entrevistou o relator da minirreforma eleitoral, deputado Flávio Dino (PCdoB/MA). A votação do projeto de lei foi concluída na semana passada na Câmara.
Ele gostou do resultado da votação. O texto foi para sanção presidencial.
"Os pontos objetivos foram atendidos. Não imaginávamos resolver tudo. Queríamos: liberar o uso da internet, resolver algumas omissões da lei, como prazos de recursos nos processos, e trazer aspectos das resoluções do TSE para a lei. O pacto que celebramos foi para isso", disse ao ser perguntado se ficou satisfeito com o resultado da reforma.
O deputado criticou a resolução do TSE que trata da fidelidade partidária. "Isso demonstra que eu estava certo em 2007 ao propor uma PEC da janela para permitir a troca de partido. A rigidez do TSE está sendo desmoralizada. Um vereador de um remoto município de Rondônia não pode trocar de partido, mas a Marina pode".
Os parlamentares têm até o dia 2 de outubro para trocar de partido - um ano antes das eleições de 2010.
Ao ser indagado se a reforma política morreu. O deputado afirmou que sempre achou que a reforma política vai se dá por etapas.
"Eu sempre achei que a reforma política se dá por etapas. E isso vem sendo feito desde 1995".
"A de agora deu mais estabilidade ao sistema. Se para acabar com a escravidão, uma demanda mais óbvia, o Brasil levou 38 anos, não será de uma canetada que vai fazer uma Reforma Política", arrematou.
Fonte: DIAP