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Publicado: 12/07/2007 | 10:44
Parlamentares aprovam a LDO e entram em férias
Folha de S. Paulo
O Congresso Nacional aprovou ontem a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias), texto que servirá de base para a elaboração do Orçamento Geral da União para 2008, e com isso deu o sinal verde para as férias dos deputados federais e senadores -que na prática começam a partir de hoje.
A sessão conjunta do Senado e da Câmara foi presidida pelo vice-presidente do Congresso, deputado Nárcio Rodrigues (PSDB-MG), já que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), foi convencido por seus aliados a não comparecer, para evitar desgaste.
Havia a ameaça de deputados da oposição de constrangê-lo publicamente na sessão. Mesmo sem a presença de Renan, três deputados (dois do Democratas e um do PSOL) o criticaram no microfone do plenário.
"Se formos falar de mão sujas, certamente não serão as nossas. Lutamos por um espaço ético para que sejamos comandados por aqueles que possam não só mostrar como provar que tem mãos limpas", disse o líder da bancada do DEM, Onyx Lorenzoni (RS), se referindo à fala de anteontem de Renan, em que ele afirmou que se a oposição quiser tirá-lo do cargo terá que "sujar as mãos".
"Ele começou a se debilitar fortemente. Revela que não tem mais condições de presidir o Congresso", afirmou Chico Alencar (PSOL-RJ).
Recesso
O recesso do Congresso Nacional começa oficialmente na próxima quarta-feira e termina em 31 de julho. Mas, na prática, deputados e senadores terão hoje como o último dia de trabalho em Brasília. Eles só devem retomar as votações na segunda semana de agosto.
Na votação de ontem da LDO -aprovada de forma simbólica, sem registro nominal dos votos-, a oposição conseguiu derrubar a proposta que o governo havia incluído e que lhe dava mais liberdade para executar o Orçamento.
No texto derrotado, o governo poderia executar os recursos de investimento (para fazer novas obras) mesmo que o Orçamento do ano não tivesse sido aprovado pelo Congresso, o que é vedado hoje.
O Congresso Nacional aprovou ontem a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias), texto que servirá de base para a elaboração do Orçamento Geral da União para 2008, e com isso deu o sinal verde para as férias dos deputados federais e senadores -que na prática começam a partir de hoje.
A sessão conjunta do Senado e da Câmara foi presidida pelo vice-presidente do Congresso, deputado Nárcio Rodrigues (PSDB-MG), já que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), foi convencido por seus aliados a não comparecer, para evitar desgaste.
Havia a ameaça de deputados da oposição de constrangê-lo publicamente na sessão. Mesmo sem a presença de Renan, três deputados (dois do Democratas e um do PSOL) o criticaram no microfone do plenário.
"Se formos falar de mão sujas, certamente não serão as nossas. Lutamos por um espaço ético para que sejamos comandados por aqueles que possam não só mostrar como provar que tem mãos limpas", disse o líder da bancada do DEM, Onyx Lorenzoni (RS), se referindo à fala de anteontem de Renan, em que ele afirmou que se a oposição quiser tirá-lo do cargo terá que "sujar as mãos".
"Ele começou a se debilitar fortemente. Revela que não tem mais condições de presidir o Congresso", afirmou Chico Alencar (PSOL-RJ).
Recesso
O recesso do Congresso Nacional começa oficialmente na próxima quarta-feira e termina em 31 de julho. Mas, na prática, deputados e senadores terão hoje como o último dia de trabalho em Brasília. Eles só devem retomar as votações na segunda semana de agosto.
Na votação de ontem da LDO -aprovada de forma simbólica, sem registro nominal dos votos-, a oposição conseguiu derrubar a proposta que o governo havia incluído e que lhe dava mais liberdade para executar o Orçamento.
No texto derrotado, o governo poderia executar os recursos de investimento (para fazer novas obras) mesmo que o Orçamento do ano não tivesse sido aprovado pelo Congresso, o que é vedado hoje.
Folha de S. Paulo
O Congresso Nacional aprovou ontem a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias), texto que servirá de base para a elaboração do Orçamento Geral da União para 2008, e com isso deu o sinal verde para as férias dos deputados federais e senadores -que na prática começam a partir de hoje.
A sessão conjunta do Senado e da Câmara foi presidida pelo vice-presidente do Congresso, deputado Nárcio Rodrigues (PSDB-MG), já que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), foi convencido por seus aliados a não comparecer, para evitar desgaste.
Havia a ameaça de deputados da oposição de constrangê-lo publicamente na sessão. Mesmo sem a presença de Renan, três deputados (dois do Democratas e um do PSOL) o criticaram no microfone do plenário.
"Se formos falar de mão sujas, certamente não serão as nossas. Lutamos por um espaço ético para que sejamos comandados por aqueles que possam não só mostrar como provar que tem mãos limpas", disse o líder da bancada do DEM, Onyx Lorenzoni (RS), se referindo à fala de anteontem de Renan, em que ele afirmou que se a oposição quiser tirá-lo do cargo terá que "sujar as mãos".
"Ele começou a se debilitar fortemente. Revela que não tem mais condições de presidir o Congresso", afirmou Chico Alencar (PSOL-RJ).
Recesso
O recesso do Congresso Nacional começa oficialmente na próxima quarta-feira e termina em 31 de julho. Mas, na prática, deputados e senadores terão hoje como o último dia de trabalho em Brasília. Eles só devem retomar as votações na segunda semana de agosto.
Na votação de ontem da LDO -aprovada de forma simbólica, sem registro nominal dos votos-, a oposição conseguiu derrubar a proposta que o governo havia incluído e que lhe dava mais liberdade para executar o Orçamento.
No texto derrotado, o governo poderia executar os recursos de investimento (para fazer novas obras) mesmo que o Orçamento do ano não tivesse sido aprovado pelo Congresso, o que é vedado hoje.
O Congresso Nacional aprovou ontem a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias), texto que servirá de base para a elaboração do Orçamento Geral da União para 2008, e com isso deu o sinal verde para as férias dos deputados federais e senadores -que na prática começam a partir de hoje.
A sessão conjunta do Senado e da Câmara foi presidida pelo vice-presidente do Congresso, deputado Nárcio Rodrigues (PSDB-MG), já que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), foi convencido por seus aliados a não comparecer, para evitar desgaste.
Havia a ameaça de deputados da oposição de constrangê-lo publicamente na sessão. Mesmo sem a presença de Renan, três deputados (dois do Democratas e um do PSOL) o criticaram no microfone do plenário.
"Se formos falar de mão sujas, certamente não serão as nossas. Lutamos por um espaço ético para que sejamos comandados por aqueles que possam não só mostrar como provar que tem mãos limpas", disse o líder da bancada do DEM, Onyx Lorenzoni (RS), se referindo à fala de anteontem de Renan, em que ele afirmou que se a oposição quiser tirá-lo do cargo terá que "sujar as mãos".
"Ele começou a se debilitar fortemente. Revela que não tem mais condições de presidir o Congresso", afirmou Chico Alencar (PSOL-RJ).
Recesso
O recesso do Congresso Nacional começa oficialmente na próxima quarta-feira e termina em 31 de julho. Mas, na prática, deputados e senadores terão hoje como o último dia de trabalho em Brasília. Eles só devem retomar as votações na segunda semana de agosto.
Na votação de ontem da LDO -aprovada de forma simbólica, sem registro nominal dos votos-, a oposição conseguiu derrubar a proposta que o governo havia incluído e que lhe dava mais liberdade para executar o Orçamento.
No texto derrotado, o governo poderia executar os recursos de investimento (para fazer novas obras) mesmo que o Orçamento do ano não tivesse sido aprovado pelo Congresso, o que é vedado hoje.