antigas Publicado: 2/08/2007 | 11:53

Greve faz indústria de SC apelar a deputados

Vanessa Jurgenfeld
Valor Econômico

O Sindicato das Indústrias de Carnes de Santa Catarina (Sindicarnes-SC) pediu ajuda ontem aos deputados federais da Comissão da Agricultura da Câmara para tentar pôr fim ao impasse entre o governo federal e os fiscais agropecuários, em greve desde o dia 24 de julho passado. 

Segundo Ricardo Gouvêa, diretor do Sindicarnes, as agroindústrias querem solução do impasse para que suas atividades de abate de aves e suínos não sejam comprometidas. Pedem ainda que os deputados também tentem junto aos fiscais o aumento do percentual dos trabalhos que ainda estão mantidos, mesmo com a greve. Atualmente, os fiscais estão atendendo 30% da demanda de inspeção de produtos tanto nos portos quanto dentro das agroindústrias, e as empresas querem ao menos 50%. 

"A greve dos fiscais não precisa chegar a esses extremos de comprometer atividades de terceiros", defendeu o diretor. 

Ontem, a planta da Seara em Forquilhinha, no sul do Estado, parou temporariamente por falta de espaço para armazenagem de produtos nas câmaras frigoríficas. Segundo Gouvêa, outras empresas podem parar até sexta-feira. Diretores das agroindústrias têm se reunido diariamente para discutir a situação. 

Renaldo Pereira, presidente do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Alimentação da região sul de Santa Catarina, informou que os funcionários da unidade da Seara em Forquilhinha voltam ao trabalho normal nesta quinta-feira. 

Claudio Manoel da Costa, diretor da Associação dos Fiscais Agropecuários (Afama-SC), disse que não há previsão de flexibilização dos 30% dos trabalhos. 

No mercado, há rumores de indústrias do Mato Grosso do Sul também podem paralisar abates, caso a situação não seja normalizada até sexta-feira.

Vanessa Jurgenfeld
Valor Econômico

O Sindicato das Indústrias de Carnes de Santa Catarina (Sindicarnes-SC) pediu ajuda ontem aos deputados federais da Comissão da Agricultura da Câmara para tentar pôr fim ao impasse entre o governo federal e os fiscais agropecuários, em greve desde o dia 24 de julho passado. 

Segundo Ricardo Gouvêa, diretor do Sindicarnes, as agroindústrias querem solução do impasse para que suas atividades de abate de aves e suínos não sejam comprometidas. Pedem ainda que os deputados também tentem junto aos fiscais o aumento do percentual dos trabalhos que ainda estão mantidos, mesmo com a greve. Atualmente, os fiscais estão atendendo 30% da demanda de inspeção de produtos tanto nos portos quanto dentro das agroindústrias, e as empresas querem ao menos 50%. 

"A greve dos fiscais não precisa chegar a esses extremos de comprometer atividades de terceiros", defendeu o diretor. 

Ontem, a planta da Seara em Forquilhinha, no sul do Estado, parou temporariamente por falta de espaço para armazenagem de produtos nas câmaras frigoríficas. Segundo Gouvêa, outras empresas podem parar até sexta-feira. Diretores das agroindústrias têm se reunido diariamente para discutir a situação. 

Renaldo Pereira, presidente do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Alimentação da região sul de Santa Catarina, informou que os funcionários da unidade da Seara em Forquilhinha voltam ao trabalho normal nesta quinta-feira. 

Claudio Manoel da Costa, diretor da Associação dos Fiscais Agropecuários (Afama-SC), disse que não há previsão de flexibilização dos 30% dos trabalhos. 

No mercado, há rumores de indústrias do Mato Grosso do Sul também podem paralisar abates, caso a situação não seja normalizada até sexta-feira.