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Publicado: 11/07/2007 | 10:42
Operação padrão para pressionar
Jornal do Brasil
Com o movimento de greve enfraquecido, a possibilidade de uma operação padrão na Polícia Civil passou a ser uma alternativa da categoria para pressionar o governo. Se a opção na assembléia de hoje for pela medida, apenas os serviços essenciais continuarão funcionando. Durante a paralisação de 48 horas, iniciada na tarde de segunda-feira, as delegacias só registraram os flagrantes, mesmo assim apenas os de casos mais graves, como homicídio e tráfico de drogas, e autorizaram remoções de cadáveres.
No Centro, vários casos de roubo de celular deixaram de ser registrados hoje (ontem) - contou um policial grevista. - Todos serão feitos amanhã (hoje), depois do fim da paralisação.
Se a operação padrão for deflagrada durante o Pan-Americano, nem mesmo os crimes contra turistas serão registrados - com exceção para os casos graves. Como determina a lei, 30% do efetivo será mantido trabalhando nas unidades, entre as quais delegacias e o Instituto Médico-Legal (IML).
De acordo com o presidente do Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol), Fernando Bandeira, a adesão da categoria à paralisação foi de até 90%. Grande parte dos policiais que mantiveram os serviços essenciais nas delegacias trabalharam usando um colete com a inscrição "Policiais civis em greve". Durante a madrugada, várias delegacias, inclusive na Zona Sul, mantiveram as luzes apagadas.
Ontem, o IML voltou a funcionar sem problemas. Na véspera, cerca de 300 policiais em greve seguiram para o local para impedir o trabalho no órgão. Houve tumulto quando alguns policiais forçaram a entrada de dois técnicos da Vigilância Sanitária, que queriam avaliar as condições do local e de trabalho dos médicos-legistas e demais funcionários.
No local, os técnicos encontraram cadáveres em macas, espalhados pelos corredores, além de geladeiras e câmaras frigoríficas desligadas.
Jornal do Brasil
Com o movimento de greve enfraquecido, a possibilidade de uma operação padrão na Polícia Civil passou a ser uma alternativa da categoria para pressionar o governo. Se a opção na assembléia de hoje for pela medida, apenas os serviços essenciais continuarão funcionando. Durante a paralisação de 48 horas, iniciada na tarde de segunda-feira, as delegacias só registraram os flagrantes, mesmo assim apenas os de casos mais graves, como homicídio e tráfico de drogas, e autorizaram remoções de cadáveres.
No Centro, vários casos de roubo de celular deixaram de ser registrados hoje (ontem) - contou um policial grevista. - Todos serão feitos amanhã (hoje), depois do fim da paralisação.
Se a operação padrão for deflagrada durante o Pan-Americano, nem mesmo os crimes contra turistas serão registrados - com exceção para os casos graves. Como determina a lei, 30% do efetivo será mantido trabalhando nas unidades, entre as quais delegacias e o Instituto Médico-Legal (IML).
De acordo com o presidente do Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol), Fernando Bandeira, a adesão da categoria à paralisação foi de até 90%. Grande parte dos policiais que mantiveram os serviços essenciais nas delegacias trabalharam usando um colete com a inscrição "Policiais civis em greve". Durante a madrugada, várias delegacias, inclusive na Zona Sul, mantiveram as luzes apagadas.
Ontem, o IML voltou a funcionar sem problemas. Na véspera, cerca de 300 policiais em greve seguiram para o local para impedir o trabalho no órgão. Houve tumulto quando alguns policiais forçaram a entrada de dois técnicos da Vigilância Sanitária, que queriam avaliar as condições do local e de trabalho dos médicos-legistas e demais funcionários.
No local, os técnicos encontraram cadáveres em macas, espalhados pelos corredores, além de geladeiras e câmaras frigoríficas desligadas.